segunda-feira, 5 de outubro de 2009

05/10/2009 - 20h34 Economistas da FGV estimam crescimento de até 7% em 2010

O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas divulgou nesta segunda-feira análise econômica na qual destaca a possibilidade de que 2010 seja um ano de "economia espetacularmente aquecida". Nesse contexto, "é certo que o Brasil vai se expandir a um bom ritmo", com crescimento numa faixa entre 4,5% e 7%.

Os analistas da FGV acham que um avanço de 7% no PIB (Produto Interno Bruto) --soma das riquezas produzidas no país-- "não é, de forma alguma, inconcebível", e consideram a eventualidade de uma recuperação em "V", na qual a intensidade da retomada seria equivalente à força da contração ocorrida na virada de 2008 para 2009. Eles traduzem para a economia a lei da física, segundo a qual "a toda ação corresponde uma reação de igual intensidade".

Quanto ao piso de 4,5% previsto para o crescimento, a carta do Ibre ressalta que "por mais que se reprima o otimismo, dificilmente seria justificável qualquer previsão de crescimento, em 2010, inferior a 4,5%". Esse patamar, aliás, é chamado por economistas da FGV de "conservador", em razão do histórico de expansão do país na última década e também porque acreditam que a recuperação virá na esteira de uma recessão, o que, segundo eles, "amplifica o efeito da retomada".

Um crescimento de 4,5% seria, portanto, na avaliação dos economistas, um cenário de mais tranquilidade para o Banco Central, uma vez que, sem o fantasma da pressão inflacionária, a autoridade monetária poderá manter a taxa Selic em 8,75% ao ano por muito tempo. Além disso, adianta a análise, o BC tampouco teria que se preocupar com o "timing [prazo máximo] para retirada dos estímulos fiscais anticíclicos".

Em contrapartida, se o crescimento apontar para taxa próxima a 7%, a capacidade de produção da economia será pressionada no decorrer de 2010 e o BC enfrentará o desconforto de "ter que puxar o freio da política monetária em plena campanha eleitoral". Esse cenário torna-se mais verossímil, segundo a análise, quando se avalia os poderosos estímulos à demanda, criados pelo governo, e cuja gestão futura "pode não estar imune" à equação político-eleitoral de 2010.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u633877.shtml

05/10/2009 - 20h41 Risco Brasil cai 4,42% e fecha aos 238 pontos

SÃO PAULO - Considerado um dos principais termômetros da confiança dos investidores na economia brasileira, o EMBI+, calculado pelo Banco JP Morgan Chase, terminou a segunda-feira aos 238 pontos. Foi um recuo de 4,42% em relação aos 249 pontos do encerramento de sexta.

Sobre o EMBI+ Brasil O Emerging Markets Bond Index - Brasil é um índice que reflete o comportamento dos títulos da dívida externa brasileira. Corresponde à média ponderada dos prêmios pagos por esses títulos em relação a papéis de prazo equivalente do Tesouro dos Estados Unidos, tido como o país mais solvente do mundo, de risco praticamente nulo. O indicador mensura o excedente que se paga em relação à rentabilidade garantida pelos bônus do governo norte-americano. Significa dizer que a cada 100 pontos expressos pelo risco Brasil, os títulos do país pagam uma sobretaxa de 1% sobre os papéis dos EUA.

Basicamente, o mercado usa o EMBI+ para medir a capacidade de um país honrar os seus compromissos financeiros. A interpretação dos investidores é de que quanto maior a pontuação do indicador de risco, mais perigoso fica aplicar no país. Assim, para atrair capital estrangeiro, o governo tido como "arriscado" deve oferecer altas taxas de juros para convencer os investidores externos a financiar sua dívida - ao que se chama prêmio pelo risco. (Valor)
http://economia.uol.com.br/ultnot/valor/2009/10/05/ult1913u114274.jhtm

domingo, 4 de outubro de 2009

FMI alerta ao Brasil do risco de entrada desmesurada de capitais

Istambul (Turquia), 4 out (EFE).- A rápida recuperação do Brasil poderia atrair uma quantidade desmesurada de capital estrangeiro e elevar ainda mais a cotação do real, alertou hoje o Fundo Monetário Internacional (FMI), que recomendou ao Governo brasileiro pensar em retirar parte de seu programa de estímulo.

"O Brasil vai aumentar o apetite dos mercados de capitais, dada a solidez de sua economia", advertiu, em entrevista coletiva, o diretor do departamento das Américas do FMI, Nicolás Eyzaguirre.

Assim, enquanto outros países ainda se debatem para escapar da crise, o desafio do Brasil é "como tramitar a abundância", a julgamento do organismo.

