domingo, 20 de junho de 2010
Festas de São João aquecem economia local
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Empresas do NE estão entre as maiores do Brasil
Grupos que se destacaram estão nos estados da Bahia, Alagoas, Ceará e Rio Grande do Norte
Oito grupos do Nordeste estão entre os 200 maiores do Brasil. A lista foi elaborada pela revista Valor Grandes Grupos, publicação anual do Grupo Valor Econômico, que traz um perfil de cada “gigante” da economia brasileira.
A edição lançada neste mês de dezembro é a oitava e exibe números referentes ao ano de 2008. A revista ainda informa os 20 grupos que mais cresceram em receita bruta, patrimônio líquido, rentabilidade patrimonial e lucro líquido, em cada uma das seguintes áreas: indústria, comércio, serviços e finanças.
Representando o Nordeste, a Bahia aparece três vezes entre os 200 maiores grupos do país. O estado é sede da Odebrecht, de capital brasileiro, e dona de uma construtora de mesmo nome, da Braskem, da ETH Bioenergia, entre outros empreendimentos.
O grupo, entre os 200 “gigantes”, ocupa a 9° no ranking. Em 2007, estava em 12° lugar. A receita bruta da Odebrecht em 2008 chegou a R$ 40.953,8 milhões, com variação de 30,4%. Devido ao crescimento expressivo, o grupo ficou em 17° lugar entre os vinte da indústria que mais cresceu em receita bruta. O possui 82.159 empregados.
Da Bahia, a Pirelli também compõe o time dos maiores do Brasil. De capital italiano e receita bruta de R$ 4.263,4 milhões, com variação 5,2%, a Pirelli é dona da Pirelli Pneus, TLM, Cord Brasil, entre outras empresas, com atuação também no Chile, México e na Caolômbia. O grupo mantém 10.251 empregados. Na lista dos 200 maiores do país, o Grupo com sede na Bahia ocupa a 89° posição. Em 2007, a Pirelli estava no 85° lugar.
Ainda no estado da Bahia, surge no ranking elaborado pelo Valor Grandes Grupos, a Ferbasa. De capital brasileiro, em 2008, o grupo – dono da Mineração Vale do Jacurici e das empresas Damacal, Reflora, Pontes I, Silbasa, entre outras -, empregava 2.933 pessoas. A receita bruta chegou a R$ 1.056,9 milhões, com variação de 85,9%, o segundo grupo da indústria que mais cresceu em receita bruta, perdeu apenas para a JBS-Friboi, de São Paulo. No ranking atual, a Fernasa ocupa a 181ª posição. Em 2007, o grupo não foi incluído entre os 200 maiores do Brasil.
Ceará, Alagoas e Rio Grande do Norte
Depois da Bahia, Ceará e Alagoas são os estados que mais sediam grupos no Nordeste, presentes no ranking divulgado pela revista Valor Grandes Grupos este mês. Cada um aparece com dois grupos. Já o Rio Grande do Norte é representado por um.
De capital brasileiro, o M. Dias Branco, instalado no Ceará, é dono da Bomgosto, Adria Alimentos, Tergran, entre outras empresas. O grupo alcançou receita bruta de R$ 2.835,6, com variação de 43,3%. Foi o 8° grupo entre os 20 da indústria que mais cresceu em receita bruta. Com 9.585 empregados, o M. Dias Branco ocupa a 122ª posição. Em 2007, o grupo estava em 132° lugar.
Também com sede no Ceará, o grupo J. Macêdo, que administra a Tergran, Pico da Caledônia, MacDo, entre outras empresas, fechou o ano de 2008 com receita bruta de R$ 1.512,7 (variação de 19,8%). O grupo, cujo capital é brasileiro, mantém 2.575 pessoas empregadas. No ranking atual, está na 160ª posição. Já em 2007, ocupava o 164° lugar.
De Alagoas, os grupos Tércio Wanderley e Carlos Lyra (este último com empresas sediadas também em Minas Gerais) estão entre os “gigantes” do Brasil. O grupo Carlos Lyra, em 2008, alcançou receita bruta de R$ 1.084,9, com variação de 9,6%. Dono da Usina Caeté e das empresas Sotan e Lagense S.A., entre outros empreendimentos, o grupo emprega 15.280 pessoas. No ranking atual, ocupa a 180ª. Em 2007, estava em 174 lugar.
Já o grupo Tércio Wanderley, administrador da Usina Coruripe, Cipesa Engenharia, Coruripe Energética, entre outras empresas, gerou receita bruta de R$ 1.007,7, registrando variação de 39,8%. Por conta do cresciemnto significativo, o Técio Wanderley também está entre os 20 grupos que mais cresceram em receita bruta na indústria. O grupo possui 7.200 empregados. No ranking da revista , o Tércio Wanderley está na 185ª posição. Em 2007, ocupava o 200° lugar.
No Rio Grande do Norte, o destaque é do grupo Guararapes, o único do Nordeste que não atua na indústria, mas no comércio. O grupo, dono das Lojas Riachuelo, Transportadora Casa Verde, Midway, entre outras empresas, somou, em 2008, receita bruta de R$ 2.705,5, registrando crescimento de 9,9%. No ranking divulgado este mês, ocupa a 127ª posição, entre os 200 “gigantes” do Brasil. Em 2007, estava em 117° lugar. O grupo mantém 34.056 empregados.
