sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
As empresas mais admiradas 2009
IQD - Índice de Qualidade do Desenvolvimento
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Redução da desigualdade requer reforma tributária
O Comunicado da Presidência nº 38 revela que o Brasil não é o país que mais reduziu a pobreza e a desigualdade de renda nos últimos anos. Porém, merece destaque por conseguir diminuir simultaneamente ambas. Entre 1995 e 2000, a variação do índice de Gini foi de -1%. O movimento continuou entre 2000 e 2005, com variação de -4,5%.
Leia a íntegra do Comunicado da Presidência nº 38
Fonte: IPEA - http://www.ipea.gov.br/default.jsp
Ipea cadastra bolsistas
- Profissionais que estejam cursando ou que tenham concluído algum curso de graduação ou pós-graduação e que se disponham a complementar sua formação intelectual e profissional, participando da execução de projetos do Ipea;
- Profissionais de instituições similares ao Ipea e de outros órgãos públicos e universidades que se disponham a intercambiar conhecimento e experiência com o Instituto;
- Servidores inativos do Ipea ou de outras instituições, com reconhecida competência e experiência, que se disponham a contribuir em projetos de pesquisas, em atividades do planejamento governamental e em programas internos de capacitação de servidores.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Governo Chávez fará interrupção diária de fornecimento elétrico e reduz em 20% envio de energia ao Brasil
O presidente Hugo Chávez aplica um severo plano de racionamento, que restringe, inclusive, o horário de funcionamento dos shoppings, sob a ameaça de corte de fornecimento
O governo do presidente Hugo Chávez anunciou, ontem, que o país terá cortes diários no fornecimento de eletricidade, por períodos de até quatro horas, para racionar energia.
A princípio, os cortes seguirão até o próximo mês de maio, quando se espera o início da temporada de chuvas no país.
Na Venezuela, quase 70% da eletricidade produzida vêm da hidrelétrica de Guri, cujo nível caiu nove metros em relação ao volume normal.
A Venezuela reduziu em 20% o envio de energia para o Brasil, medida que levou a Eletronorte a adotar um sistema de emergência para evitar desabastecimento em Roraima, que é totalmente abastecida pela energia venezuelana.
A redução foi iniciada diante dos problemas passados pelo sistema elétrico no país vizinho, que já começou um programa de racionamento de energia. Roraima vinha recebendo uma carga de 100 MW da Venezuela e, segundo a Eletronorte, está recebendo 80 MW desde ontem.
A empresa ligou a usina termelétrica Floresta, em Boa Vista, para garantir o abastecimento. Movida a óleo diesel, a usina tem capacidade para gerar 47 MW. Segundo a estatal, o governo estuda a contratação de outra térmica emergencial, caso a situação se agrave no país.
O governo Chávez aplica um severo plano de racionamento de eletricidade, que tem por objetivo reduzir em 20% o atual nível de consumo. Desde o dia 1º de janeiro, fábricas e centros comerciais estão submetidos a limites de consumo elétrico, que restringem, inclusive, o horário de funcionamento dos shoppings, sob a ameaça de corte de fornecimento.
A energia elétrica fornecida aos centros comerciais foi limitada ao horário entre as 11 da manhã e às 9 da noite. Além deste horário, os shoppings devem fechar ou gerar sua própria energia. Cassinos estão submetidos a outro horário de restrição, de seis da tarde à meia-noite.
A demanda de eletricidade na Venezuela supera os 16.500 megawatts, muito além da atual capacidade de geração. Segundo analistas, o setor elétrico exigirá investimentos de 18 bilhões de dólares até 2014.
Fonte: Diário do Nordeste - Caderno Internacional
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=719053
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
EUA tecnicamente já deixaram recessão, diz Fed de Chicago
Washington, 13 jan (EFE).- A recessão econômica iniciada nos Estados Unidos em dezembro de 2007, a mais prolongada e profunda desde a Grande Depressão, tecnicamente terminou, disse hoje o presidente da divisão de Chicago do Federal Reserve (Fed, banco central), Charles Evans.
