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terça-feira, 12 de abril de 2011

Balança Comercial do Brasil

11/04/2011 - 12h30

Balança comercial tem superavit de US$ 809 milhões

ANA CAROLINA OLIVEIRA
DE BRASÍLIA


A balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 809 milhões nos dez primeiros dias de abril, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério do Desenvolvimento.

Nas duas primeiras semanas de abril, as exportações representaram US$ 6,103 bilhões, com média diária de US$ 1,017 bilhão. Enquanto as importações chegaram a US$ 5,294 bilhões, com um resultado médio diário de US$ 882,3 milhões.

Na primeira semana de abril, que teve apenas um dia útil, houve deficit de US$ 17 milhões. As vendas brasileiras ao mercado externo foram de US$ 1,049 bilhão e as compras no exterior foram de US$ 1,066 bilhão. Já na segunda semana do mês, com cinco dias úteis, teve superavit de US$ 826 milhões, com exportações de US$ 5,054 bilhões e importações de US$ 4,228 bilhões.

No acumulado do ano, o saldo da balança comercial chegou a US$ 3,978 bilhões, com média diária de US$ 58,5 milhões. De acordo com o governo, o resultado é 134,3% maior que o verificado no mesmo período do ano passado, quando a balança teve superavit de US$ 1,67 bilhões.

Entre janeiro e a segunda semana de abril, as exportações alcançaram US$ 57,335 bilhões, resultado 28,6% acima do verificado no mesmo período de 2010. As importações totalizaram US$ 53,35 bilhões, com elevação de 24,4%.


Veja também:

terça-feira, 5 de abril de 2011

Balança Comercial

Expectativa de saldo da balança comercial melhora, indica Banco Central

04/04/2011 - 10h13
Stênio Ribeiro
Repórter da Agência Brasil


Brasília – As expectativas do mercado financeiro para o saldo da balança comercial (exportações menos importações) melhoraram pela quarta semana seguida, de acordo com o boletim Focus, divulgado hoje (4) pelo Banco Central (BC). A estimativa de superávit este ano subiu de US$ 15,50 bilhões, na pesquisa anterior, para US$ 16,10 bilhões. Para 2012, a projeção aumentou de US$ 9 bilhões para US$ 10 bilhões
Essa melhora tem impacto direto nas expectativas da conta-corrente externa, que envolve toda a movimentação comercial e financeira. Os analistas financeiros ouvidos pelo BC estimam que o déficit no final do ano será de US$ 62,45 bilhões e não mais de US$ 63,20 bilhões, como previsto na semana passada. Essa projeção cai há seis semanas.
O boletim Focus prevê ligeiro aumento, de 39,40% para 39,50%, na relação entre a dívida líquida do setor público e o Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país neste ano. Para 2012, a perspectiva melhora para 38%.
Os analistas financeiros melhoraram a projeção de crescimento da produção industrial, de 4% para 4,08% neste ano, mas reduziram de 4,70% para 4,65% a estimativa para o ano que vem. Eles mantiveram a expectativa de 4% para o crescimento do PIB neste ano. Em 2012, a expansão deve ser de 4,30%.
Os cálculos são feitos com base em projeções que indicam a taxa básica de juros (Selic) em 12,25% no final deste ano, caindo para 11,25% no ano que vem, e a cotação do dólar norte-americano em R$ 1,70 no encerramento de 2011 e R$ 1,75 no fim de 2012.
O boletim Focus manteve, ainda, a projeção de que o investimento estrangeiro direto (IED) será de US$ 44 bilhões neste ano e de US$ 43,85 bilhões em 2012.
Edição: Juliana Andrade


