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domingo, 2 de outubro de 2011

Relações Brasil-União Europeia

02/10/2011 - 14h07

Após cinco anos de suspensão, Dilma tenta destravar acordo Brasil-União Europeia

Renata Giraldi
Da Agência Brasil
Em Brasília



No primeiro dia de reuniões da 5ª Cúpula Brasil-União Europeia, na Bélgica, a presidente Dilma Rousseff vai reiterar a preocupação com os impactos da crise econômica internacional. Dilma vai defender a parceria estratégica com o bloco como alternativa para amenizar os prejuízos causados pela crise. Ela também deverá destacar que o Brasil está disposto a colaborar com os europeus no que for necessário. Em outra frente, Dilma vai tentar destravar um acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, cujas negociações foram suspensas em 2006.


Para a presidente, um dos mercados que deveriam ser abertos aos brasileiros na Europa é o setor de serviços. Porém, há resistências dos europeus, que temem a competição.
A presidente deverá lembrar ainda que o desenvolvimento sustentável não pode ser excluído da pauta de discussões. O assunto é o principal tema da Conferência Rio+20, que ocorrerá no Rio de Janeiro entre 28 de maio e 6 de junho de 2012. Será a maior conferência mundial sobre preservação ambiental, desenvolvimento sustentável e economia verde.
Paralelamente, Dilma tratará dos temas que interessam às negociações envolvendo Mercosul e União Europeia. Há articulações para que seja fechado, ano que vem, um acordo de livre comércio entre os dois blocos econômicos. Segundo especialistas, com o acordo, as possibilidades de negócios e de geração de empregos serão multiplicadas.
Porém, a negociação sofre resistências de alguns governos, como o da França, que teme, por exemplo, a competição com a carne produzida na América do Sul. Outra negociação envolve a indústria manufatureira. As negociações para criação do livre comércio entre os dois blocos foram interrompidas em 2006 e só foram retomadas este ano.
Nos discursos recentes que fez na Organização das Nações Unidas (ONU) e no Peru, Dilma disse que a crise não foi causada pelos emergentes, e sim, pelos países mais ricos. Ela se referiu aos Estados Unidos e aos europeus.
A presidente desembarcou hoje (2) em Bruxelas, capital da Bélgica. Além de participar da reunião de cúpula com a União Europeia, ela foi convidada abrir o 23º Europalia, o maior festival europeu de cultura que, este ano, vai homenagear o Brasil. Também está previsto um encontro com o rei Albert II, da Bélgica. De Bruxelas, a presidente segue para a Bulgária, onde vai conhecer a família do pai dela, Pedro Rousseff, que emigrou para o Brasil e nunca mais voltou.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Relações internacionais - Brasil e China

11/04/2011 - 03h50

Dilma tenta inaugurar nova etapa em relação com China


A presidente Dilma Rousseff chegou a Pequim nesta segunda-feira para uma visita de seis dias em que tentará inaugurar uma nova etapa na relação do Brasil com a China.

"A China é uma grande compradora de commodities. Nos interessa que continue sendo uma grande compradora, mas nos interessa também abrir uma nova etapa nessa relação em que a gente seja parceiro na área de ciência e tecnologia e na área de pesquisa", disse o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Fernando Pimentel.

"O objetivo da visita da presidente Dilma é inaugurar essa nova etapa. Não queremos perder a China como parceiro, mas queremos qualificar mais nossa relação com a China", acrescentou Pimentel, após participar, ao lado da presidente, de um encontro com o CEO da Huawei, Ren Zhengfei.

Pimentel anunciou ainda que a empresa chinesa de equipamentos de telecomunicações e computação vai investir cerca de US$ 300 milhões no Brasil na construção de um centro de pesquisa e tecnologia e também doar US$ 50 milhões em equipamentos para universidades brasileiras.

"Começamos com pé direito", comemorou Pimentel.

A busca por mais e "melhores" investimentos chineses ocorre no momento em que a China desponta como um dos principais investidores do mundo, o quinto maior, segundo o governo chinês.

No ano passado, investiu US$ 59 bilhões no exterior, segundo o Ministério do Comércio. A maior parte teve como alvo obter acesso a commodities na área de petróleo e mineração, mas há, segundo analistas, potencial para uma maior diversificação.

Reciprocidade
Em Pequim, Dilma Rousseff terá uma reunião com o presidente Hu Jintao para discutir o "aprofundamento da parceria estratégica sino-brasileira". Nas palavras de Dilma Rousseff à agência estatal chinesa Xinhua, em entrevista ainda no Brasil, essa relação deve ser baseada na "reciprocidade".

