quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Crise contemporânea do Capitalismo
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Redução de déficits europeus vai demorar até 20 anos, prevê FMI
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
No aniversário do programa de estímulo, Obama diz que medida evitou depressão
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Classes A e B são as que mais cresceram na crise, mostra FGV
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Espanha assume presidência da UE anunciando nova estratégia econômica
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2010/01/08/espanha-assume-presidencia-da-ue-anunciando-nova-estrategia-economica.jhtm
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
OIT: mundo perdeu 20 milhões de empregos
O levantamento revela, ainda, que 43 milhões de pessoas podem abandonar o mercado de trabalho por um longo período, principalmente os trabalhadores com baixa qualificação, jovens, mulheres e idosos. Essas pessoas podem cair no desemprego de longa duração ou abandonar por completo o mercado de trabalho. Segundo experiência de crises passadas, o risco é particularmente grave no caso de trabalhadores pouco qualificados, os imigrantes e trabalhadores com idade avançada, afirma a OIT.
O estudo lista um grupo de países que têm adotado medidas eficazes para preservar os postos de trabalho durante a crise e que seguem o Pacto Mundial para o Emprego, sendo um deles o Brasil. O pacto foi um instrumento adotado, em junho, por governos, sindicatos e empregadores, com a coordenação da OIT, para enfrentar a crise econômica.
A OIT critica a demora da reforma do sistema financeiro e diz ter receio de que a falta de regulamentação signifique o ressurgimento de práticas que provocaram a crise.
Fonte: Diário do Nordeste - Caderno Internacional
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=702741
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Governo não vai salvar a Dubai World
O governo de Dubai não vai garantir a dívida da Dubai World e os credores serão afetados no curto prazo pela reestruturação do conglomerado, disse, ontem, o diretor-geral do departamento de Finanças do emirado. Abdulrahman al-Saleh acrescentou que a reação do mercado ao anúncio, feito semana passada, sobre os problemas de dívida do Dubai World foi exagerada e não é condizente com a realidade.
"Eu acho que os bancos não estão em uma posição em que necessitem mais liquidez extra do banco central", disse ele à TV Dubai. "Os credores precisam tomar parte da responsabilidade pela decisão de emprestar às empresas. Eles acham que o Dubai World é parte do governo, o que não é correto", completou.
Moratória
Os principais países afetados pela recente crise econômica mundial passaram por um novo susto com o anúncio, na semana passada, de que a Dubai World, o braço de investimentos do emirado de Dubai - um dos sete que compõem os EAU -, vai adiar por seis meses o pagamento de suas dívidas.
As dívidas da empresa totalizam US$ 59 bilhões; o adiamento solicitado deixa o pagamento para maio de 2010. O pedido de prazo também se aplica para as dívidas da Nakheel, uma companhia do setor imobiliário e subsidiária da Dubai World.
No últimos anos, Dubai elaborou planos ambiciosos para o setor imobiliário na expectativa de se tornar um polo turístico no Oriente Médio. A crise global, no entanto, afetou todos os setores de Dubai, onde depois de seis anos de rápido crescimento, a economia despencou desde meados de 2008 e o mercado imobiliário nos Emirados foi fortemente atingido, com queda nos preços dos imóveis.
No último domingo, o banco central dos EAU (Emirados Árabes Unidos) ofereceu ajuda emergencial aos bancos, acrescentando que continuará monitorando a situação. Sem mais detalhes, em nota a instituição informa que a autoridade monetária do país dará suporte aos bancos e que o sistema bancário dos EAU está mais sólido e líquido hoje do que há um ano. O FMI disse ter recebido bem a decisão do BC dos EAU.
Reestruturação
A Dubai World anunciou na madrugada de terça-feira (horário local) a reestruturação de algumas de suas companhias, entre elas o gigante imobiliário Nakheel, com a possibilidade de incluir a venda de patrimônio. Segundo o conglomerado, a reestruturação envolverá cerca de US$ 26 bilhões em dívidas, das quais US$ 6 bilhões relacionadas a sukuks (títulos islâmicos) da Nakheel.