Em discurso em Coralville, no estado de Iowa, Evans reconheceu que o índice de desemprego continua "muito alto", mas disse que os indicadores mais amplos da economia americana apontam para uma retomada. "Em um sentido técnico, estrito, a recessão terminou", afirmou.
O índice de desemprego se manteve em 10% em dezembro, mês em que a economia teve uma perda líquida de 85 mil postos de trabalho. No entanto, sublinhou Evans, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,2% no terceiro trimestre, após ter contração em quatro trimestres consecutivos. As medidas de emergência adotadas pelo Fed, que desde o fim de 2007 inundaram os mercados com dinheiro para sustentar o sistema financeiro e reativar a economia, podem representar um risco de uma inflação alta caso a atividade econômica acelere.
Evans disse confiar que a política monetária manterá a inflação dentro do que considerou razoável, de 2% a médio prazo. Levando em conta a atual fragilidade da economia, Evans acredita que o núcleo da inflação (que exclui preços de alimentos e energia) será de apenas 1,75% em 2012, o que se insere nas metas que o Fed considera aceitáveis para a estabilidade dos preços.
Fim do consumismo seria a única saída para o planeta

12/01/2010 - 14:57:39
Fabiano Ávila, do CarbonoBrasil
A edição de 2010 do renomado relatório “State Of The World” afirma que sem uma alteração nos hábitos comportamentais e de consumo de nada adiantarão políticas públicas e avanços tecnológicos no combate ao aquecimento global e a outros desafios contemporâneos
As 500 milhões de pessoas mais ricas do mundo, cerca de 7% da população, são responsáveis por 50% das emissões de gases do efeito estufa, enquanto os três bilhões de pessoas mais pobres emitem apenas 6%. Com dados como esse, o relatório “State of the World 2010, Transforming Cultures: From Consumerism to Sustainability”, do Worldwatch Institute, publicado nesta terça-feira (12/1), traz como principal mensagem que sem uma mudança cultural que coloque valores sustentáveis acima do consumismo, não há milagre tecnológico ou política pública que resgatem a humanidade de graves problemas climáticos, sociais e ambientais.
O relatório chama de consumismo a orientação cultural que leva as pessoas a acharem contentamento, aceitação e significado para as suas vidas através do que possuem e utilizam.
“Nós vimos alguns esforços encorajadores nos últimos anos no combate a crise climática. Porém fazer políticas ou mudanças tecnológicas enquanto a cultura segue centrada no consumismo e no crescimento não podem ir muito longe. Para que se consiga um avanço duradouro, é preciso que a sociedade mude sua cultura para que a sustentabilidade vire a norma e o consumo em excesso um tabu”, afirmou Erik Assadourian, diretor do projeto State of the World.
Em 2006, a humanidade consumiu US$ 30,5 trilhões em mercadorias e serviços, 28% a mais do que apenas 10 anos antes. O aumento do consumo resultou em um crescimento dramático da extração de recursos naturais. Os norte-americanos, por exemplo, consomem aproximadamente 88 quilos de recursos por dia. Se todos vivessem dessa maneira, a Terra sustentaria 1,4 bilhões de pessoas, apenas um quinto da atual população mundial.
“O padrão cultural é a raiz para a convergência sem precedentes de diversos problemas ecológicos e sociais; como as mudanças climáticas, epidemias de obesidade, declínio da biodiversidade, perda das terras cultiváveis e desperdícios de produção”, disse Assadourian.
Os 60 autores do relatório apresentam em 26 artigos algumas estratégias que já estão em funcionamento para a reorientação cultural. Algumas abrangem uma visão social do mercado, através da formação de cooperativas de agricultores, por exemplo. Outras avaliam modelos de planejamento familiar e esforços de marketing social. Há ainda a sugestão de que as escolas primárias sejam utilizadas na formação de uma nova cultura, com iniciativas simples como a alteração dos itens da merenda para uma alimentação mais saudável e baseada em produtos locais.
