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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Estão abertas as inscrições para o Seminário de Operações de Comércio Exterior


03/06/2011

Estão abertas as inscrições para o Seminário de Operações de Comércio Exterior
Brasília (3 de junho) – Estão abertas as inscrições para o quarto Seminário de Operações de Comércio Exterior deste ano, que será realizado no dia 28 de junho. As palestras serão sobre os temas: Novoex – Siscomex Exportação Web – Módulo Comercial; Licenças de Importação de máquinas e equipamentos novos e usados; Drawback Integrado nas Modalidades Suspensão e Isenção; Cotas de Importação – Informações Gerais.
Os interessados devem se inscrever enviando mensagem para o e-mail: seminario.com.ext@mdic.gov.br, informando nome completo, empresa ou órgão, cargo ou função, telefone e e-mail para contato. Além das palestras, haverá atendimento de casos específicos (despachos executivos) de operações de cotas, exportações, importações e drawback. Quem quiser ter acesso ao atendimento deve informar o interesse no e-mail de inscrição.
   
Promovidos pelo Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex) da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), os seminários são gratuitos e abertos a todos os interessados.
As edições seguintes ocorrerão entre julho e setembro. A secretária de Comércio Exterior, Tatiana Lacerda Prazeres, destaca que o objetivo dos eventos é “aproximar a Secex dos usuários e prestar o auxílio necessário para facilitar o trabalho dos operadores de comércio exterior”.
Mais informações para a imprensa: Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027-7190 e 2027-7198
ascom@mdic.gov.br

sábado, 10 de julho de 2010

Balança Comercial


MDIC: exportações do NE se destacam entre janeiro e junho

As exportações do Nordeste foram as que mais cresceram no comparativo com o primeiro semestre de 2009
9 de julho de 2010 - 20:51 - Por Redação (Tendências e Mercado)
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Foto: Divulgação
A página eletrônica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) disponibiliza hoje (9/7) as informações referentes à balança comercial dos estados e do Distrito Federal, e também de 2.187 municípios brasileiros que exportaram e importaram no período entre janeiro e junho de 2010 (121 dias úteis).
Na balança comercial semestral dos municípios, a novidade foi Angra dos Reis (RJ), que exportou US$ 4,4 bilhões no período e ficou em primeiro lugar no ranking nacional, ultrapassando as vendas de São Paulo (US$ 2,9 bilhões). No primeiro semestre do ano passado, o município fluminense havia ficado em oitavo lugar (US$ 1,587 bilhão em exportações) e a capital paulista em primeiro (US$ 2,763 bilhões).
Na lista dos demais municípios exportadores no primeiro semestre deste ano, estão Santos (SP) – US$ 2,3 bilhões; Parauapebas (PA) – US$ 2,3 bilhões; e São José dos Campos (SP) – US$ 2,2 bilhões.
No levantamento por regiões, as exportações do Nordeste foram as que mais cresceram no comparativo com o primeiro semestre de 2009, com expansão de 51,38%, passando de US$ 5,09 bilhões para US$ 7,7 bilhões. Em sequencia, ficaram as Regiões Sudeste (38,50%) – de US$ 35,9 bilhões para US$ 49,7 bilhões; Norte (11,33%) – de US$ 4,8 bilhões para US$ 5,3 bilhões; Sul (9,73%) – de US$ 15,6 bilhões para US$ 17,1 bilhões; e Centro-Oeste (7,68%) – de US$ 7,3 bilhões para US$ 7,9 bilhões.
Quanto às importações, a classificação por região ficou inalterada em comparação com o mesmo período do ano passado: Sudeste (US$ 45,7 bilhões), Sul (US$ 17,2 bilhões), Nordeste (US$ 7,7 bilhões), Centro-Oeste (US$ 4,7 bilhões) e Norte (US$ 5,6 bilhões).
Informações do MDIC.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Sistema do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) é importante ferramenta de consulta

AgroStat facilita consulta de resultados agropecuários


Foto: Agência Brasil

Foto: Agência Brasil

Os interessados em comércio internacional do agronegócio encontram, no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), uma ferramenta de consulta a todos os números de exportação, importação e saldo de produtos agropecuários.

O AgroStat Brasil é uma base de dados on-line que oferece visão detalhada e atualizada do comércio internacional brasileiro do agronegócio desde janeiro de 1997.

As estatísticas de valor (em dólares) e quantidade (em quilogramas) exportada podem ser consultadas por meio da seleção de períodos (mês e períodos acumulados no ano), de países, blocos e regiões geográficas de origem ou destino, unidades da federação e portos de entrada e saída de mercadorias, setores e produtos comercializados.

O banco de dados inclui mais de dois mil itens tarifários da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). As mercadorias selecionadas têm como fonte dos dados o Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), administrado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Como acessar : O uso desse sistema é gratuito. Basta que o interessado preencha a ficha de cadastro, informando o e-mail institucional para receber a senha de acesso, no site: www.agricultura.gov.br/agrostat.

Fonte: Tendências e Mercado.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Exportações brasileiras têm maior tombo desde 1950

O impacto da crise financeira internacional no comércio mundial provocou o maior tombo das exportações brasileiras em um único ano desde 1950, quando teve início a série histórica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). As exportações brasileiras caíram 22,2% em 2009, como reflexo da retração da demanda mundial.