Mercado
As Bolsas americanas fecharam com ganhos ontem, influenciadas por bons dados macroeconômicos no país, mas passaram quase todo o pregão próximo da estabilidade devido aos temores ainda remanescentes da moratória da dívida da Dubai World.
Fonte: Diário do Nordeste - Caderno Negócios
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=699457
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Dubai pede prazo para pagamento de dívida de US$ 59 bilhões
da BBC Brasil
A empresa de investimentos estatal de Dubai, a Dubai World, pediu nesta quinta-feira aos seus credores um prazo de seis meses para pagar as dívidas relacionadas ao rápido desenvolvimento do emirado.
As dívidas da empresa totalizam U$59 bilhões --uma dívida que a companhia pretende pagar até maio de 2010. O pedido de prazo também se aplica para as dívidas da Nakheel, uma companhia do setor imobiliário e subsidiária da Dubai World.
A empresa ainda indicou o grupo de contabilidade Deloitte LLP para ajudar na reestruturação financeira da Dubai World, fortemente afetada pela crise econômica global.
A crise afetou todos os setores de Dubai, onde depois de seis anos de rápido crescimento, a economia despencou desde meados de 2008 e o mercado imobiliário foi fortemente atingido, com queda nos preços dos imóveis.
Dubai é um dos sete emirados semiautônomos que formam os Emirados Árabes Unidos.
Segundo analistas, o governo está pagando o preço por um modelo econômico exibicionista, centrado no capital estrangeiro e em projetos gigantescos de construção.
Alguns especialistas especulam que o emirado pode ser voltar a Abu Dhabi, que tem uma economia mais conservadora, para pedir ajuda financeira.
O anúncio da Dubai World foi feito na véspera do festival muçulmano Eid al-Adha, que implica no fechamento temporário de diversas empresas e agências do governo até 6 de dezembro.
Fonte: Folha Online - BBC Brasil
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
30/10/2009 - 12h47 FMI destaca retorno do crescimento nos EUA, mas sem cantar vitória
"É uma boa notícia, mas penso que não podemos cantar vitória antes da queda do desemprego. Evidentemente devemos comemorar estas boas notícias, mas não devemos concluir que devemos voltar ao 'business as usual'" (agir como de costume)", declarou em uma entrevista coletiva perto de Roma, por ocasião de um congresso sobre o trabalho.
Segundo o diretor-geral do FMI, "a crise só terminará quando o desemprego diminuir e isto levará muitos meses. O crescimento volta, mas a defasagem entre a recuperação do crescimento e a queda do desemprego levará entre 10 e 12 meses".
"Os próximos 12 meses verão uma alta do desemprego, não penso em consequência que se possa dizer que a crise acabou", completou.
"Devemos continuar absolutamente com (as políticas de) apoio à economia", concluiu.
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2009/10/30/fmi-destaca-retorno-do-crescimento-nos-eua-mas-sem-cantar-vitoria.jhtm
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Crescimento chinês volta a acelerar e PIB avança 7,9% no 2º tri
Segundo dados apresentados nesta quinta-feira, 16, pelo Birô Nacional de Estatísticas (BNE) chinês em entrevista coletiva, o Produto Interno Bruto (PIB) acumulado na primeira metade do ano chegou a 13,98 trilhões de iuans (US$ 2,04 trilhões), o que representa um aumento de 7,1% em relação ao mesmo período de 2008.
O comércio exterior chinês, um dos pilares da economia do país asiático, caiu 23,5% no primeiro semestre do ano em comparação com o mesmo intervalo de tempo do ano passado, para US$ 946,1 bilhões, por causa da crise econômica global.
Segundo o porta-voz do BNE, Li Xiaochao, as exportações sofreram uma diminuição de 21,8%, até US$ 521,5 bilhões, enquanto as importações tiveram queda de 25,4%, para US$ 424,6 bilhões.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) chinês perdeu 1,1% ao longo do semestre. Só em junho, a queda foi de 1,7%.
O que garantiu a retomada do crescimento chinês, segundo o governo, foi a expansão da demanda doméstica, com o aumento das vendas das propriedades e de automóveis.