Eyzaguirre afirmou que, se a recuperação mundial se afiançar com o aumento da demanda privada, "o Brasil poderia começar a pensar em retirar um pouco de suas medidas de estímulo econômico, para evitar uma valorização excessiva de sua moeda", derivada da entrada de capitais.

Parte do dinheiro barato injetado pelos bancos centrais dos países desenvolvidos está se desviando atualmente a mercados emergentes, onde os investidores recebem mais rentabilidade, o que provocou uma alta extraordinária de suas bolsas.

O Brasil é um dos beneficiados, por causa de suas boas perspectivas econômicas. Segundo o FMI, a economia brasileira contrairá 0,5% este ano e crescerá 3,5% em 2010, ajudado pela alta dos preços das matérias-primas que exporta.

"Prevemos uma recuperação mais rápida no Brasil" do que em outros países, devido à força do consumo interno e à entrada de capital, explicou Eyzaguirre.

Fonte: UOL Notícias
http://economia.uol.com.br/ultnot/efe/2009/10/04/ult1767u152931.jhtm

sábado, 3 de outubro de 2009

Comunidade Européia - Irlanda aprova Tratado de Lisboa

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, fala neste sábado (3) em Bruxelas sobre o plebiscito na Irlanda. (Foto: Reuters)

Votos do plebiscito sobre o Tratado de Lisboa são contados neste sábado (3) em Dublin. (Foto: AP)


Do G1, com agências internacionais
03/10/09

Premiê da Irlanda confirma vitória do 'sim' ao Tratado de Lisboa. País aprovou em plebiscito a reforma da Constituição europeia. 'Sim' teve 67% dos votos, segundo comissão.


A República da Irlanda ratificou em plebiscito o Tratado de Lisboa, confirmou neste sábado (3) o primeiro-ministro do país, Brian Cowen.

Ele afirmou que o "sim" de seu país ajudará a "criar uma Europa mais justa e forte.

O 'sim' teve 67,1% dos votos, confirmou a comissão do plebiscito. O 'não' teve 32,9%, e o índice de participação ficou em 58%, cinco pontos a mais que na primeira consulta de 2008, quando o eleitorado rejeitou o texto.

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, agradeceu à Irlanda pela aprovação.

"Quero agradecer ao povo irlandês por este sinal de confiança", disse Barroso em Bruxelas. "Espero que o procedimento avance agora o mais rápido possível."

A Irlanda havia se negado a ratificar o tratado para a criação da nova Constituição europeia em 2008, o que paralisou o avanço do bloco de 27 países.

Saiba mais sobre o Tratado de Lisboa


sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Produção industrial tem maior sequência de altas mensais desde 1991

RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - A indústria brasileira manteve em agosto o processo de recuperação do impacto sofrido com a crise global, marcando o oitavo mês consecutivo de crescimento, a maior sequência desde 1991.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ponderou que, apesar do número positivo, a fatura da turbulência ainda não foi totalmente quitada pelo setor, que deve encerrar o ano com forte queda.

A produção subiu 1,2 por cento em agosto sobre julho. Ante agosto, houve queda de 7,2 por cento, a menor desde novembro de 2008, informou o IBGE nesta sexta-feira.

Analistas consultados pela Reuters previam uma expansão mensal de 0,8 por cento --com faixa de alta de 1,8 a declínio de 0,2 por cento-- e uma queda anual de 7,5 por cento.

"Os dados de agosto da indústria mostram a continuidade de um processo de recuperação da indústria puxada basicamente pela demanda interna... O movimento está em linha com a recuperação da economia", disse a gerente do IBGE, Isabella Nunes.

Em relação a setembro de 2008, pico do setor e mês da quebra do Lehman Brothers que aprofundou a crise mundial, a indústria ainda apresenta retração de 10,2 por cento.

"Há uma melhora, mas ainda pagamos a conta da crise", disse Isabella, acrescentando que o fundo do poço foi dezembro de 2008, quando essa queda chegou a 20,9 por cento. Atualmente, o setor está em patamar equivalente ao de fevereiro de 2007.

No acumulado dos oito primeiros meses do ano, a queda é de 8,9 por cento. Em 12 meses até agosto, a indústria contabiliza baixa de 12,1 por cento, a maior queda para um período de 12 meses desde 1991.

Analistas projetam para o fechamento de 2009 uma queda entre 5 e 7 por cento. Isso porque as taxas anuais devem seguir em baixa até o fim do quarto trimestre, quando a base fraca de comparação com 2008 deve tornar as taxas positivas. Já as leituras mensais devem continuar positivas.

O recorde de baixa anual é de 1981, de 10,2 por cento.

