segunda-feira, 18 de abril de 2011
Participação do Brasil nos BRICS
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Fundo do Índice Carbono Eficiente
O instrumento, conhecido internacionalmente como Exchange Traded Fund (ETF), deverá ser constituído por ações da carteira da BNDESPAR e terá quotas negociadas na BM&FBOVESPA. Após o devido registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), seu lançamento ocorrerá por meio de oferta pública, semelhante às realizadas em operações com ações, destinadas às pessoas físicas e aos investidores institucionais.
O ETF refletirá o desempenho do ICO2. Sua carteira acompanhará a composição do índice, sendo formada pelas mesmas ações presentes no ICO2, com idêntica participação proporcional.
O Índice Carbono Eficiente teve o melhor desempenho na comparação com os índices amplos (não setoriais) da BMF&BOVESPA no último quadrimestre do ano, com rentabilidade de 10,69% de setembro a dezembro de 2010. No mesmo período, o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial) apresentou uma evolução de 9,25%. Ou seja, os dois indicadores ligados a investimentos chamados “verdes” apresentaram desempenhos superiores aos demais.
Outros índices amplos com melhor performance na Bolsa foram o IBrX 100, com alta de 8,83%, seguido de IBrX 50, com 8,45%, e do Ibovespa, que apresentou rentabilidade de 6,38% no período.
Embora tenha sido lançado em dezembro do ano passado, o desempenho do ICO2 pôde ser calculado retroativamente a setembro de 2010 porque foi baseado na carteira do IBrX50, que é reponderada a cada quatro meses, em janeiro, maio e setembro. O mesmo ocorrerá com a carteira do ICO2.
Metodologia – Desenvolvido pelo BNDES e pela BM&FBovespa a partir das ações que compõem a carteira do IBrX-50, o ICO2 considera em sua metodologia de cálculo, além da participação das ações no IBrX50, as emissões de gases de efeito estufa das empresas na definição de suas respectivas participações no novo índice. Ou seja, em uma comparação setorial, quanto maior forem as emissões em relação à receita, maior será a perda de participação da empresa no índice.
Trata-se de um instrumento econômico importante para estimular as maiores empresas brasileiras com ações em Bolsa a levantar e divulgar suas emissões de gases causadores do efeito estufa (GEE), primeiro passo para a adoção de práticas de gerenciamento das emissões.
Com o novo instrumento, o BNDES criará uma oportunidade para investidores de renda variável sensíveis às questões ambientais, bem como contribuirá para o desenvolvimento do mercado de ETF no Brasil. A primeira iniciativa do Banco nessa direção ocorreu em 2004, quando lançou o primeiro ETF brasileiro, o Fundo PIBB – Papéis de Índice Brasil Bovespa, com excelentes resultados.
A estrutura final da operação ainda será definida pelo BNDES e pelo BlackRock e levará em consideração as condições de mercado vigentes à época da oferta pública das quotas do ETF.
A popularidade e a aceitação dos ETFs no mercado internacional cresceram quando os investidores identificaram a possibilidade de diversificar suas carteiras, aplicando em fundos com liquidez diária e que seguem vários índices representativos de diversas classes de ativos financeiros. No mundo, o valor dos ETFs ultrapassa US$ 1 trilhão. No Brasil, além do PIBB existem outros seis ETFs.
A BlackRock é líder mundial em gestão de investimentos, administrando cerca de US$ 3,2 trilhões de ativos.
sábado, 23 de outubro de 2010
Economia Brasileira - previsão para o PIB de 2010
Fazenda eleva previsão do PIB para 7,5% em 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Infraestrutura no Ceará
CE: Pecém recebe investimentos de R$ 571 mi até dezembro
domingo, 6 de junho de 2010
Meio Ambiente considerado na análise de crédito para novos empreendimentos
Risco ambiental é novo critério do BNDES
O chefe do Departamento de Políticas e Estudos de Meio Ambiente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Márcio Macedo da Costa, falou ao O POVO sobre os critérios ambientais exigidos pelos bancos de fomento.