O grande desafio de Dilma Rousseff nesta primeira viagem à China como presidente é criar bases para uma maior diversificação da pauta de exportações brasileiras, garantir melhor tratamento a empresas na China, como a Embraer, e também atração de investimentos em setores que não apenas o de extração de recursos naturais.

"Esta é uma relação que, eu acredito, será muito bem desenvolvida entre os dois países porque há algumas áreas em que a China pode ser crucial para o Brasil e outras em que o Brasil pode ser crucial para a China (...) baseada em um conceito que eu considero muito importante em uma relação entre iguais: a reciprocidade", disse Dilma Rousseff à Xinhua.

Desvantagem
Os números que embasam a defesa do discurso da reciprocidade são bem claros. A China se tornou o principal parceiro comercial do Brasil em 2009. Mas as características dessa pauta comercial deixam o Brasil, na opinião de muitos setores, em posição de desvantagem.

Cerca de 95% das exportações brasileiras para a China são de matérias-primas. A via contrária, da China para o Brasil, é dominada quase em sua totalidade por produtos industrializados.

Além de principal parceiro comercial, o país se tornou também o principal investidor estrangeiro no Brasil em 2010. E também a área de investimentos diretos reflete a sede chinesa por commodities que sustentem seu crescimento.

Segundo o Centro de Estudos Brasileiros da Academia Chinesa de Ciências Sociais, 85% dos investimentos no Brasil estão nos ramos de mineração e petróleo.

Além disso, empresas brasileiras como a Embraer enfrentam grandes dificuldades em suas operações na China. Há expectativa de que um acordo seja anunciado nesta visita para encomenda de jatos da Embraer por uma empresa chinesa, o que poderia representar um avanço na solução de uma questão polêmica que se arrasta há anos.

Cooperação
Em entrevista à BBC Brasil, o diretor do Centro de Pesquisa Econômica da Universidade de Pequim, Yang Yao, disse que o Brasil deveria buscar mais cooperação da China em busca de competitividade.

"O que o Brasil realmente precisa é de investir o que ganha com recursos naturais em ampliar sua capacidade industrial", disse Yang Yao.

"E a China pode oferecer algum tipo de ajuda nesta área aumentando seus investimentos no país. O Brasil deveria encorajar mais investimentos da China para incentivar sua manufatura e infraestrutura", recomendou.

Agenda
Na China, Dilma Rousseff deve assinar uma série de acordos bilaterais em áreas como ciência e tecnologia, defesa, agricultura, energia e educação. No campo empresarial, serão firmados acordos nos setores de energia, telecomunicações e eletrônica.

Além da visita oficial à China, sua terceira viagem ao exterior desde que tomou posse, Dilma Rousseff participa, na cidade de Sanya, da cúpula dos países que integram o grupo dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e que passa agora a incluir a África do Sul).

De lá, vai para a cidade de Boao para participar do Fórum de Boao para a Ásia, um encontro de empresários da região.

O roteiro prevê ainda uma visita à cidade de Xi'an, na província de Shanxi, onde a presidente visitará o centro de pesquisa de uma empresa chinesa, ZTE, com interesses no Brasil.

Dilma Rousseff embarca de volta à Brasília no sábado.

sábado, 19 de março de 2011

Relações Internacionais e Indicadores de Sustentabilidade

A Ocde e os indicadores de sustentabilidade 

Para alimentar o sonho de um mundo melhor, a OCDE, com o apoio do Banco da Itália e do Centro de Pesquisa da Comissão Europeia (CCI), reuniu em Roma um exército de especialistas sobre o tema “Podemos medir a felicidade? O que estas medidas significam para a ação pública?” para verificar em que medida o bem- estar pode afetar os modelos econômicos e a ação governamental. A felicidade não é uma ideia nova, no entanto, continua difícil de se medir. Esse foi, também, um dos objetivos atribuídos pela OCDE, no âmbito do fórum mundial, em Istambul, em junho de 2007. 