"Quando a gente olha os determinantes da produção, todos apontam para cima (alta da produção): necessidade de recompor estoques, demanda interna firme, bastante impulso monetário e fiscal para se materializar ainda e exportações que, se não estão tendo um crescimento expressivo, tiveram um inflexão", disse Zeina Latif, economista-chefe do ING.

"O impulso monetário e fiscal vai mais do que compensar a desaceleração dos automóveis e da linha branca, que perdem seus incentivos", acrescentou Zeina.

SETORES

Na comparação mensal, 15 dos 27 setores pesquisados tiveram aumento da produção, com destaque para Veículos automotores (3,2 por cento), Refino de petróleo e produção de álcool (3,5 por cento), Material eletrônico e equipamentos de comunicações (9,1 por cento) e Metalurgia básica (2,7 por cento).

Entre as categorias de uso, a produção de bens de consumo duráveis teve a maior alta sobre julho, de 3,1 por cento, seguida por bens intermediários (0,7 por cento), bens de consumo semi e não duráveis (0,6 por cento) e bens capital (0,4 por cento.

Sobre agosto de 2008, 9 dos 27 segmentos apresentaram crescimento da atividade. Os destaques de baixa foram Veículos automotores (-18,4 por cento), Máquinas e equipamentos (-19,0 por cento), Metalurgia básica (-16,1 por cento) e Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-22,1 por cento).

Todas as categorias de uso tiveram queda, sendo a maior de bens de capital, de 22,3 por cento. As demais apresentaram baixa, mas a menor do ano: de 8,1 por cento em bens intermediários, de 3,7 por cento em bens de consumo duráveis e de 1,3 por cento em bens de consumo semi e não duráveis.

(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier e Vanessa Stelzer)

http://economia.uol.com.br/ultnot/reuters/2009/10/02/ult29u70226.jhtm

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

PIB dos EUA tem queda de 0,7% no 2º trimestre após revisão

O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos caiu 0,7% no segundo trimestre de 2009, em taxa anualizada. Este é o resultado final para o período, de acordo com os dados do Departamento do Comércio do país nesta quarta-feira (30). O resultado foi melhor do que o esperado pelos analistas, que apostavam em contração de 1,2% no período.

Com o resultado do segundo trimestre de 2009, a economia norte-americana teve retração por quatro trimestres consecutivos, algo que não acontecia desde 1947, de acordo com dados do governo. De acordo com analistas, esta deve ser a última retração trimestral da economia americana antes do início da recuperação. Os EUA estão em recesão desde dezembro de 2007.

Consumo

A primeira e a segunda estimativas da atividade econômica entre abril e junho apontaram retração de 1%. De acordo com o governo americano, os gastos do consumidor não foram tão fracos como o calculado anteriormente, o que explica a melhora no resultado.

A taxa de retração também é bem menor do que as vistas em trimestres anteriores. Nos três primeiros meses de 2009, por exemplo, a economia americana teve contração real de 6,4%. Nos três últimos meses de 2008, a queda foi de 5,8%.


Fonte: Portal G1 Economia e Negócios

http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1323754-9356,00-PIB+DOS+EUA+TEM+QUEDA+DE+NO+TRIMESTRE+APOS+REVISAO.html

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

28/09/2009 - 10h48 Mercado eleva previsão para PIB, inflação e juros em 2010, diz Banco Central

O mercado elevou as previsões para PIB (Produto Interno Bruto), inflação e taxa de juros em 2010. As informações constam do boletim Focus publicado nesta segunda-feira pelo Banco Central.

A expectativa é que a economia cresça 4,5% no ano que vem. Na pesquisa anterior, a previsão era de crescimento de 4,2%.
Para 2009, a mediana das expectativas de cerca de cem consultados aponta para crescimento zero em 2009, mesmo resultado visto na pesquisa da semana retrasada.

A projeção para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) -índice que baliza o regime de metas do governo - do ano que vem passou de 4,30% para 4,40%. A previsão para 2009 teve uma queda marginal, de 4,31% para 4,30%.

Nos demais índices inflacionários considerados pela pesquisa, as projeções ficaram estáveis de uma semana para outra, com exceção do IGP-DI de 2009. Neste indicador, a mediana das expectativas dos consultados aponta agora deflação de 0,16%, menor do que a deflação de 0,20% prevista na semana retrasada.

Para 2009, os analistas esperam queda de 0,61% no IGP-M e alta de 4,20% no IPC da Fipe. Para 2010, o mercado aguarda variação de 4,5% no IGP-M e no IGP-DI, e inflação de 4,45% pelo IPC-Fipe.

Para setembro, os agentes elevaram as projeções dos índices gerais de preços - os que consideram atacado, varejo e construção. No IGP-DI, a estimativa foi de 0,27% para 0,35% e, no IGP-M, de 0,31% para 0,40%. As previsões para os índices ao consumidor ficaram estáveis, em 0,25% no IPCA e em 0,30% no IPC-Fipe.