O POVO - Quais são exatamente esses critérios?
Márcio da Costa - No caso do BNDES, a base tradicional de avaliação são as licenças ambientais. Mas agora estamos indo um pouco além. Estão em discussão os guias de procedimentos socioambientais para dezenas de setores da economia, que poderão orientar o trabalho dos analistas do banco. Espera-se que seja completada uma lacuna ainda existente acerca do conhecimento detalhado sobre o perfil socioambiental de empresas e setores, tecnologias e procedimentos de gestão adotados. É essencial para o BNDES estimular, apoiar e acompanhar a evolução do desempenho socioambiental das empresas e setores apoiados. No caso do setor de frigoríficos, já existe política específica, com critérios ligados às plantas industriais e à cadeia de fornecedores. No caso das termoelétricas a carvão e óleo, há critérios de emissões atmosféricas e resíduos sólidos. Para o setor de açúcar e álcool, o foco por enquanto é a comprovação de que os fornecedores de cana cumprem o zoneamento agroecológico.
O POVO - Por que é mais vantajoso para as empresas ter algum apelo ambiental?
O POVO - Ações em prol do meio ambiente já começam a ser lucrativos para as empresas e para os bancos de desenvolvimento ou ainda é uma questão de conceito e de uma onda mundial de preservação do meio ambiente?
O POVO - De que forma os bancos de desenvolvimentos podem estimular iniciativas de “negócios ecologicamente corretos”?
O POVO - Há uma regulamentação específica para financiamento de projetos com ações de preservação do meio ambiente, com produção de energias renováveis, por exemplo?
quarta-feira, 17 de março de 2010
Economia Brasileira - Ampliação do Microcrédito
BNDES: mudanças para atingir mais microempreendedores
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Apoio ao desenvolvimento
BNDES encerra 2009 com lucro líquido de R$ 6,735 bilhões
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Desembolsos do BNDES sobem 49% em 2009
Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 2009 somaram R$ 137,3 bilhões, com alta de 49% em relação a 2008, segundo divulgou nesta terça-feira (29) o presidente do banco, Luciano Coutinho. Os desembolsos para a indústria ficaram em R$ 60,1 bilhões, volume 54% acima do apurado em 2008. Para a infraestrutura, os desembolsos cresceram 32% este ano, somando R$ 46,5 bilhões.
As aprovações do banco neste ano atingiram R$ 158,02 bilhões, um volume 30% superior ao registrado em 2008. Em 2009, os enquadramentos, de R$ 182,33 bilhões, e as consultas, de R$ 216 42 bilhões, representaram taxas de crescimento de 17% e de 23%, respectivamente, em comparação com o ano passado.
Segundo Coutinho, o desembolso recorde do banco teve forte influência da retomada da taxa de investimentos na economia, que ficou em 17,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre deste ano. Este foi o período no qual o governo lançou o Programa de Sustentação do Investimento (PSI), com juros reduzidos para bens de capital
O presidente do BNDES disse ainda que espera um "crescimento pujante" desta taxa no quarto trimestre e previu que o País feche o ano com investimentos acima de 18% do PIB. "Espero que terminemos 2010 perto de 20%. Sou muito otimista com esta recuperação", afirmou.