Produtos básicos puxam superávit da balança comercial brasileira

01/04/2011 - 17h49
Luciene Cruz
Repórter da Agência Brasil

Brasília - As exportações de produtos básicos garantiram o superávit comercial brasileiro no primeiro trimestre de 2011. Os embarques de trigo em grão aumentaram 292%, puxando o saldo positivo. Mas destaca-se também o crescimento das vendas de minério de ferro, (125%) e milho em grão (92,2%). Segundo o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Alessandro Teixeira, o país tem aproveitado a alta dos preços dascommodities (produtos básicos cotados internacionalmente) para elevar o superávit da balança comercial. “O Brasil é grande produtor de básicos, faz parte da estrutura do país. Se o mercado externo está favorável para a compra de commodities, não temos do que reclamar. Vamos continuar vendendo”, afirmou.
De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), nos primeiros dois meses do ano houve alta de 25% no preço e de 9% da quantidade exportada das commodities. No acumulado de janeiro a março de 2011, a participação dos produtos básicos nas exportações brasileiras aumentou de 39,4% para 44,5% frente ao mesmo período do ano passado. As vendas superaram as de produtos industrializados, que recuaram de 58% para 53,3% no período analisado.
Mesmo com a perda de participação dos manufaturados na pauta de exportações, Teixeira não acredita que o Brasil esteja perdendo espaço comercial. “Isso significa que a concorrência está mais acirrada, mas não é perda de competitividade, porque continuamos ganhando mercado, mesmo que seja com outros produtos”, enfatizou.
Para o secretário executivo, a valorização excessiva do real atrapalha o intercâmbio internacional. “Câmbio baixo altera e afeta as exportações brasileiras, é um resultado natural”, comentou. Mesmo com o câmbio baixo, a balança comercial brasileira atingiu números recordes em março de 2011. A corrente de comércio somou US$ 400 bilhões no acumulado de 12 meses.
Edição: Vinicius Doria

Balança comercial acumula saldo de US$ 3,173 bilhões

01/04/2011 - 11h20
Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil

Brasília - A balança comercial brasileira acumula saldo de US$ 3,173 bilhões no primeiro trimestre do ano, com exportações de US$ 51,233 bilhões e importações de US$ 48,060 bilhões. O saldo médio diário ficou em US$ 51,2 milhões no período e representa um incremento de 253,9% em comparação aos três primeiros meses de 2010 (US$ 14,5 milhões).
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), em março, o saldo da balança comercial foi de US$ 1,552 bilhão, com exportações de US$ 19,286 bilhões e importações de US$ 17,734 bilhões.
Às 15h30, o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Alessandro Teixeira, divulga nota com mais detalhes sobre a balança comercial no período.
Edição: Lílian Beraldo

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Saldo positivo na Balança Comercial

01/02/2011 - 11h18

Balança comercial começa 2011 com saldo positivo de US$ 424 mi

JULIANA ROCHA
DE BRASÍLIA


No primeiro mês do ano, a balança comercial teve saldo positivo de US$ 424 milhões. O resultado significa uma melhora em comparação com janeiro do ano passado, quando o saldo comercial foi negativo. As informações são do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior).

Se o saldo comercial de janeiro deste ano for comparado a dezembro de 2010, houve queda de 92%. Isso porque no último mês do ano passado o resultado de exportações menos importações foi positivo em US$ 5,3 bilhões.
As exportações de janeiro somaram US$ 15,215 bilhões. Na comparação da média por dia útil, as vendas externas cresceram 28% em relação ao mesmo mês do ano passado. Mas houve queda de 20% se comparadas com dezembro.

As importações foram de US$ 14,791 bilhões em janeiro deste ano. O valor representa um aumento de 23% sobre janeiro do ano passado e de 4,2% sobre o mês imediatamente anterior.

A corrente de comércio (soma das exportações e importações) foi de R$ 30,006 bilhões no mês passado, 25% maior que em janeiro de 2010 e 10% menor que dezembro de 2010.