Com o aumento dos prognósticos de inflação e de atividade econômica para 2010, o mercado também elevou sua previsão de juro básico no próximo ano.

Depois de oito semanas estável em 9,25% anuais, a projeção para a taxa Selic ao fim de dezembro de 2010 subiu para 9,50%. Uma vez que a previsão da Selic no fim de 2009 permanece em 8,75% (estacionada há 14 semanas), os analistas financeiros consultados pelo Banco Central na pesquisa Focus passaram a estimar elevação de 0,75 ponto percentual no juro básico durante o próximo ano.

(Com informações do Valor Online)
http://economia.uol.com.br/ultnot/2009/09/28/ult4294u2985.jhtm

domingo, 27 de setembro de 2009

Sete países firmam acordo para criar Banco do Sul


Instituição terá US$ 20 bilhões - o dobro do anunciado antes - para investir em infraestrutura e integração regional

Depois de meses de impasse, sete presidentes sul-americanos fecharam no sábado o acordo de criação do Banco do Sul, instituição concebida para financiar projetos de desenvolvimento em infraestrutura e de integração comercial regional.

De acordo com o presidente venezuelano, Hugo Chávez, o banco contará com capital inicial de US$ 20 bilhões, o dobro do que havia sido acordado em março.

A instituição financeira é uma iniciativa lançada em 2007 pelo presidente venezuelano, com a qual ele diz pretender fazer frente aos organismos multilaterais de financiamento, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco Mundial (Bird).

"(O Banco do Sul) será nosso banco para trazer nossas reservas depositadas (nos bancos do hemisfério) norte, que eles usam para dar crédito a nós mesmos", afirmou Chávez, durante discurso na II Cúpula América Latina-África.

Participam da iniciativa os governos de Venezuela, Brasil, Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai. O Chile, por enquanto, será membro observador. Agora, o projeto será levado aos respectivos Congressos para a aprovação final.

Impasse

O impasse sobre o peso dos países na tomada das decisões vinha atrasando a criacao da instituição.

O ministro das Relações Exteriores do Equador, Fander Falconí, disse à BBC Brasil que os países-membros concordaram em uma "fórmula mista" que delimita o poder de decisão de cada país para a aprovação de empréstimos.

A posição do Brasil era de que os votos dos países que mais aportassem capital no banco deveriam ter maior peso nas decisões.

Essa proposta era rejeitada principalmente pelo Equador, que teria argumentado que essa prática é a mesma aplicada pelo Banco Mundial, organismo reiteradamente criticado pela maioria dos países membros do Banco do Sul.

O Equador saiu em defesa da equação um país, um voto, independentemente do aporte financeiro destinado à instituição.

A fórmula que havia sido acordada há meses contemplava as duas posições divergentes, ao estabelecer dois tipos de empréstimo, um "simples" e outro "complexo", com patamares de financiamento diferenciados.


Fonte: G1 Economia e Negócios

http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1319913-9356,00-SETE+PAISES+FIRMAM+ACORDO+PARA+CRIAR+BANCO+DO+SUL.html

Imagem: O Berro da Formiga
http://oberrodaformiga.blogspot.com/2008/10/unasul-cria-o-banco-do-sul.html

sábado, 26 de setembro de 2009

G20 enfrenta teste de credibilidade nos mercados

PITTSBURGH (Reuters) - O G20, recém-saído de uma forte demonstração de unidade em Pittsburgh, tem à frente meses de acordos e comunicação com os mercados que vão testar sua credibilidade como principal fórum global de cooperação econômica.

O anfitrião da cúpula, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, classificou a reunião como um sucesso para o comprometimento com um crescimento econômico global "equibilibrado e sustentável", e citou em particular um acordo para a eliminação progressiva de subsídios a combustíveis fósseis.

"Estou orgulhoso de as nações do G20 concordarem em eliminar subsídios sobre combustíveis fósseis no valor de 300 bilhões de dólares. Isso irá aumentar nossa segurança energética, reduzir as emissões de gás carbônico, combater a ameaça de mudança climática e ajudar a criar novos empregos e indústrias do futuro", disse em seu programa semanal de rádio neste sábado.

Os líderes concordaram que seus encontros vão substituir os do G7, como um alto conselho de formuladores de política, prometendo dar mais poder a potências emergentes como a China e a ter mais diálogo na reconstrução e condução da economia mundial.

Apesar de os países do G7 estarem certos em aceitar a inevitável dissolução de poder econômico por conta de uma acelerada industrialização dos países mais pobres, analistas dizem que o tamanho e a diversidade do grupo pode complicar a coordenação política.