Visita de Barak Obama ao Brasil

Divulgação

19/03/2011 - 09h08
Brasil e EUA assinam acordos no Itamaraty antes da chegada de Dilma e Obama
Maurício Savarese
Do UOL Notícias
Em Brasília
Brasil e Estados Unidos assinaram dez acordos, incluindo as áreas esportiva, energética, aeroespacial e educacional neste sábado (19), pouco antes de o presidente americano, Barack Obama, encontrar-se com sua colega brasileira, Dilma Rousseff. O mandatário chegou a Brasília por volta das 7h30, para uma viagem que inclui Chile e El Salvador.
No Palácio Itamaraty, os ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores) e Edison Lobão (Energia) e o presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães, assinaram acordos junto do embaixador americano Thomas Shannon. Dilma e Obama, mais tarde, vão ratificar os acertos entre os dois países.
Um dos acordos cria a  Comissão Brasil-Estados Unidos para Relações Econômicas e Comerciais para promover "a remoção de obstáculos desnecessários ao comércio bilateral e ao investimento". A padronização de medidas fitossanitárias e visitas mútuas anuais estão entre as políticas acertadas pelos países.
Outro acordo sacramenta a disposição americana de investir na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. Os EUA, que desejam receber o evento futebolístico em 2026 e que investem pesadamente em esportes olímpicos, vão junto do Brasil promover parcerias público-privadas e programas de ensino de inglês, entre outras medidas.
Os países assinaram ainda um acordo para facilitar o tráfego aéreo para empresas brasileiras e americanas. O acordo visa reduzir custos operacionais e desburocratizar as viagens, permitindo que aviões sobrevoem o espaço aéreo dos dois países sem obrigação de pousar.  O acordo de transportes aéreos, na prática, incentivará mais empresas americanas a voar para o Brasil e mais companhias brasileiras a fazerem rotas para os EUA.
Acertos nas áreas aeroespacial e cooperação técnica na área trabalhista também foram assinados pelos ministros, antes dos presidentes. Os dois países deverão desenvolver programas aeroespaciais conjuntamente, por meio da AEB (Agência Espacial Brasileira) e da Nasa.
Obama desembarcou ao lado da família: a primeira-dama Michelle e as filhas Malia e Sasha. Ele está em seu hotel, perto do Palácio do Planalto, onde se encontrará com Dilma para a primeira etapa de sua viagem à América Latina.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Relações Internacionais e Comerciais entre o Mercosul e a Comunidade Europeia


Tentativa de retomar negociação entre Mercosul e CE

Representantes do Brasil e da União Europeia participam de uma série de discussões na busca por acordos econômicos
14 de julho de 2010 - 10:47 - Por Agência Brasil
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Foto: maiscentro.qren.pt
Representantes do Brasil e da Comunidade Europeia participam hoje (14) de uma série de discussões na busca por acordos econômicos, depois da paralisação dos debates comerciais com o Mercosul. A crise fiscal que atingiu a Grécia e que ameaça outros países da região acabou provocando um recuo nas negociações sobre um acordo comercial entre União Europeia e Mercosul. As informações são da BBC Brasil.
Devem ser assinados acordos entre o Brasil e a Comunidade Europeia de cooperação no esforço de facilitar os negócios entre a brasileira Embraer e os países europeus.
As conversas sobre um possível acordo estão suspensas desde 2004 e voltaram à tona no final do ano passado, quando a União Europeia demonstrou interesse em avançar no tema. Ainda sob o impacto da crise financeira internacional, a União Europeia ainda não conseguiu retomar o ritmo de importações registrado antes da turbulência.
No primeiro semestre, as exportações brasileiras para a região somaram US$ 19,2 bilhões, valor ainda abaixo dos US$ 22,1 bilhões do mesmo período em 2008, antes do agravamento da crise. Em entrevista a agências internacionais, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Miguel Jorge, disse não acreditar na possibilidade de retomada das conversas ainda neste ano.
“Vamos trabalhar para isso, mas é difícil”, disse o ministro. Segundo ele, países como França, Polônia e Irlanda estão entre os mais reticentes a uma liberalização comercial, que certamente afetará seus produtores agrícolas.
Segundo Miguel Jorge, a retomada das conversas conta com o apoio de Espanha e Itália – dois países mais simpáticos a um acordo com o Mercosul. Mas, de acordo com ele, isso não deve ser suficiente para superar um ambiente político “desfavorável” no qual se encontra a Europa.“Os agricultores sempre são muito fortes, especialmente na França. E na crise esse cenário fica pior”, disse o ministro.
No âmbito do Mercosul, o Brasil já tem um acordo assinado com Israel e, segundo Miguel Jorge, “há chances” de um acordo com a Turquia ser firmado ainda este ano.
O Itamaraty informou que a cúpula será uma oportunidade para a “troca de impressões” entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, em temas regionais e internacionais.
Um deles é a situação política em Honduras. O país está suspenso da Organização dos Estados Americanos (OEA), desde o golpe de Estado em junho de 2009, e com isso o presidente hondurenho, Porfírio “Pepe” Lobo, espera o reconhecimento do Brasil e de outros governos. Os europeus defendem ser necessário o voto de confiança ao presidente eleito em janeiro.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Relações Internacionais e Comerciais