As informações detalhadas sobre a balança comercial de janeiro do ano passado serão divulgadas às 15h30, pelo secretário-executivo do MDIC, Alessandro Teixeira.

sábado, 10 de julho de 2010

Balança Comercial


MDIC: exportações do NE se destacam entre janeiro e junho

As exportações do Nordeste foram as que mais cresceram no comparativo com o primeiro semestre de 2009
9 de julho de 2010 - 20:51 - Por Redação (Tendências e Mercado)
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Foto: Divulgação
A página eletrônica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) disponibiliza hoje (9/7) as informações referentes à balança comercial dos estados e do Distrito Federal, e também de 2.187 municípios brasileiros que exportaram e importaram no período entre janeiro e junho de 2010 (121 dias úteis).
Na balança comercial semestral dos municípios, a novidade foi Angra dos Reis (RJ), que exportou US$ 4,4 bilhões no período e ficou em primeiro lugar no ranking nacional, ultrapassando as vendas de São Paulo (US$ 2,9 bilhões). No primeiro semestre do ano passado, o município fluminense havia ficado em oitavo lugar (US$ 1,587 bilhão em exportações) e a capital paulista em primeiro (US$ 2,763 bilhões).
Na lista dos demais municípios exportadores no primeiro semestre deste ano, estão Santos (SP) – US$ 2,3 bilhões; Parauapebas (PA) – US$ 2,3 bilhões; e São José dos Campos (SP) – US$ 2,2 bilhões.
No levantamento por regiões, as exportações do Nordeste foram as que mais cresceram no comparativo com o primeiro semestre de 2009, com expansão de 51,38%, passando de US$ 5,09 bilhões para US$ 7,7 bilhões. Em sequencia, ficaram as Regiões Sudeste (38,50%) – de US$ 35,9 bilhões para US$ 49,7 bilhões; Norte (11,33%) – de US$ 4,8 bilhões para US$ 5,3 bilhões; Sul (9,73%) – de US$ 15,6 bilhões para US$ 17,1 bilhões; e Centro-Oeste (7,68%) – de US$ 7,3 bilhões para US$ 7,9 bilhões.
Quanto às importações, a classificação por região ficou inalterada em comparação com o mesmo período do ano passado: Sudeste (US$ 45,7 bilhões), Sul (US$ 17,2 bilhões), Nordeste (US$ 7,7 bilhões), Centro-Oeste (US$ 4,7 bilhões) e Norte (US$ 5,6 bilhões).
Informações do MDIC.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Brasil - Comércio Exterior em 2010


1 de abril de 2010 - 18:00 - Por Agência Brasil

Exportações: novo recorde e somam US$ 15,727 bi em março
A balança comercial brasileira registrou novo recorde histórico de exportação e importação para o mês de março
Foto: portosdoparana.pr.gov.br
Foto: portosdoparana.pr.gov.br
A balança comercial brasileira registrou novo recorde histórico de exportação e importação para o mês de março, além de retomada mais acentuada de vendas para os mercados da Europa Oriental, América Latina e Ásia. No mês, as exportações somaram US$ 15,727 bilhões e US$ 683,8 milhões pela média diária.
As importações também registraram recorde para meses de março, chegando a 15,059 bilhões. Sobre igual período de 2009, as importações registraram crescimento de 43,3% pela média diária.
No resultado final, a balança de março registrou superávit de US$ 668 milhões, soma inferior à registrada em março de 2009, quando o saldo foi de US$ 1,756 bilhões.
De acordo com o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, as exportações de produtos básicos e semifaturados, em março, registraram valores recorde para o mês, alcançando US$ 6,637 bilhões e US$ 2,072 bilhões, respectivamente.
Entre os produtos manufaturados, o destaque foram os óleos combustíveis, veículos de carga, óxidos e hidróxidos de alumínio, automóveis de passageiros, autopeças, bombas e compressores.
Por mercados compradores, aumentaram as vendas para os principais blocos econômicos, com a exceção da África, por conta de automóveis, minérios, máquinas e equipamentos, óleo de soja, siderúrgicos e produtos em de ferro fundido. Os principais destinos foram a Europa Oriental, América Latina e o Caribe, exceto Mercosul, também por conta de automóveis, além máquinas e equipamentos siderúrgicos e plásticos.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Balança Comercial - Desempenho do Nordeste em fevereiro