"Há muitos cozinheiros na cozinha... Eu esperaria antes de declarar vitória", disse Simon Johnson, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI). "Eles precisam provar seu valor e legitimidade."

Desafios ao novo grupo estão em toda parte, desde a inércia em relação a mudanças climáticas até o ceticismo dos mercados financeiros globais.

As nações do G20 continuarão no holofote nas reuniões do FMI em Istanbul no próximo mês, no encontro de ministros de Finanças do G20 na Escócia em novembro e nas conversações sobre mudanças climáticas da Organização das Nações Unidas (ONU) em dezembro.

Os mercados não devem reagir ao apoio em Pittsburgh para um esforço liderado pelos EUA para remodelar a economia global, reduzindo excessos de potências exportadoras como a China e os amplos déficits de grandes importadores como os Estados Unidos.


Fonte: Yahoo! Notícias

http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/090926/economia/negocios_gvinte_teste

Imagem: http://www.ruvr.ru

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

CE lidera venda de calçados ao exterior

INDÚSTRIA CALÇADISTA do Ceará exportou 2,7 milhões de pares em agosto, queda de 18,77% ante julho (Foto: Silvana Tarelho)

O Ceará continua na liderança das exportações de calçados em volume físico, entre os estados brasileiros, no ano. De janeiro a agosto, foram enviados ao mercado internacional 32,9 milhões de pares. O Rio Grande do Sul ficou em segundo lugar, embarcando para o exterior 24,6 milhões de pares, em igual período. A Paraíba fica em terceiro no ranking, ultrapassando tradicionais exportadores como São Paulo e Bahia. As fábricas paraibanas venderam ao exterior 14,9 milhões de pares no acumulado do ano. A quarta posição pertence a São Paulo, que vendeu 4,7 milhões. Na quinta posição está a Bahia, com a comercialização de 4,5 milhões de pares. Os dados foram elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), com base nos números fornecidos pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Esses cinco primeiros lugares em volume físico não se mantém nesta ordem quando se refere ao valor das vendas. Em relação aos calçados exportados nos oito meses, a liderança cabe ao Rio Grande Sul que somou US$ 533,3 milhões, seguido por Ceará (US$ 190,6 milhões), São Paulo (US$ 76,7 milhões), Paraíba (US$ 47,4 milhões) e Bahia (US$ 46,4 milhões).

O desempenho do Ceará indica quedas de 15,7% no número de pares e de 14,4% no faturamento, no acumulado no ano. Somente em agosto, foram 2.763.946 pares exportados, o segundo maior resultado no mês, um recuo de 18,77% ante julho. Este volume negociou US$ 19,3 milhões, retração de 24,13% frente ao mês anterior.

País em baixa

No País, o mês de agosto seguiu o compasso que vem sendo marcado desde o início de 2009, acumulando queda de 33,6% na balança comercial. Nos oito meses do ano, as exportações de calçados (incluindo suas partes) acumularam queda de 28,8% e as importações apresentaram 2,8% negativos, o que resultou em valores também negativos para a corrente de comércio, que atingiu -25,4%.

O volume exportado dos calçados, sem suas partes, reduziu em 24,4% de janeiro a agosto, comparado ao mesmo período do ano passado. Este ano, as fábricas brasileiras embarcaram 86 milhões de pares, com faturamento de US$ 926,7 milhões, contra 113,3 milhões de pares exportados no ano passado, cuja receita foi de US4 1,3 bilhão. Neste período, as divisas indicam redução de 29%.

O Rio Grande do Sul teve queda de 33,9% em pares e 33,2% em faturamento. Em São Paulo, a queda foi de 38,1% e 39,5%, enquanto na Paraíba foi de 9,9% e 7,7%. Na Bahia, os números despencaram 21,3% e 21,2%, respectivamente.

Observando os principais compradores do calçados Made in Brazil por continente, a América do Sul é a responsável pela aquisição do maior número de pares. De janeiro a agosto deste ano, o continente sul-americano absorveu 27,3 milhões de pares do total exportado. Em faturamento, porém, figura em terceiro lugar, sendo responsável pela entrada de US$ 196,3 milhões no país. O preço médio de exportação para a América do Sul é de US$ 7,2.

O segundo lugar, levando-se em conta a quantidade embarcada, fica com a América do Norte, cujo principal comprador é os Estados Unidos e que adquiriu 22,8 mil pares ao longo deste ano. O faturamento proveniente da América do Norte também mantém esta região na segunda posição, com a soma de US$ 262,6 milhões e preço médio de US$ 11,5 por par.

