MARCO HISTÓRICO
Fonte: Jornal Diário do Nordeste. Caderno Negócios. Fortaleza, 24 de janeiro de 2010.
MARCO HISTÓRICO
Fonte: Jornal Diário do Nordeste. Caderno Negócios. Fortaleza, 24 de janeiro de 2010.
TEMOR DE COLAPSO NO PECÉM
Fonte: Jornal Diário do Nordeste. Caderno Negócios. Fortaleza, 23 de janeiro de 2010.
Foto: Agência Brasil
Os interessados em comércio internacional do agronegócio encontram, no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), uma ferramenta de consulta a todos os números de exportação, importação e saldo de produtos agropecuários.
O AgroStat Brasil é uma base de dados on-line que oferece visão detalhada e atualizada do comércio internacional brasileiro do agronegócio desde janeiro de 1997.
As estatísticas de valor (em dólares) e quantidade (em quilogramas) exportada podem ser consultadas por meio da seleção de períodos (mês e períodos acumulados no ano), de países, blocos e regiões geográficas de origem ou destino, unidades da federação e portos de entrada e saída de mercadorias, setores e produtos comercializados.
O banco de dados inclui mais de dois mil itens tarifários da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). As mercadorias selecionadas têm como fonte dos dados o Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), administrado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Como acessar : O uso desse sistema é gratuito. Basta que o interessado preencha a ficha de cadastro, informando o e-mail institucional para receber a senha de acesso, no site: www.agricultura.gov.br/agrostat.
Fonte: Tendências e Mercado.
22/01/2010 16:37:43
Sextante
Como estratégia para reavivar as negociações globais sobre o clima, o BASIC – forma como vem sendo chamado o grupo Brasil, África do Sul, Índia e China – vai propor um fundo conjunto para ajudar os países pobres a se adaptarem ao aquecimento global. A informação veio do Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, durante uma entrevista na quarta-feira (20/1).
“A proposta é ajudar os países muito pobres a se adaptarem às mudanças climáticas”, disse. Ele informou também que a China já expressou interesse no projeto.
Essa é a primiera tentativa concreta de injetar novo ânimo nas negociações sobre o clima depois que Copenhague falhou em produzir um acordo abrangente e definitivo.
Outro objetivo do encontro do BASIC é salientar a necessidade dos países ricos, particularmente os EUA , fazerem mais pela questão climática. “Os recursos que nós alocaremos servirão para chamar atenção dos países ricos sobre como eles vêm fugindo as suas responsabilidades”, reforçou o ministro.
Segundo Minc, o BASIC tentará encontrar um padrão comum para suas metas de emissão utilizando o mesmo sistema de mensuração. No caso brasileiro, o país espera reduzir suas emissões em 39% até 2020, enquanto a China prometeu cortar a quantidade de dióxido de carbono produzida por cada unidade de crescimento econômico em 40% a 45% no mesmo período.
Durante a COP15, o BASIC fechou um acordo não vinculativo com princípios básicos, juntamente com os EUA, em Copenhague. Entretanto, outras nações em desenvolvimento disseram que os países ricos e industrializados não estavam oferecendo cortes de emissões suficientes e se disseram preocupadas sobre a possibilidade de não receberem tecnologia e recursos suficientes para enfrentar as mudanças climáticas.
As nações que compõem o BASIC também vão procurar uma posição comum para transferência de tecnologia. Minc propõe medidas para criação de parcerias nas quais os países pobres não serão apenas providos de acesso à tecnologia, mas receberão assistência para aplicá-la corretamente. O encontro acontece esse final de semana, em Nova Délhi.
Fonte: Mercado Ético
CONSTRUÇÃO DE PLATAFORMAS DE PETRÓLEO
O ministro Guido Mantega (Fazenda) revelou nesta quinta-feira que o governo trabalha com uma projeção de 5,2% para o crescimento da economia brasileira neste ano. Para o ano passado, a Fazenda considera um incremento do PIB (Produto Interno Bruto) de somente 0,1%.
Os números constam de apresentação feita hoje em reunião ministerial na Granja do Torto, em Brasília. O material mostra ainda que o governo uma taxa de crescimento em torno de 5% ao ano até 2014. Em dezembro passado, o ministro Mantega já havia afirmado que o país cresceria "em torno de 5%" neste ano.
O mercado estima um crescimento de 5,08% da economia neste ano, conforme consta na última edição do boletim Focus, elaborado pelo Banco Central a partir das projeções de uma centena de instituições financeiras.
Para este ano, a Fazenda considera que a demanda interna deve crescer 7,3%, enquanto estima uma contração em torno de 21% para a demanda externa. O consumo das famílias deve ter um aumento de 6,1%, enquanto a taxa de investimento (Formação Bruta de Capital Fixo) pode crescer 16,1%.