Fonte: Diário do Nordeste - Caderno Negócios
http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=279248&modulo=968
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Novo pacote amplia as desonerações
Estímulo aos investimentos do setor privado foi uma das justificativas de Mantega para o pacote de medidas
Foto: Agência Brasil
Aos empresários e trabalhadores, que participaram da última reunião do ano do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o ministro da Fazenda, Guido Mantega anunciou a prorrogação da desoneração de IPI para bens de capital e do crédito subsidiado do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para investimentos, além de reforçar em R$ 80 bilhões o caixa da instituição para que novos empréstimos sejam contratados pelo setor produtivo. Alguns benefícios foram prorrogados até junho do próximo ano, às vésperas do início da campanha eleitoral para a sucessão de Lula. A campanha tem início em 6 de julho. A ofensiva do governo envolveu também iniciativas para estimular o mercado de capitais e o sistema bancário. As instituições financeiras serão autorizadas a emitirem Letras Financeiras para também reforçarem a capacidade de financiar os investimentos privados, numa ação coordenada na tentativa de dividir com o BNDES a função de braço financeiro dos empresários. Como medida de caráter mais popular, Lula autorizou a prorrogação da desoneração de computadores prevista na chamada Lei do Bem, de 2005.
Papai Noel
Ao ser indagado se "Papai Noel" teria chegado mais cedo para o setor industrial, Mantega respondeu que o Natal chegou na hora certa para todo mundo no Brasil e será "rico e farto" para a família brasileira. "Estas medidas deverão garantir a consolidação do crescimento do País em 2010", disse. Com o pacote de ontem, o governo fez a opção de renovar por mais tempo, mas ainda de forma provisória, incentivos dados durante a crise. No entanto, tornou mais distante a possibilidade de adoção de medidas mais estruturais, reivindicadas pelo empresariado, como a desoneração da folha de pagamento e a retirada ampla e definitiva da tributação sobre investimentos e exportações.
As medidas atendem ao interesse do governo de elevar a taxa de investimento da economia, considerada a variável-chave para que o Produto Interno Bruto (PIB) continue crescendo, sem provocar inflação. Se isso de fato acontecer, dificilmente o BC terá que puxar o freio dos juros para desacelerar a demanda. Mantega aposta que o Brasil já vive uma fase de franca aceleração do nível de atividade com recuperação dos investimentos.
Fonte: Diário do Nordeste - Caderno Negócios
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=703651
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Lula anuncia crédito de R$ 225 milhões para cooperativas de reciclagem
Luminária feitas a partir de bagaço de cana em projeto da Pastoral do Povo de RuaSão Paulo, 2 nov (EFE)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou hoje uma linha de crédito de R$ 225 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que será destinada a cooperativas de reciclagem.
Em seu programa de rádio "Café com o Presidente", Lula disse que o crédito estará disponível durante os próximos dois anos e terá como principal objetivo financiar a construção de locais adequados para o processo de reciclagem.
Lula fez um pedido para que os prefeitos formem cooperativas de reciclagem e não entreguem esse trabalho a grandes companhias.
"Se um prefeito resolve acabar com o emprego de 200 ou 300 pessoas que estão na reciclagem para colocar um empresário (no lugar), o que vai acontecer é que em vez de dar salário a 300 estará enriquecendo apenas um", afirmou.
Lula visitou esta semana, em São Paulo, o Congresso de Catadores de Materiais Recicláveis e prometeu ao setor o acesso a carros elétricos que auxiliem seus trabalhos nas ruas, além da regulamentação do ofício através de uma lei específica.
"Essas pessoas estão fazendo um bem extraordinário para a sociedade", destacou Lula.
Ao comentar sua visita ao Salão Internacional do Transporte (Fenatran) também nesta semana, em São Paulo, Lula disse que o país renovará sua frota de caminhões, com veículos "menos poluentes e mais rentáveis".
Um dos estímulos para a renovação da frota de caminhões foi a redução de impostos, de 13,5% para 4,5%, além do aumento do número de parcelas para o financiamento da compra de veículos novos, que passou de 84 para 96 meses.
Esse tipo de medidas, segundo Lula, contribuiu para "reativar o setor automotivo" e para que empresas como a multinacional alemã Mercedes Benz contratasse em outubro 1.300 empregados para sua filial no Brasil, após ter demitido 1.200 funcionários durante o agravamento da crise.
Fonte: UOL Noticias
http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2009/11/02/ult1808u148678.jhtm