A Europa, por sua vez, é a terceira principal compradora em termos de volume, porém a primeira em faturamento, uma vez que o preço médio pago pelo par é de US$ 17. Este ano, os europeus adquiriram 21,1 milhões de pares, pelos quais pagaram US$ 360 milhões.

Os calçados sintéticos representam a maior parte no total da quantidade embarcada para o exterior de janeiro a agosto. Foram 54,8 milhões de pares desta categoria (do total de 86 milhões de pares exportados).

CAROL DE CASTRO
REPÓRTER

Fonte: Caderno Negócios - Diário do Nordeste
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=674182


G20 aumenta em 5% o poder de voto dos emergentes no FMI

A Cúpula do G20, que reúne potências industrializadas e principais países emergentes, realizada nesta sexta-feira, em Pittsburgh (EUA), decidiu transferir "ao menos 5%" do poder de voto no Fundo Monetário Internacional (FMI) e 3% no Banco Mundial para os países emergentes, "refletindo o peso econômico relativo de seus membros".

"É uma vitória extraordinária", disse presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para quem as conclusões da Cúpula demonstram que "o mundo está caminhando rapidamente para uma nova ordem econômica mundial".


Os países emergentes queriam a transferência de 7% dos votos no FMI e de 6% no Banco Mundial, mas Lula disse que ficou satisfeito e afirmou que o resultado constitui uma "demonstração de flexibilidade" para os que acreditavam que, apesar da crise, "não ia ocorrer nada no mundo".

"Nas desgraças de uma crise, surge a possibilidade de se fazer coisas que de outro modo não faríamos".

A Cúpula de Pittsburgh substituiu o G8, dos países ricos, pelo G20, agregando os principais emergentes na coordenação das grandes questões econômicas mundiais.

O encontro de Pittsburgh foi a terceira cúpula em um ano do G20, que afirmou ser agora o "fórum principal" para cooperação econômica, suplantando o G7 e o G8, dominados pelo Ocidente e que havia décadas eram os fóruns internacionais mais importantes.

A ação foi um claro reconhecimento de que países em rápida expansão, como Brasil, China e Índia, agora desempenham um papel muito mais importante no crescimento mundial.

"Este movimento em direção ao G20, e se distanciando do G7, está reconhecendo realidades econômicas. Não se pode falar sobre a economia mundial sem ter na mesa as grandes economias emergentes e dinâmicas", disse à TV Reuters o vice-diretor executivo do Fundo Monetário Internacional, John Lipsky.

(Com informações de AFP e Reuters)
http://economia.uol.com.br/ultnot/2009/09/25/ult4294u2982.jhtm

Professores doutores do Campus da UFC no Cariri contemplados com Bolsa de Produtividade do CNPq

Escrito pelo Prof. Ricardo Ness, Diretor do Campus da Universidade Federal do Ceará no Cariri

No dia 22 do corrente mês a Diretoria Executiva do CNPQ divulgou o resultado do Edital CNPq-MCT 03/2009. O objetivo do edital é contribuir para a fixação de recursos humanos e consolidação de novos campi e novas universidades, por meio da concessão de bolsas ao pesquisador, incentivando a produção científica por doutores das novas universidades e novos campi das IFES. Cada professor receberá uma Bolsa PQ e taxa de bancada para conduzir seu projeto de pesquisa aprovado.

Quatro professores doutores do Campus da UFC no Cariri tiveram propostas aprovadas. São eles:

Prof. Carlos Wagner Oliveira (Projeto: Estimativa da evapotranspiração na região do Cariri através de sensoriamento remoto orbital);

Profª Celme Torres Ferreira da Costa (Projeto: Investigação e modelagem dos processos de contaminação da água subterrânea por derivados de petróleo na bacia sedimentar do Araripe/CE);

Prof. Luiz Alberto Ribeiro Mendonça (Projeto: Avaliação da capacidade de infiltração de solos submetidos a manejo florestal na Chapada do Araripe.) e

Profª Suely Salgueiro Chacon (Projeto: Construção dos indicadores de sustentabilidade da região do Cariri Cearense).

O mérito dos projetos aprovados e o trabalho compromissado dos professores-pesquisadores envolvidos muito contribuirão para o avanço, com qualidade, do ensino de graduação e de pós-graduação na nossa instituição. A direção do Campus da UFC no Cariri parabeniza os professore contemplados e deseja-lhes muito sucesso na condução dos projetos.


Fonte: UFC-Cariri
http://www.cariri.ufc.br/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=233&Itemid=1

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Renda dos pobres cresce 3 vezes mais rápido que a média, diz Ipea

O ritmo de crescimento da renda da população mais pobre do Brasil foi quase o triplo da média do país nos últimos oito anos.