Ainda de acordo com as projeções da Fazenda, a produção industrial terá um incremento de 7,1%. No tocante ao mercado de trabalho, o Ministério trabalha com a estimativa de 1,6 milhão de empregos criados em 2010 (já consideradas as vagas fechadas). Se concretizado, seria a maior geração de postos de trabalho desde 2007, quando o país gerou 1,617 milhão de postos novos.
Ainda sobre emprego, em um ano eleitoral, a Fazenda estima uma elevação de 6% da massa salarial em 2010, repetindo o desempenho verificado em 2008.
Fonte: Folha OnLine
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u682721.shtml
Micro-créditos beneficiaram mais de 11 mil pequenos comerciantes dos bairros de Recife
Foto: Divulgação
Mais de 11 mil pequenos comerciantes tiveram acesso ao crédito através de ações do Banco do Povo, da Prefeitura do Recife, durante todo o ano de 2009, segundo balanço anual feito pela Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Recife.
O valor médio do crédito também aumentou de R$ 980,78 para R$ 1.176,76 e o montante anual subiu de R$ 10.776.860,83 para R$ 13.210.259,07.
Além do acesso ao crédito aos cidadãos que já possuíam ou que pretendiam montar um negócio, foram realizados cursos com o objetivo de oferecer capacitações adequadas ao perfil do empreendedor e consultorias para contribuir com o desenvolvimento de estratégias de organização dos empreendedores.
Os cursos oferecidos pelo Programa foram o de Criação de Novos Negócios e o de Viabilidade de Negócios; além dos modulares em Marketing e Vendas, Controle de Custos, Controle Administrativo e Gerenciamento.
O atendimento do Banco do Povo é realizado na Sede da Prefeitura, no Centro Público de Casa Amarela, no Centro Público do Totó (Bido Krause) e no Sistema Público de Emprego e Renda, no bairro do Recife, além de ações de mutirão em visitas à diversos outros bairros.
Através de parcerias o Banco do Povo participou do Projeto Identidade Cidadã e de palestras informativas em Escolas de cursos profissionalizantes. Desde 2001 foram liberados créditos a 43.815 clientes, totalizando quase R$ 50 milhões, além da capacitação de mais de 5.700 cidadãos da cidade.
Fonte: Tendências e Mercado. http://www.tendenciasemercado.com.br/negocios/pe-banco-do-povo-concedeu-mais-de-r-13-mi-em-2009/
As exportações do Brasil ao mundo árabe renderam US$ 9,4 bilhões em 2009. Houve uma redução de 4,36% em relação ao ano anterior. A queda, porém, foi menor do que a registrada nas vendas externas brasileiras como um todo (-22%), o que fez com que a participação do Oriente Médio e do Norte da África como destinos das mercadorias nacionais aumentasse de 4,96% em 2008 para 6,14% no ano passado.
Os dados foram divulgados pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira. “Em termos relativos, as relações comerciais do Brasil com os países árabes foi muito importante em 2009 por causa do decréscimo no comércio mundial”, disse o presidente da Câmara Árabe, Salim Taufic Schahin, em entrevista coletiva realizada na sede da entidade, em São Paulo.
Além da crise financeira mundial, que prejudicou o comércio internacional como um todo, Schahin destacou que a valorização do real frente ao dólar também prejudicou as exportações brasileiras. “O câmbio flutuante é assim, às vezes ele nos ajuda, às vezes ele nos atrapalha em relação às exportações”, declarou.
Se a crise desacelerou o comércio mundial, acabou por influenciar um forte superávit na balança comercial do Brasil com os países árabes. As importações brasileiras de mercadorias do mundo árabe somaram US$ 5,22 bilhões no ano passado, uma redução 50,19% em comparação com 2008, resultando num saldo de US$ 4,18 bilhões.
“[A balança] resultou num saldo muito importante”, afirmou Schahin. “A tendência é termos pequenos superávits nos próximos anos”, acrescentou. Os principais itens importados pelo Brasil do mundo árabe são petróleo e derivados. A diminuição da demanda e a queda do preço da commodity jogaram para baixo o volume e o valor das importações.
Agronegócio
Na seara das exportações, o presidente da Câmara Árabe destacou o desempenho do agronegócio. “O Brasil é bastante competitivo nas exportações do agronegócio ao mundo árabe”, disse.
As carnes, tanto de frango como bovina, foram os principais itens da pauta, embora tenha ocorrido uma redução de 1,93% na receita dos embarques de 2008 para 2009. Ele acredita, no entanto, que as vendas de carnes devem retomar o crescimento já este ano, pois “há grande demanda no mundo árabe”
Em segundo lugar na pauta ficou o açúcar, com um crescimento de 44,75%. Schahin destacou que as exportações brasileiras de açúcar foram beneficiadas pela queda de produção na Índia, que, além de não exportar em 2009, teve que importar para abastecer seu mercado interno. “Eu acredito que este ano ainda vamos ter crescimento das exportações de açúcar”, declarou.