“Com o mundo lutando para se recuperar da mais séria crise econômica desde a grande depressão, nós temos uma oportunidade história para nos afastarmos do consumismo. No fim, o instinto de sobrevivência deve triunfar sobre a compulsão do consumo a qualquer custo”, concluiu Christopher Flavin, presidente do Worlwatch Institute.
(CarbonoBrasil)
Fonte: Mercado Ético
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Brasil pode zerar miséria e se igualar a países ricos em 2016, diz Ipea
MARIANA SALLOWICZ
Colaboração para a Folha Online
Atualizado às 13h23.
O Brasil poderá praticamente zerar a pobreza extrema e alcançar indicadores sociais próximos aos dos países desenvolvidos em 2016, caso mantenha o ritmo de desempenho que teve entre 2003 e 2008. A conclusão é do estudo "Pobreza, desigualdade e políticas públicas", divulgado nesta terça-feira pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
A pobreza extrema é considerada para famílias com renda de até um quarto de salário mínimo per capita --atuais R$ 127,50.
Também há expectativa de alcançar uma taxa nacional de pobreza absoluta (até meio salário mínimo per capita, R$ 255) de 4% naquele ano, o que, segundo o Ipea, significa quase a sua erradicação. Em 2008, o índice estava em 28,8%.
"A taxa de pobreza de 4% é de país rico. Nos coloca no patamar de países desenvolvidos", afirmou Marcio Pochmann, presidente do Ipea. "O Brasil reduziu o número de pobres pela combinação de elementos como o crescimento econômico e políticas públicas de distribuição de renda. Temos hoje uma estrutura social comparável aos países desenvolvidos."
Desigualdade social
A queda da média anual na taxa nacional de pobreza absoluta foi de 0,9% ao ano entre 1995 e 2008, enquanto a da pobreza extrema ficou em menos 0,8% ao ano. Considerando o período de 2003 a 2008, a redução na primeira foi de 3,1%, e na segunda ficou em 2,1% ao ano.
O índice Gini, que varia de zero a um e é usado para medir as desigualdades sociais, deverá passar para 0,488 --era de 0,544 em 2008. Ele encontra-se, em geral, abaixo de 0,4 nos países desenvolvidos. Em 2005, ficou em 0,33 na Itália, 0,32 na Espanha, 0,28 na França, 0,27 na Holanda, 0,26 na Alemanha e 0,24 na Dinamarca. Já nos Estados Unidos está acima dos demais, em 0,46.
Para o Ipea, parte significativa dos avanços alcançados pelo país no enfrentamento da pobreza e da desigualdade está relacionada a políticas públicas, a partir de 1988 -- data de elaboração da Constituição Federal.
Na década atual, o instituto destaca razões como a combinação entre a continuidade da estabilidade monetária, a maior expansão econômica e o reforço de políticas públicas, como a elevação real do salário mínimo e a ampliação do crédito popular.
"O país fez políticas de distribuição. Passou a arrecadar mais e também distribuiu mais, o que reduziu a pobreza. Porém, ainda precisa combater a desigualdade e, para isso, deverá haver uma mudança na estrutura tributária, que atualmente faz com que os mais pobres paguem mais impostos", avaliou Pochmann.
Fonte: Folha on line. Dinheiro.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u677991.shtml
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
OIT vê emprego no Brasil como um dos menos afetados na A.Latina
De acordo com o estudo divulgado pela OIT em Lima, a crise econômica custou 2,2 milhões de postos de trabalho no ano passado na América Latina e no Caribe.
O organismo indicou que a taxa de desemprego aumentou em 2009 em 12 dos 14 países estudados. Só se salvaram Peru e Uruguai, onde houve uma leve diminuição, de 8,6% e 7,9% em 2008 para 8,5% e 7,5% em 2009, respectivamente.