Entre 2001 e 2008, enquanto a renda familiar per capita da população como um todo cresceu 2,8% ao ano, essa evolução entre os 10% mais pobres foi de 8,1% ao ano. O crescimento entre os 10% mais ricos atingiu 1,4% ao ano.


Apesar da melhora, o dinheiro no país continua altamente concentrado. A renda apropriada pelo 1% mais rico é igual à dos 45% mais pobres. O que um brasileiro pertencente ao 1% mais rico (isto é, que vive em uma família com renda per capita acima de R$ 4.400 por mês) pode gastar em três dias equivale ao que um brasileiro entre os 10% mais pobres levaria um ano para gastar.

Os dados constam de levantamento feito pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), baseado na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domícílio), do IBGE.

De acordo com a Ipea, a melhora nos salários foi o principal fator para a redução da desigualdade, embora as políticas sociais do governo federal, como o Bolsa Família, também tenham ajudado.

"O mercado de trabalho é responsável por 75% da renda das famílias", diz comunicado do Ipea, divulgado nesta quinta-feira. A evolução nos rendimentos acima de um salário mínimo foi responsável por 45% de toda a queda do coeficiente de Gini de 2001 até 2008. O Gini é uma medida que aponta a desigualdade na sociedade.

Programas sociais do governo tiveram participação de um terço da redução na desigualdade, diz o Ipea.

Boas e más notícias
"A Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios mais uma vez trouxe boas notícias no que se refere à distribuição de renda no país. Apesar de o Brasil continuar um dos países mais desiguais do planeta, é claro que há uma tendência de queda continuada desde 1999 ou 2001", afirma o relatório distribuído pelo Ipea.

No entanto, o instituto, que é ligado ao governo, reconhece que a desigualdade é grande. "Falta muito até chegarmos a uma distribuição de renda civilizada", registra o documento, que também aponta avanços. "Após décadas de más notícias sobre a desigualdade, continuamos no caminho certo."

Para o Ipea, se 1/3 da renda nacional fosse perfeitamente distribuída, seria possível garantir a todas as famílias brasileiras a satisfação de todas as suas necessidades mais básicas.

Contudo, quase 50 milhões de pessoas ainda vivem em famílias com renda
abaixo desse nível (R$ 190 por mês). Para aliviar a extrema pobreza seria necessário contar apenas com 1% da renda dos 25% mais ricos do país, pelas contas do instituto.
http://economia.uol.com.br/ultnot/2009/09/24/ult4294u2977.jhtm

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Governo discute medida que pode aumentar preços dos derivados de trigo 23-09-2009

O Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) discutiu ontem (22) a possível elevação da alíquota do Imposto de Importação na compra de trigo, nos termos da proposta do ministro da Agricultura e Abastecimento, Reinhold Stephanes. A decisão, no entanto, foi transferida para grupo técnico que será instalado hoje (23).

O ministro Stephanes chegou à reunião da Camex com o pleito de aumentar a alíquota dos atuais 10% para 35% em compras de trigo vindo de fora do Mercosul, o que afeta o Canadá e os Estados Unidos, principalmente.

O argumento do ministro é que é preciso proteger o produtor brasileiro, que está em fase de conclusão da colheita de trigo, e garantir o preço do produto nacional. Ele considera a alíquota de 10% muito baixa, por causa dos subsídios dados à produção de trigo por outros países.

“A discussão é delicada”, afirmou o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, depois da reunião da Camex.

Ele acha justa a preocupação do ministro da Agricultura, no sentido de defender a produção nacional de trigo, mas ressalta também a preocupação do governo em não deixar faltar o produto.

Barral disse que o consumo nacional está em torno de 12 milhões de toneladas anuais, das quais o Brasil importa de 6 a 7 milhões de toneladas, em grande parte da Argentina. Parte do trigo importado vem também do Uruguai e do Paraguai.

Ele disse que, além da colheita atual, os estoques de trigo estão em “nível confortável”, uma vez que o Brasil já importou, neste ano, 3,8 milhões de toneladas (2,4 milhões da Argentina). O problema, acrescentou, é que “não pode entrar [no país] tanto trigo que prejudique a produção nacional, nem pouco trigo que afete o abastecimento”.

A reunião de ontem teve a participação dos ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge; do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo; e da Agricultura. Também integram o Conselho de Ministros da Camex representantes das Relações Exteriores, Fazenda, Desenvolvimento Agrário e Casa Civil. (Agência Brasil)

http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notasemp09/emp230920091.htm

Superávit da balança é de US$ 556 milhões na terceira semana de setembro 21/09/2009

O saldo da balança comercial brasileira (diferença entre exportações e importações) da terceira semana de setembro de 2009 (14 a 20), com cinco dias úteis, fechou em US$ 556 milhões (média diária de US$ 111,2 milhões). A corrente de comércio do período (soma das exportações e importações) ficou em US$ 6,436 bilhões (média diária de US$ 1,287 bilhão).