O porta-voz do BNE acrescentou que a demanda externa permanece fraca e que o lucro das empresas em algumas indústrias e companhias estão caindo. Li advertiu também para a situação do emprego, que ainda enfrenta fortes pressões. Ele disse, entretanto, que o governo vê alguns sinais "ativos" ou desdobramentos positivos na criação de novos empregos durante o primeiro semestre.
Li afirmou ainda que a China utilizará a crise financeira global como uma chance para reestruturar sua economia. Li observou que o aumento nos preços das commodities internacionais tem impacto nos preços locais na China e que o governo monitora de perto a movimentação interna dos preços.
Segundo Li, tanto a inflação quanto a deflação podem afetar negativamente o saudável desenvolvimento da economia chinesa. O governo monitora também o aumento no crédito, disse Li, acrescentando que algumas indústrias operam com capacidade excedente. Analistas estão preocupados com a possibilidade de a expansão da liquidez em meio a recuperação econômica do país possa trazer aumento das pressões inflacionárias e criar bolhas no mercado acionário e imobiliário.
A renda per capita da população urbana chinesa cresceu 9,8% durante o semestre e chegou aos 8.856 iuans (US$ 1.296), enquanto a da população rural, que representa mais de 60% do país, aumentou 8,1%, até os 2.733 iuans (US$ 400).
Fonte: Estadão
http://www.estadao.com.br/noticias/economia,crescimento-chines-volta-a-acelerar-e-pib-avanca-79-no-2-tri,403559,0.htm
Imagem: Bobby Yip/ Reuters
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Fed diz que fim de recessão pode estar perto
Washington, 15 jul (EFE).- A recessão que começou nos Estados Unidos em dezembro de 2007 pode estar perto do fim, mas a recuperação, provavelmente, será muito lenta e as dificuldades para encontrar emprego podem durar anos, disse hoje o Federal Reserve (Fed, o banco central americano).
A entidade divulgou hoje um resumo do que foi discutido nos dias 23 e 24 de junho, durante a reunião de seu Comitê de Mercado Aberto.
"A maioria dos participantes (na reunião) considerou que a economia ainda está bastante frágil e é vulnerável a futuros transtornos adversos", informaram as atas.
"Embora as condições do mercado financeiro tenham melhorado, o crédito continua sendo restrito em muitos setores", acrescentou.
Os responsáveis pela política monetária dos Estados Unidos debateram intensamente sobre a compra de mais bônus do Tesouro como parte de seu plano para manter baixos os juros a longo prazo.
Desde o fim do ano passado a autoridade monetária mantém a taxa básica de juros, de curto prazo, entre 0% e 0,25%.
O Comitê chegou à conclusão de que o melhor era manter sem mudanças o programa de compra de bônus do Tesouro e dívida hipotecária.
"Embora uma expansão destas compras possa dar um apoio adicional à economia, os efeitos de compras mais amplas de ativos, especialmente de títulos do Tesouro, sobre a economia e as expectativas de inflação são incertos", segundo as minutas.
Fonte: Yahoo! Notícias
http://br.noticias.yahoo.com/s/15072009/40/mundo-fed-diz-recessao-perto.html
Imagem: RTP - Rádio e Televisão de Portugal
http://www.rtp.pt/homepage/
sábado, 11 de julho de 2009
Obama nega que EUA precisem de novo pacote de estímulo econômico
Obama tem enfrentado fortes pressões políticas da oposição. Os republicanos já dizem que o plano de estímulo de US$ 787 bilhões (R$ 1,5 trilhão) fracassou.
"Precisamos deixar que o plano atue do jeito que deve, entendendo que, em qualquer recessão, o desemprego tende a diminuir mais devagar de que outros índices da atividade econômica", disse Obama, criticando os republicanos por fazerem oposição sem oferecer alternativas para o país. "O plano não foi desenhado para quatro meses. Ele foi desenvolvido para trabalhar durante dois anos."
Desde que o estímulo foi aprovado, a economia norte-americana perdeu mais de 2 milhões de empregos, e o desemprego atualmente é mais alto de que a Casa Branca previa que atingiria mesmo sem o pacote econômico.
A mensagem do presidente havia sido gravada anteriormente, já que ele se encontra em visita oficial a Gana, onde defendeu a relevância internacional do continente africano.