Os menores aumentos foram em Brasil (de 8,1% em 2008 para 8,4% em 2009), Trinidad e Tobago (de 5,0% para 5,1%) e Venezuela (de 7,7% para 8,0%).
A OIT prevê que a porcentagem para a América Latina, que reflete os 18,1 milhões de desempregados atuais, possa cair levemente em 2010, para 8,2%.
Os maiores aumentos foram observados em Barbados, onde o desemprego subiu de 8,3% em 2008 a 10% em 2009, Costa Rica (de 4,9% a 7,8%), Chile (de 7,9 a 10%), Equador (6,85 a 8,7%) e México (de 3,9% a 5,5%).
Na Colômbia, a taxa de desemprego aumentou entre 2008 e 2009 de 11,5% para 12,3%, enquanto neste mesmo período passou na Argentina de 8,1% a 8,8% e no Panamá de 5,6 a 6,6%. O documento não apresenta dados sobre a Bolívia.
A crise financeira internacional não atingiu a América Latina e o Caribe como se esperava, mas a taxa de desemprego deste ano representou um retrocesso na região, onde o índice tinha recuado dos 11,4% de 2002 para 7,5% em 2008.
O diretor regional da OIT, Jean Maninat, disse que aumentou na região o emprego informal (sem proteção social, nem direitos trabalhistas), uma forma de trabalho "que continua sendo um refúgio frente ao desemprego".
"De cada dez empregos criados (em 2009), seis foram no setor informal", explicou Maninat ao insistir que o mercado de trabalho da região "se caracteriza pela alta informalidade".
Maninat ressaltou que "antes da crise já havia outra crise, de pobreza, informalidade e subemprego, desenvolvimento insustentável e déficit de trabalho decente".
Por isso, recomendou que os Estados da região coloquem o emprego "como centro das políticas econômicas" e fomentem o diálogo social e a criação de empresas sustentáveis.
Por sua vez, o diretor do Sistema de Informação Laboral para a América Latina e Caribe (Sialc), Miguel Del Cid, disse hoje que se observou em muitos países um "enfraquecimento da capacidade de suas economias de criar emprego assalariado".
Segundo ele, a taxa de ocupação caiu de 54,9% para 54,3% entre 2008 e 2009.
Del Cid indicou que o emprego informal total aumentou 2,1% em 2009 frente ao ano anterior, enquanto o emprego informal em empresas formais diminuiu 1,6% e o trabalho formal caiu 0,5%.
O relatório da OIT também indicou que em 2010 a região crescerá em média 4,1%, segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), por isso se prevê que o desemprego cederá paulatinamente este ano e "poderá situar em torno de 8,2% da força de trabalho".
A redução de 0,2 ponto na taxa de desemprego de 2010 em relação a 2009 (de 8,4% a 8,2%) não é significativa dado que o número absoluto de desempregados se manterá perto dos 18 milhões, como diz o documento.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2010/01/11/oit-ve-emprego-no-brasil-como-um-dos-menos-afetados-na-alatina.jhtm
domingo, 10 de janeiro de 2010
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou a sexta-feira (8) com seu principal índice no vermelho, diante da queda nos preços das commodities
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou a sexta-feira (8) com seu principal índice no vermelho, diante da queda nos preços das commodities no mercado internacional e números frustrantes sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos.
O Ibovespa, referência para o mercado brasileiro, fechou o dia em queda de 0,27%, aos 70.262 pontos. O volume financeiro do pregão ficou pouco acima ao registrado na véspera, marcando R$ 6,5 bilhões.
Foi a segunda queda seguida da Bovespa no ano, depois da queda de 0,39% de quinta-feira (7). Ainda assim, o índice termina a semana com valorização de 2,44%, graças aos bons resultados registrados entre segunda e quarta-feira.