Nos cinco dias úteis, as exportações acumularam US$ 3,496 bilhões (média diária de US$ 699,2 milhões). Esse desempenho foi 6,4% maior à média diária das exportações acumulada nas duas primeiras semanas do mês (US$ 657 milhões). Nessa comparação, aumentaram as vendas brasileiras de: manufaturados (+9,2%) – por conta de óleos combustíveis, automóveis de passageiros, açúcar refinado, gasolina, celulares, etanol, motores e geradores elétricos e veículos de carga –; básicos (+4,8%) – principalmente minério de ferro, soja em grão, petróleo em bruto, farelo de soja, fumo em folhas e café em grão –; e semimanufaturados (+0,8%) – com destaque para açúcar em bruto, ferro fundido, ferro-ligas, catodos de cobre e óleo de soja em bruto.

As importações, na terceira semana de setembro, totalizaram US$ 2,940 bilhões, com média diária de US$ 588 milhões. Em relação ao desempenho médio diário registrado no mês até a segunda semana (US$ 556,15 milhões), houve crescimento de 5,7%, por conta de equipamentos mecânicos, veículos automóveis e partes, produtos químicos e instrumentos de ótica e precisão.

Mês

No acumulado do mês de setembro, com 13 dias úteis, a balança fechou com superávit de US$ 1,363 bilhões (média diária de US$ 104,8 milhões). Pelo critério da média diária, o superávit caiu 16,4%, em relação a setembro do ano passado (média diária de US$ 125,4 milhões) e de 28,4% sobre agosto de 2009, quando a média diária foi de US$ 146,4 milhões.

As exportações do acumulado do mês somaram US$ 8,752 bilhões, com média diária de US$ 673,2 milhões. Esse desempenho ficou 26% abaixo da média diária registrada em setembro de 2008 (US$ 909,9 milhões), por conta de retração nas exportações de produtos das três categorias: manufaturados (-31,5%) – principalmente aviões, tratores, calçados, etanol, pneus, celulares, autopeças, veículos de carga, bombas e compressores e automóveis –; semimanufaturados (-27,6%) – por conta de óleo de soja em bruto, semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas, couros e peles, celulose e ferro fundido –; e básicos (-18%) – devido a carnes suína, bovina e de frango, minério de ferro, petróleo em bruto, algodão em bruto e café em grão.
Em relação a agosto deste ano, a média diária das exportações em setembro de 2009, até a terceira semana, apresentou crescimento de 2,1% por conta de alta no desempenho das exportações de manufaturados (+8,8%) e semimanufaturados (+1,9%). Entretanto, na mesma comparação, houve queda nos embarques de básicos (-4,4%).

As importações, nas três primeiras semanas do mês, somaram US$ 7,389 bilhões, com média diária de US$ 568,4 milhões. Esse valor foi 27,5% menor que o registrado em setembro do ano passado (US$ 784,5 milhões) devido a retração nas compras brasileiras de adubos e fertilizantes (-54,3%), combustíveis e lubrificantes (-43,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (-24,4%), equipamentos mecânicos (-22,4%) e produtos farmacêuticos (-20,4%).

Na comparação com agosto de 2009 (média diária de US$ 512,7 milhões), as importações cresceram 10,9%, com destaque para equipamentos elétricos e eletrônicos (+26,2%), combustíveis e lubrificantes (+15,4%), produtos plásticos (+14,6%), instrumentos de ótica e precisão (+12,7%) e veículos automóveis (+10,6%).

Ano

De janeiro à terceira semana de setembro (179 dias úteis), a balança comercial ficou superavitária em US$ 21,331 bilhões (média diária de US$ 119,2 milhões), valor 12,3% maior que o registrado no mesmo período do ano passado (média diária de US$ 106,1 milhões).

As exportações de janeiro até a terceira semana de setembro somaram US$ 106,687 bilhões, com média diária de US$ 596 milhões. Em relação ao mesmo período de 2008, houve queda de 25,1%. As importações alcançaram o valor de US$ 85,356 bilhões (média diária de US$ 476,8 milhões), desempenho que representou uma retração de 30,8% sobre o resultado apresentado de janeiro até a terceira semana de 2008 (média diária de US$ 689,6 milhões).

A corrente de comércio no período chegou a US$ 192,043 bilhões (média diária de US$ 1,073 bilhão), desempenho 27,8% menor que o verificado de janeiro à terceira semana de 2008, quando a média diária do fluxo comercial brasileiro foi de US$ 1,485 bilhão.

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