Nordeste: Balança comercial dos estados em fevereiro

Confira desempenho dos estados Nordestinos no comércio exterior em fevereiro de 2010
Foto: Blog fcdl pe
Foto: Blog fcdl pe
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou quinta-feira (11/3) dados referentes ao desempenho das 27 unidades da federação e de mais de 2 mil municípios brasileiros no comércio exterior em fevereiro.
Entre os estados, as exportações somaram US$ 12,197 bilhões e as importações US$ 11,803 bilhões, no mês. Com isso, o superávit (diferença entre o valor exportado e importado) do período ficou em US$ 394 milhões e a corrente de comércio (soma das duas operações) em US$ 24 bilhões.
A Região Sudeste vendeu ao mercado externo US$ 7,082 bilhões, com uma participação de 58% na pauta exportadora. O Nordeste, com vendas de US$ 1,172 bilhão (9%) foi a terceira região que mais vendeu no Brasil.
Abaixo um compilado com o desempenho dos estados Nordestinos.
Alagoas
A balança comercial de Alagoas registrou em fevereiro de 2010 um saldo positivo de aproximadamente U$ 150 milhões, o que equivale a um crescimento de 53,% em relação ao mês anterior e a mais de 44% em comparação a fevereiro de 2009.
Entre seus produtos exportados (U$ 164 milhões no mês), destacasse o açucar de cana em bruto, equivalente a quase 80% do exportado em todo o Estado. Entre as importações (U$ 14 milhões), Alagoas comprou 13,18% de seu total em trigo, 8,8% em cloretos de potássio e 5,64% em sulfato de amônia.
A capital Maceió foi a cidade responsável pelo melhor saldo do estado, o 15º do país, com um saldo 10 vezes maior que o município de Coruripe, que ficou logo a frente de São Luís do Quitunde.
Bahia
A Bahia obteve em fevereiro de 2010 um saldo positivo de apenas U$ 35 milhões, 10 vezes menor que comparado o mesmo anterior e mais de U$ 200 milhões inferior em relação a fevereiro de 2009.
Da produção de todo Estado (U$ 525 milhões), destacam-se óleo de combustível (19,80%), pasta química de madeira (12,91%) e catodos de cobre (6,35%). Dos produtos importados (U$ 488 milhões), os mais comprados foram naftas para petroquímica (24,80%) e sulfetos de minério de cobre (19,9%).
São Francisco do Conde foi o município com o melhor saldo, (U$ 271 milhões e 9º do Brasil), logo a frente de Mucuri (U$ 120 milhões). A capital Salvador ficou no vermelho (U$ 61 milhões) e uma das últimas dos 2 mil municípios averiguados, ocupando a 1.860ª posição.
Destaquenaexportação de calçados no CE. Foto: SENAI/BA
Destaquenaexportação de calçados no CE. Foto: SENAI/BA
Ceará
O estado do Ceará teve um tímido lucro em sua balança comercial, quase U$ 3 milhões. E apesar de superar a do mês anterior (U$ 15 milhões no vermelho) foi cerca de 9 vezes inferior à de fevereiro de 2009.
Os destaques de sua exportação (U$ 100 milhões) foram calçados (38% em diversos segmentos) e castanha de caju (13,46%). Entre as importações (U$ 96 milhões), os maiores investimentos foram em trigo (15%) e lâminas de ferro (13%).
Tal qual a capital baiana, a capital do Ceará, Fortaleza, ficou U$ 60 milhões no vermelho. O detaque do estado foi Sobral, com saldo positivo de 42 milhões e o 53º melhor município do país.
Maranhão
O estado do Maranhão registrou uma balança comercial negativa em fevereiro de 2010 (baixa de U$ 5 milhões). Esse foi um resultado “melhor” do que o do mês anterior (baixa de U$ 38 milhões). Há um ano, o estado obteve um saldo positivo de U$ 81 milhões.
Seus produtos mais exportados foram os minérios de ferro, 50% de seu total de U$ 272 milhões em vendas. Entre as compras de U$ 277 milhões, destacam-se combustíveis como gasóleo e gasolina (61% do total).