Fonte: Portal G1 de Notícias
http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1226307-9356,00.html
Crédito da foto: Cancro - Área de Projecto
http://cancro-ap.blogspot.com/
terça-feira, 19 de maio de 2009
Mantega espera crescimento de 3% a 4% para o País no último trimestre do ano
Ministro diz que BRICs devem comandar crescimento mundial, e admite que o Brasil pode ter sofrido recessão técnica
Fonte: http://dinheiro.br.msn.com/financaspessoais/noticia.aspx?cp-documentid=19853418
Crédito da foto: Jornal do ABC Paulista - http://dinheiro.br.msn.com/financaspessoais/noticia.aspx?cp-documentid=19853418
sexta-feira, 24 de abril de 2009
BC já emprestou US$ 23 bi das reservas a empresas, diz Meirelles
O Banco Central já emprestou US$ 23 bilhões das reservas internacionais do país a empresas durante a atual crise, informou nesta sexta-feira o presidente da instituição, Henrique Meirelles.
Ele acrescentou que, desse montante, US$ 10 bilhões já foram pagos. Segundo os dados mais recentes do BC, as reservas internacionais brasileiras somavam US$ 201,3 bilhões em 22 de abril.
Meirelles informou, ainda, que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) cogita estender linhas de crédito para outros países, além da Argentina.
O presidente do BC reafirmou que é "intrigante" o fato de os economistas baixarem seguidamente suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) do país e não reduzirem na mesma proporção a previsão de inflação.
O BC consulta semanalmente cerca de cem instituições financeiras que atuam no país para saber o que elas prevêem para os principais indicadores econômicos.
Há sete semanas, os analistas ouvidos previam que o PIB brasileiro cresceria 1,5% neste ano; hoje, a projeção é de retração de 0,49%. Para a inflação, a estimativa para 2009 caiu de 4,66% para 4,23% no mesmo período.
Meirelles disse, ainda, que o Brasil sairá mais forte da crise.
(Com informações da Reuters)
Fonte: http://economia.uol.com.br/ultnot/2009/04/24/ult4294u2511.jhtm
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Reunião do G20 anuncia novas medidas
Os líderes das maiores economias do mundo, reunidos na cúpula do G20, em Londres, chegaram nesta quinta-feira a um acordo sobre medidas para combater a crise financeira mundial.
Além da injeção de recursos financeiros, os líderes também concordaram com outros pontos, como a imposição de sanções a paraísos fiscais, a necessidade de concluir a Rodada Doha de liberalização do comércio mundial e de denunciar países que adotem medidas protecionistas.
Os líderes dos países do G20 decidiram triplicar para US$ 750 bilhões o volume de recursos disponível para o FMI, órgão que ajuda países em dificuldade. Esse montante inclui US$ 250 bilhões em SDR (Special Drawing Rights, ou Direitos Especiais de Saque).
Os líderes concordaram ainda com novas medidas duras para regular as instituições financeiras, incluindo sanções contra paraísos fiscais que soneguem informações.
Há algum dinheiro novo, mas não tanto quanto parece. A maior parte dos US$ 250 bilhões para estimular o comércio mundial virá de programas já existentes, e apenas US$ 50 bilhões deverão ser destinados a países pobres.
As medidas vão restaurar a economia mundial?
O mais importante é saber como os países continuarão a incentivar suas economias por meio de estímulos fiscais. O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, que era o anfitrião da cúpula do G20, disse que "estamos no meio de uma expansão fiscal que verá, até o final do próximo ano, uma injeção de US$ 5 trilhões em nossas economias".
O que ficou de fora das medidas definidas na cúpula de Londres?
A discussão da proposta feita pela China de uma nova moeda internacional foi adiada.
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1071156-9356,00-ENTENDA+AS+MEDIDAS+ANUNCIADAS+NA+CUPULA+DO+G.html
Imagem: http://g1.globo.com/Noticias/0,,GF69645-9356,00-VEJA+FOTOS+DA+CUPULA+DO+G+EM+LONDRES.html
quinta-feira, 2 de abril de 2009
A transição para a sustentabilidade