O pior ano para as exportações brasileiras, até então, tinha sido em 1952, quando as vendas externas do País caíram 19,8% em relação ao ano anterior, segundo os dados divulgados hoje pelo MDIC. Em 1999, ano de crise econômica no Brasil que levou à mudança do regime cambial, as exportações haviam caído 6,1%, o pior desempenho desde o início do Plano Real. Em 1990, no início do governo Collor, as exportações tiveram queda de 8,6%, também em relação ao ano anterior.

O desempenho das exportações em 2009, que atingiram US$ 152,252 bilhões, também ficou abaixo dos US$ 160 bilhões projetados inicialmente pelo MDIC. A área técnica já tinha prevenido, no ano passado, que não seria possível atingir esse saldo das exportações. Com o desempenho, o saldo comercial de 2009, que foi positivo em US$ 24,615 bilhões, é o pior superávit registrado pela balança comercial brasileira desde 2002, quando o saldo foi positivo em US$ 13,195 bilhões.

Muito mais que o saldo total da balança comercial, o desempenho das exportações é fundamental para um retrato da economia. Em 2009, o que sustentou a atividade econômica foi o mercado interno, responsável pela retomada do crescimento econômico depois dos impactos da crise financeira internacional.

Com relação às importações, que fecharam 2009 em US$ 127,637 bilhões, foi verificada uma queda de 25,3% em relação ao ano anterior. Esse é o pior desempenho desde 1953, quando as importações registraram queda de 33,5% ante o ano anterior. Para 2010, o Banco Central prevê exportações de US$ 170 bilhões e importações de US$ 155 bilhões, o que resultará em um superávit menor, de US$ 15 bilhões.


http://br.noticias.yahoo.com/s/04012010/25/economia-exportacoes-brasileiras-maior-tombo-1950.html

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Média diária exportada sobe 9,5% na 3ª semana do mês

BRASÍLIA - As exportações brasileiras somaram US$ 2,977 bilhões na terceira semana de outubro (12 a 18), com média diária de US$ 744,3 milhões. Esse desempenho médio foi 9,5% superior ao verificado até a segunda semana do mês (US$ 679,9 milhões), segundo dados divulgados hoje pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).



O bom desempenho das exportações na terceira semana do mês foi causado pelos embarques de produtos básicos (21,1%), principalmente, petróleo em bruto, minério de ferro, carne de frango e bovina, fumo em folhas e soja em grão; e manufaturados (1,8%), com destaque para aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, polímeros plásticos, suco de laranja e pneus. Na mesma comparação, as exportações de semimanufaturados tiveram queda de 15,3%, por conta das menores vendas de celulose, semimanufaturados de ferro ou aço, couros e peles e óleo de soja em bruto.



As importações totalizaram US$ 2,440 bilhões na terceira semana de outubro, com média diária de US$ 610 milhões, o que também representou um aumento de 7,2% ante a média verificada até a segunda semana do mês (US$ 569 milhões). Segundo os dados do MDIC, no período, cresceram as aquisições de equipamentos mecânicos e eletroeletrônicos, automóveis e partes, adubos e fertilizantes e instrumentos de ótica e precisão.



No mês, as exportações atingiram US$ 7,736 bilhões, com média diária de US$ 703,3 milhões. Esse desempenho médio diário foi 16,4% menor que o registrado em outubro de 2008 (US$ 841,5 milhões), porque houve queda das vendas externas de produtos das três categorias. As exportações de semimanufaturados caíram 21,6%, com retração das vendas de óleo de soja em bruto, ferro fundido, ferro-ligas, semimanufaturados de ferro e aço, couros e peles e celulose. Já as vendas de manufaturados tiveram queda de 21,2%, principalmente celulares, automóveis, autopeças, motores e geradores elétricos, aviões e açúcar refinado.



As exportações de produtos básicos caíram 6,6%, no mesmo período de comparação, motivadas pelas menores vendas de minério de ferro, café em grão, soja em grão, carne bovina e de frango e farelo de soja. Na comparação com setembro deste ano, quando a média diária exportada foi de US$ 660,2 milhões, houve crescimento de 6,5%, por conta das vendas de produtos básicos (+16,3%) e semimanufaturados (+10,5%). As exportações de manufaturados, nesta base de comparação, caíram 2,6%.



As importações somam no mês US$ 6,423 bilhões, com média diária de US$ 583,9 milhões, uma queda de 25,2% ante a média importada em outubro de 2008 (US$ 781 milhões). Essa queda foi motivada pelas menores compras de combustíveis e lubrificantes (-55,2%), siderúrgicos (-42,9%), adubos e fertilizantes (-37,7%), produtos de borracha (-32,5%) e automóveis e partes (-16,4%).



Na comparação com setembro último, quando a média diária importada foi de US$ 596,9 milhões, houve retração de 2,2%, que foi motivada pelas compras de aeronaves e partes (-35,2%), combustíveis e lubrificantes (-26,8%), automóveis e partes (-5,9%) e equipamentos elétricos e eletrônicos (-3,9%).

http://www.estadao.com.br/noticias/economia,media-diaria-exportada-sobe-95-na-3-semana-do-mes,453044,0.htm