Ele destacou ainda outros produtos agropecuários como soja, milho e lácteos, que começaram a ganhar maior espaço nos negócios com o mundo árabe e devem crescer ainda mais nos próximos anos.
Manufaturados
Depois das carnes e do açúcar, os dois outros itens mais exportados em 2009 foram minério de ferro e aeronaves. Para Schahin, o grande desafio é ampliar as vendas de produtos manufaturados. No caso da Embraer, ele disse que espera recuperação dos negócios com o mundo árabe a partir de 2011. “O mundo árabe é um mercado bastante importante para a empresa”, disse.
Na mesma linha, ele acredita que haverá também recuperação da exportação de outros veículos e autopeças a partir de 2011. Alguma retomada, porém, deve ocorrer já este ano. De 2008 para 2009, as vendas desse setor ao mundo árabe caíram pela metade.
Os principais destinos dos produtos brasileiros no mundo árabe em 2009 foram Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito e Argélia. (Alexandre Rocha - Agência de Notícias Brasil-Árabe - www.anba.com.br)
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http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notasemp10/emp200120103.htm
As vendas de veículos no Japão caíram 9,1% em 2009, depois que as perdas da indústria automobilística diminuíram desde agosto por causa das ajudas governamentais. O balanço foi divulgado, nesta segunda-feira, pela Associação Japonesa de Distribuidores de Veículos.
O setor espera recuperação em 2010 impulsionada pela venda de veículos híbridos eficientes, depois que o número de veículos vendidos em 2009 foi de 2,92 milhões, a primeira queda em 38 anos abaixo dos 3 milhões registrados.
A inclusão dos miniveículos, com motores abaixo de 660 cilindradas e que representam uma parte importante das vendas de carros no Japão, posicionou o terceiro mercado mundial automobilístico (atrás da China e dos EUA) em 4,6 milhões, a primeira queda abaixo dos 5 milhões desde 1978.
A contração do mercado automobilístico japonês foi menor do que a esperada pelo setor como consequência da crise econômica global, que se agravou no último trimestre de 2008 e abalou o consumo na segunda economia mundial.
As ajudas e descontos do governo japonês para a compra de veículos mais eficientes e menores fizeram com que as vendas se recuperassem progressivamente desde meados do ano passado e que as expectativas para 2010 subissem para 4,1% anual, até 4,8 milhões de unidades.
Com o objetivo de impulsionar a recuperação do setor automobilístico japonês, o Executivo decidiu recentemente prorrogar por mais seis meses os descontos e as deduções fiscais à compra de veículos, diante do prazo inicial fixado em março, fim do atual ano fiscal.
Graças às políticas públicas, os fabricantes japoneses melhoraram suas expectativas de vendas e produção ao longo do ano.
Estimulados por descontos de até 250 mil ienes (cerca de 1,8 mil euros) pela substituição de um veículo velho por um novo e isenções de imposto em carros menos poluentes, os consumidores impulsionaram um mercado que perdeu o vigor dos anos 80 e 90.
Uma população mais envelhecida e a densidade demográfica, que impede que os preços de estacionamentos e pedágios concorram com o transporte público, reduziram a importância do Japão no mercado automobilístico mundial, enquanto Brasil, China e Índia ganharam espaço.
No entanto, na segunda metade de 2009, as concessionárias japonesas melhoraram as vendas de carros híbridos, elétricos, a gás natural e alguns a diesel, que se beneficiaram da isenção de impostos e da competição de preços e tecnologia que contribuiu para a modernização do sofisticado parque japonês.
O sucesso de vendas do ano foi a última geração do Toyota Prius, que, com ajudas e descontos do governo japonês, pode ficar mais barato do que o preço médio de 18 mil euros, muito abaixo dos preços na Europa.
Este modelo híbrido chegou às lojas em maio e, em poucos meses, tornou-se o carro mais vendido do Japão, desbancando o Honda Insight, de tecnologia semelhante.
A concorrência para serem considerados veículos elegíveis para os descontos governamentais favoreceu a compra dos veículos de pequeno porte, como o Honda Fit, o Suzuki Swift e os modelos da Diahatsu (filial da Toyota) e da Mitsubishi.
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Fonte: Portal G1 de Notícias
O Nordeste liderou a expansão do crédito nos últimos 12 meses. Dados do Banco Central (BC) mostram que o total de empréstimos naquela região cresceu 29,3% de setembro de 2008 a setembro de 2009. Esse ritmo é quase três vezes maior que o verificado nos três Estados do Sul, por exemplo, onde o avanço foi de 11,3%.
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Fonte: Jornal Diário do Nordeste. Caderno Negócios. Fortaleza, 17 de janeiro de 2010.
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Sextante