Nesta sexta, entre os ativos de maior peso do Ibovespa, Petrobras PN caiu 0,53%, a R$ 36,95; Vale PNA avançou 0,55%, a R$ 45,55; Itaú Unibanco PN perdeu 1,51%, para R$ 39,02; BM & FBovespa ON teve baixa de 2,31%, para R$ 13,49; e Gerdau PN se desvalorizou 0,27%, R$ 29,54.
Influências
Pela manhã, o governo norte-americano informou o fechamento de 85 mil empregos em dezembro, contrariando expectativas de estabilidade na folha de pagamento ou pequena redução nas vagas. Isso reduziu as apostas na alta dos juros nos Estados Unidos e também o otimismo com a recuperação do país em 2010.
A bolsa brasileira trabalhou sem grandes variações na maior parte do dia, sem tendência definida e operações limitadas a giro. No fim do pregão, os preços das commodities voltaram a perder fôlego, afetando as principais ações do índice, e determinando o fechamento no negativo.
Fonte: Portal G1 de Notícias
http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1440095-9356,00-COMMODITIES+E+EMPREGO+NOS+EUA+PUXAM+QUEDA+DA+BOVESPA+NO+ANO.html
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Espanha assume presidência da UE anunciando nova estratégia econômica
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2010/01/08/espanha-assume-presidencia-da-ue-anunciando-nova-estrategia-economica.jhtm
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Exportação para MPEs facilitada
Medida busca dar fôlego às micros e pequenas empresas do País
Instrumento suspende tributação sobre compra de insumos usados na produção de bens vendidos para o exterior
Após amargar em 2009 a maior queda nas exportações dos últimos 60 anos, quando o volume do comércio passou a ser registrado, o governo apontou como prioridade a recuperação de importantes mercados perdidos durante a crise global, como os Estados Unidos e a Europa. Além da demanda retraída, os exportadores brasileiros de produtos manufaturados têm enfrentado dificuldade para competir com outros países por causa do câmbio valorizado e da alta incidência de tributação nos embarques.
Nesse cenário, a primeira medida para dar mais fôlego às empresas no comércio exterior na prática ampliará a utilização de um mecanismo já existente, que em média reduz em 17,5% o custo das mercadorias brasileiras. "Atualmente apenas 25% das firmas exportadoras utilizam o benefício, sobretudo as maiores", afirma o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral. Segundo ele, o mecanismo já vem sendo implantado há alguns anos para desonerar o setor exportador na aquisição de matérias-primas, peças e componentes importados e, desde 2008, é aplicado na compra de insumos nacionais.
Mas a modalidade conhecida como "drawback verde e amarelo" exigia que parte do insumo das empresas fosse adquirida de fornecedores estrangeiros.
A partir de agora as modalidades serão unificadas, e as restrições, que também impediam a utilização do instrumento por parte do setor agrícola, serão extintas. "A medida vai simplificar a utilização por parte de empresas médias, que não precisarão mais criar um departamento de exportação para lidar com essa burocracia", disse.
Mudança fundamental
Para ele, a mudança é fundamental para que a meta do governo de atingir US$ 168 bilhões em exportações em 2010 seja atingida. Segundo o secretário, o governo também negocia uma utilização mais abrangente do mecanismo em relação aos tributos estaduais, como o ICMS, já desonerados na importação, mas ainda incidentes sobre os insumos nacionais. No entanto, alguns Estados estariam preocupados com a possibilidade de empresas manobrarem o benefício para a produção de mercadorias vendidas dentro do país.
Elaborada em conjunto pela Secex (Secretaria de Comércio Exterior) e a Receita Federal, a nova regulamentação deve entrar em vigor até o fim do mês. "Eu já assinei a portaria e espero que ela seja publicada ainda em janeiro", afirmou Barral.