Empresários do Brasil e Europa discutem negócios em Brasília

Encontro Empresarial Brasil-União Européia, que ocorre paralelamente à reunião de cúpula dos governos
13 de julho de 2010 - 9:45 - Por TM
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Foto: Divulgação.
Executivos de grandes empresas brasileiras e européias discutem nesta quarta(14), no Itamaraty, em Brasília, alternativas para superar as dificuldades de ampliação dos negócios dos dois lados. Este será o tema principal do 4º Encontro Empresarial Brasil-União Européia, que ocorre paralelamente à reunião de cúpula dos governos.
O encontro é promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Business Europe, sua congênere, que representa 40 federações industriais. Os dirigentes das empresas debaterão, entre outros temas, as relações econômicas bilaterais após a crise econômica internacional, perspectivas do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Européia e oportunidades de negócios em  telecomunicações e preservação ambiental.
CNI, a Associação Industrial Portuguesa (AIP) e a Federação da Indústria Automobilística abrem o encontro às 9h, na Sala San Thiago Dantas. A reunião será encerrada às 15h, no auditório Wladimir Murtinho, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva  e pelos presidentes da Comissão Européia e do Conselho Europeu.
Quatro painéis de discussões, com sub-temas,  reunirão os presidentes da Portugal Telecom, Zeinal Bava, e da Suez Energia para América Latina, Jan Flachet, o economista-chefe do Bradesco, Fernando Barbosa, o diretor-executivo da União da Indústria de Cana-de-Acúcar (Única), Eduardo Leão de Souza, além de outros executivos.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Brasil e Relações Internacionais


Reunião entre Bric e Ibas faz parte de plano estratégico para o G20, diz Lula

No programa semanal Café com o Presidente, ele avaliou que há 'uma boa possibilidade' de o Brasil conquistar grandes avanços na área internacional após os encontros entre Bric e Ibas

19 Abr 2010 - 08h45min

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira, 19, que as reuniões do Bric – grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia e China – e do Ibas – formado pela Índia, pelo Brasil e pela África do Sul – na semana passada contribuíram para traçar um plano estratégico a ser levado ao G20 em junho deste ano. 

“Queremos discutir o FMI (Fundo Monetário Internacional), o Banco Mundial, o financiamento, o crédito, os paraísos fiscais. E, se você chega a uma reunião com um pensamento único: China, Índia, Brasil, Rússia e África do Sul, você tem meio caminho andado para convencer outros países que se colocam do nosso lado, como a França, a Argentina, o México”, disse. 

No programa semanal Café com o Presidente, ele avaliou que há “uma boa possibilidade” de o Brasil conquistar grandes avanços na área internacional após os encontros entre Bric e Ibas. Em maio, Lula deve visitar a Rússia acompanhado de empresários brasileiros. 

“Quanto mais parceiros você tiver, quanto mais você estiver vendendo e comprando, menos dependência você tem e mais chance de você sair bem na crise como nós saímos. É uma coisa extraordinária.”

domingo, 4 de abril de 2010

Brasil e China - Relações internacionais e Biocombustíveis


3 de abril de 2010 - 9:35 - Por Redação (Tendências e Mercado)

Missão brasileira discute etanol e energia solar na China

Os chineses também demonstraram interesse no projeto de cooperação Brasil-África em bioenergia
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Novas tecnologias para produção de etanol e geração de energia solar foram exploradas durante visita da delegação brasileira em Pequim (China), encerrada nesta quinta-feira (1º). Integraram a equipe representantes dos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Relações Exteriores (MRE), Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Minas e Energia (MME), Casa Civil e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
A delegação trocou informações com representantes da COFCO Corporation, estatal chinesa responsável pelo desenvolvimento agrícola do País. Além da produção de alimentos, a empresa investe em novas tecnologias do etanol de mandioca e pesquisas com hidrólise celulósica. “A China tem condições de solo e clima limitadas para a produção de cana-de-açúcar, por isso, outras matérias-primas vêm sendo pesquisadas, como a mandioca e o sorgo doce”, informa o assessor do Departamento de Cana-de-Açúcar e Agroenergia do Mapa, José Nilton de Souza Vieira, que representou o Mapa.
O grupo participou de seminário sobre energias renováveis na Universidade de Tsinghua, em Beijing. A possibilidade de cooperação na área de energia solar, eólica e biocombustíveis foi amplamente discutida. Vieira destaca que a universidade é responsável pela tecnologia de 80% dos painéis de energia solar instalados na China. Além disso, o País fonece 70% dessas placas ao mercado mundial.
Os chineses também demonstraram interesse no projeto de cooperação Brasil-África em bioenergia, que transfere a tecnologia e o know-how brasileiro para países africanos em desenvolvimento. “Com acesso à tecnologia, muitos países poderão harmonizar produção de biocombustíveis com alimentos, já que o crescimento econômico é condição fundamental para  acesso a tecnologias sustentáveis”, finaliza.