A capital São Luís teve uma das piores balanças do período (menos U$ 254 milhões) ocupando a 1.891ª posição. Seu município de melhor balança foi Açailândia, 82º com saldo de U$ 24 milhões.
Paraíba
A Paraíba obteve U$ 29 milhões de saldo negativo, melhor que o mês anterior (menos U$ 17 milhões), mas inferior ao mesmo período do ano passado (menos U$ 22 milhões)
Entre suas exportações de 17 milhões, destacam-se calçados de borracha plástico (39%) e vestuários de cozinha (24%). Entre as importações de U$ 47 milhões, caminhões guindaste (10%), trigo (6%) e calçados esportivos (4%) lideraram.
Campina Grande e João Pessoa, como quase todas do Estado, tiveram um saldo negativo. A primeira com U$ 2,5 milhoes, a segunda com U$ 16,5 milhões. Exceção no estado foi Casserengue, que conseguiu fechar o mês com U$ 30 milhões – não houve importações no município.
Pernambuco
O estado de Pernambuco fechou o período com saldo negativo (U$ 131 milhões), gastos de U$ 100 milhões a mais em relação a janeiro e também a fevereiro de 2009.
Entre suas exportações (U$ 61 milhões), destacam-se açúcar de cana (38%) e outros açucares (26%).  Já nas exportações de U$  193 milhões, os maiores investimentos foram em ácido tereftálico (16%), trigo (6%), malte e propanos variados (ambos 5%).
Recife foi outra capital nordestina com saldo negativo (U$ 67 milhões). Olinda, também no vermelho, ficou com menos U$ 9 milhões. O melhor município do estado foi Sirinhaém, com saldo positivo de U$ 18 milhões (não houve importações).
Piauí
Em fevereiro de 2009, o Estado do Piauí ficou com U$ 15 milhões de saldo positivo na balança, diferente de 2010, quando houve índice negativo de U$ 7 milhões. Entretanto, foi melhor que o mês anterior, que registrou menos U$ 9,5 milhões.
Produtos mais exportados foram os cereais vegetais, 66% do total de 4 milhões. Entre as importações de R$ 11 milhões, as lâminas de ferro dominaram o mercado com 66% de representação.
A capital Teresina ficou com o índice negativo de 24 milhões em sua balança, enquanto que seu melhor município foiCampo Maior, U$ 2,5 milhões no azul e 396ª posição entre os 2 mil municípios averiguados.
Destaque no RN para exportação de melões. Foto: USP
Destaque no RN para exportação de melões. Foto: USP
Rio Grande do Norte
O Rio Grande do Norte foi mais um estado nordestino a obter um saldo positivo. Foram apenas U$ 10 milhões, mas em comparação ao saldo negativo do mês anterior (U$ 39 milhões) e o crescimento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado revela o bom fevereiro do estado.
Entre suas exportações de U$ 24 milhões, destaque para a venda de melões frescos (21%), outros açucares de cana (12%) e castanha de caju (também 12%). Entre as importações de U$ 13 milhões, a geração de energia eólica representou quase 70% de seus investimentos.
A capital Natal foi dos poucos municípios do estado a obter balança negativa (menos de U$ 8 milhões). As cidades de melhor saldo foram Mossoró (U$ 6,5 milhões) e Arês (U$ 5,6 milhões), respectivamente 247ª e 268ª posições em todo Brasil.
Sergipe
Obteve saldo negativo de U$ 6,5 milhões. Exportando quase U$ 7 milhões nesse período, os destaques do Estado ficaram por conta da venda de outros açucares (42%) e sucos de laranja congelados (38%). Já nas importações de mais de U$ 13 milhões, destaque para os produtos: trigo (26%) e sulfato de amônia (14%).
Países exportadores e importadores
Em todo Nordeste, os principais países importadores foram os Estados Unidos (U$ 386 milhões), Argentina (U$ 235 milhões), Argélia (U$ 230 milhões) e China (U$ 220 milhões). Os maiores exportadores foram os Estados Unidos (U$  427 milhões), China (U$ 271 milhões), Argentina (U$  150 milhões), Holanda (U$ 149 milhões) e Reino Unido (U$146 milhões).
Fonte: Tendências e Mercado