Fonte: Diário do Nordeste - Caderno Negócios
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=716350
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Exportações brasileiras têm maior tombo desde 1950
O pior ano para as exportações brasileiras, até então, tinha sido em 1952, quando as vendas externas do País caíram 19,8% em relação ao ano anterior, segundo os dados divulgados hoje pelo MDIC. Em 1999, ano de crise econômica no Brasil que levou à mudança do regime cambial, as exportações haviam caído 6,1%, o pior desempenho desde o início do Plano Real. Em 1990, no início do governo Collor, as exportações tiveram queda de 8,6%, também em relação ao ano anterior.
O desempenho das exportações em 2009, que atingiram US$ 152,252 bilhões, também ficou abaixo dos US$ 160 bilhões projetados inicialmente pelo MDIC. A área técnica já tinha prevenido, no ano passado, que não seria possível atingir esse saldo das exportações. Com o desempenho, o saldo comercial de 2009, que foi positivo em US$ 24,615 bilhões, é o pior superávit registrado pela balança comercial brasileira desde 2002, quando o saldo foi positivo em US$ 13,195 bilhões.
Muito mais que o saldo total da balança comercial, o desempenho das exportações é fundamental para um retrato da economia. Em 2009, o que sustentou a atividade econômica foi o mercado interno, responsável pela retomada do crescimento econômico depois dos impactos da crise financeira internacional.
Com relação às importações, que fecharam 2009 em US$ 127,637 bilhões, foi verificada uma queda de 25,3% em relação ao ano anterior. Esse é o pior desempenho desde 1953, quando as importações registraram queda de 33,5% ante o ano anterior. Para 2010, o Banco Central prevê exportações de US$ 170 bilhões e importações de US$ 155 bilhões, o que resultará em um superávit menor, de US$ 15 bilhões.
http://br.noticias.yahoo.com/s/04012010/25/economia-exportacoes-brasileiras-maior-tombo-1950.html
ENCERRANDO CICLOS.....

Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba,mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão
sábado, 2 de janeiro de 2010
Espanha vai liderar União Europeia
O primeiro-ministro, José Luis Rodriguez Zapatero, terá a responsabilidade de iniciar o Tratado de Lisboa, que é o novo marco comunitário para revitalizar a UE
Em sua quarta Presidência europeia, o governo espanhol terá agora o desafio de desfazer as dúvidas no caminho da recuperação econômica e do emprego, a consolidação dos direitos cidadãos e reforçar a capacidade de liderança dos 27 países no cenário internacional.
Outra tarefa da Espanha será impulsionar e lidar com o bloco após a aprovação do Tratado de Lisboa, com a ideia de fazê-lo mais forte e coordenado e com capacidade de liderança diante dos desafios como a saída da crise e a mudança climática.
O primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodriguez Zapatero, terá a responsabilidade de iniciar o Tratado de Lisboa, que entrou em vigor em 1º de dezembro e que é o novo marco comunitário para revitalizar a UE, após meses de incerteza política e econômica.
Além disso, o mandato da Espanha vem condicionado pela crise econômica ainda presente no bloco e pela necessidade de incentivar um crescimento sustentável que permita a criação de empregos nos próximos anos na região.
Afiançar a recuperação econômica e lançar uma "nova estratégia de política econômica comum" com uma maior coordenação entre os estados-membros é um dos principais objetivos de Zapatero.
Ele também está disposto a cortar os incentivos fiscais ao setor privado para tornar mais leve o alto deficit público, para que o ano de 2010 alcance um resultado melhor do que apontam as previsões.
O controle migratório é outra meta da Espanha, que defende a unificação dos critérios de contratação de trabalhadores e de repatriação para que entrem ilegalmente na UE.
A Espanha vai tratar de reativar as negociações com o Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai), bloqueadas desde 2004.
A cúpula bienal UE-América Latina, prevista para maio em Madri, será o palco no qual Espanha espera dar um forte impulso a estas negociações.
Fonte: Diário do Nordeste - Caderno Internacional
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=714454