sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Nordeste - Infraestrutura e Oportunidade de Negócios
Ceará - Exportações ainda são concentradas em poucos municípios
Apenas 45 municípios do Ceará exportam
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Ceará - Exportação de frutas
CE: Exportação de frutas pelo Pecém poderá crescer até 15%
Economia Brasileira
Melhor fase da economia brasileira foi de 2003 a 2008
Classes A e B são as que mais cresceram na crise, mostra FGV
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Consumo de etanol cai 25% Formatação
Formatação
10/2/2010
Apesar da retração no consumo do álcool, os preços subiram 13,96%, em 2009, e continuam em alta, este ano
São Paulo/Fortaleza A disparada do preço do álcool nos últimos meses já produz efeitos diretos no consumo. De acordo com o diretor da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), Allan Kardec Filho, houve redução de 25% na demanda por álcool em janeiro, na comparação com dezembro. "No Ceará, a queda é grande, porque o consumidor sabe fazer conta e já percebeu que não é mais vantagem abastecer com álcool", confirma o novo presidente do Sindipostos-CE, Guilherme Meireles, sem revelar o percentual de queda.
"Desde outubro, o preço do álcool vem subindo, e o consumidor que tem carro flex tem recorrido mais à gasolina. O álcool já perdeu sua vantagem em quase todo o Brasil, com exceção do Mato Grosso", afirmou, Kardec Filho, durante divulgação dos dados relativos ao mercado de combustíveis em 2009. Ele destacou que, a partir da segunda quinzena de março, espera-se recuperação do consumo, à medida em que os preços comecem a cair com a colheita da safra de cana-de-açúcar.
Levantamento da ANP mostra que o preço do álcool combustível subiu 13,96%, em 2009. Neste ano, já subiu outros 10%, chegando a "estratosfera" de R$ 2,19, em alguns postos de Fortaleza, conforme anunciou com exclusividade, o Diário do Nordeste, na edição de ontem.
A gasolina teve variação bem menor, ficando 1,23% mais cara, no País. E ontem, apesar da redução de R$ 0,08, na Cide, o combustível voltou a subir na capital cearense, revelando oportunismo do setor, diante do feriado do Carnaval. Já o óleo diesel barateou, apresentando redução de 6,17%, segundo pesquisa feita em postos de combustíveis de todo o País.
Mercado cresceu em 2009
Apesar do aquecimento dos preços e dos efeitos da crise econômica na primeira metade do ano de uma maneira geral, o consumo de combustíveis cresceu 2,7%, no mercado nacional, em 2009. Ao todo, foram consumidos 108,8 bilhões de litros, segundo dados da ANP.
Assim como nos anos anteriores, o consumo de álcool hidratado (o álcool que não é misturado à gasolina) apresentou a variação mais significativa. A demanda de 16,4 bilhões de litros significou um incremento de 23,9% em relação a 2008. Se for levado em conta o consumo de álcool anidro, o etanol registrou consumo de 22,8 bilhões de litros, com avanço de 16,5%.
Combustível mais consumido do Brasil, o óleo diesel teve retração de 1% em 2009, com consumo total de 44,4 bilhões de litros. Já biodiesel teve variação positiva de 39,1%. A gasolina apresentou aumento de 0,9%, totalizando consumo de 25,4 bilhões de litros.
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=734611
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
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domingo, 7 de fevereiro de 2010
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sábado, 6 de fevereiro de 2010

WASHINGTON (Reuters) - O derretimento das geleiras no Ártico pode custar de 2,4 trilhões de dólares a 24 trilhões de dólares até 2050 em danos à agricultura global, aos imóveis e às seguradoras causados pelo aumento do nível dos oceanos, enchentes e ondas de calor, informou um estudo divulgado na sexta-feira.
"Todos ao redor do mundo irão carregar esses custos", afirmou Eban Goodstein, um economista do Bard College, no Estado de Nova York, e co-autor do estudo chamado "Tesouro Ártico, Ativos Mundiais Derretendo".
Ele afirmou que o relatório, revisado por mais de uma dezena de cientistas e economistas e financiado pelo Pew Environment Group, um braço do Pew Charitable Trusts, é a primeira tentativa de calcular o tamanho das perdas de uma das regiões mais importantes para o clima mundial.
"O Ártico é o ar-condicionado do planeta e ele está começando a entrar em colapso", disse.
O derretimento de gelo e neve no Oceano Ártico já custa ao mundo de 61 bilhões a 371 bilhões de dólares anualmente, principalmente devido a ondas de calor, enchentes e outros fatores, disse o estudo.
As perdas podem aumentar, pois um Ártico mais quente tende a soltar grandes quantidades de metano. O gás teria um impacto 21 vezes maior que o dióxido de carbono no aquecimento global.
O derretimento do gelo no Oceano Ártico já está causando um aumento de temperaturas, pois a água escura, resultante do gelo derretido, absorve mais energia solar, afirmou. Isso pode causar derretimentos de mais geleiras e aumentar o nível dos oceanos.
Enquanto boa parte da Europa e dos Estados Unidos têm sofrido com nevascas e temperaturas abaixo do esperado neste inverno, as evidências aumentam de que o Ártico está em risco devido ao aquecimento.
Os gases geradores do efeito estufa saídos de escapamentos e chaminés levaram as temperaturas do Ártico, na última década, ao maior nível em pelo menos 2.000 anos, revertendo uma tendência natural de resfriamento, informou uma equipe internacional de pesquisadores no jornal Science, em setembro.
As emissões de metano do Ártico subiram 30 por cento nos últimos anos, disseram cientistas no mês passado.
(Reportagem de Timothy Gardner)
Fonte: UOL Noticias