O grupo Guararapes também aparece entre os 20 do setor do Comércio que mais cresceram em receita bruta em 2008. Com variação de 9,9%, ele ficou em 19° lugar. Já levando em conta o crescimento do patrimônio líquido, o grupo do Rio Grande do Norte ficou na 7ª posição entre vinte. O Guararapes ainda ocupa o 11° lugar em rentabilidade patrimonial e o 7ª em lucro líquido, com 136,9 milhões somados em 2008
Fonte: Tendências e Mercados - Panorama Econômico do Nordeste
http://www.tendenciasemercado.com.br/negocios/empresas-do-ne-estao-entre-as-maiores-do-brasil/
sábado, 12 de dezembro de 2009
Sua Nota Vale Dinheiro: 60% de cupons a mais
Foto: André Lima
O contribuinte cearense está mais consciente da obrigação de pagar os impostos e as contribuições estaduais. As evidências não estão apenas no aumento da arrecadação do Estado, que só com o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), principal tributo da receita própria, deve fechar o ano com um crescimento de 8% sobre 2008, mas também em um aumento em torno de 60% no volume de notas fiscais emitidas e entregues à Secretaria da Fazenda do Ceará(Sefaz), por conta da campanha "Sua Nota Vale Dinheiro".
Parte do trabalho de conscientização realizado pela Sefaz para estimular o contribuinte a cobrar a nota fiscal, a campanha registra, desde a sua criação, em julho de 2005, quase 19 milhões (18,92 milhões) de documentos fiscais digitados, o que resultou em um pagamento de cerca de R$ 35,4 milhões às entidades e pessoas físicas inscritas. Mais de 43% desse valor, R$ 15,3 milhões, foram desembolsados só em 2009.
"Com a campanha ´Sua Nota Vale Dinheiro´, a Sefaz pretende criar a cultura de se pedir a nota fiscal no Estado e nós estamos conseguindo esse objetivo. De janeiro até agora, o volume de documentos fiscais emitidos e entregues à Sefaz com a campanha cresceu em torno de 60% em relação ao ano passado. Um outro dado interessante é que Fortaleza é, hoje, a 2ª capital do País que mais pede nota fiscal. Então nosso objetivo está sendo alcançado", destaca o coordenador da campanha na Sefaz, Clementino Pereira.
Segundo ele, existem 140.287 participantes cadastrados, sendo 817 entidades e 139.470 pessoas físicas.
Prêmio Contribuintes
Para reconhecer aqueles que mais colaboram com o "Sua Nota Vale Dinheiro", elevando assim a arrecadação do Estado, a 3ª edição do Prêmio Contribuintes Ceará, promovido pela Sefaz, em parceria com o Sistema Verdes Mares (SVM), vai premiar as entidades participantes da campanha que mais contribuíram com a mesma no âmbito estadual e em cada uma das macrorregiões do Ceará - Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), Norte/Sobral, Sul/Cariri, Central/Quixadá e Centro/Sul Iguatu. Ao todo serão 15 entidades agraciadas com a comenda na edição de 2009.
Serão reconhecidas também as empresas que mais contribuem para o aumento da arrecadação e os contabilistas.
Neste ano, a primeira festa de entrega do prêmio será na próxima quarta-feira, dia 16, em solenidade a partir das 20 horas, no La Maison Dunas, em Fortaleza. Haverá ainda outras solenidades de premiação nas macrorregiões do Estado localizadas no interior, em datas ainda a serem definidas. A iniciativa conta com o patrocínio do Bradesco, Schincariol, M. Dias Branco, Banco do Nordeste (BNB), Petrobras e OI.
Fonte: Diário do Nordeste - Caderno Negocios
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=704825
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Térmica a carvão no Ceará terá recursos de BNDES e BID
RIO DE JANEIRO (Reuters) - Um consórcio formado meio a meio pela EDP-Energias do Brasil e a MPX, empresa de energia do empresário Eike Batista, recebeu financiamento de 1,4 bilhão de reais do BNDES e mais 327 milhões de dólares do BID e bancos para a construção da usina termelétrica Porto do Pecém I, de carvão mineral, no Estado do Ceará, com capacidade instalada de 720 megawatts.
O investimento total no projeto é de 3,4 bilhões de reais. A obra foi iniciada em julho do ano passado e incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
"O projeto de Pecém Energia já contratou todos os serviços e equipamentos necessários e a conclusão da estruturação financeira é um item fundamental para o desenvolvimento do empreendimento", explicou o presidente da MPX, Eduardo Karrer, em um comunicado.
A MPX e a EDP venceram o leilão realizado em outubro de 2007 para fornecer 615 MW médios a partir de janeiro de 2012 para o pool de distribuidoras de todo país. A usina utilizará tecnologia de queima limpa de carvão.
O custo do empréstimo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) será de TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo, hoje em 6 por cento ao ano) acrescida de spread de 2,77 por cento ao ano.
O empréstimo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) inclui um financiamento direto de 147 milhões de dólares, com prazo total de 17 anos e início de amortização do principal em 2012, e ainda um financiamento com participação de bancos comerciais de 180 milhões de dólares, com prazo total de 13 anos e início de amortização do principal também em 2012.
As taxas iniciais das duas partes são Libor mais 350 pontos-básicos e Libor mais 300 pontos-básicos, respectivamente.
O empréstimo em dólar já foi objeto de contratação tanto de hedge cambial quanto de swap de taxa de juros.
O bancos envolvidos no financiamento indireto do BID são
Millenium BCP, Caixa Geral de Depósitos e Calyon.
(Por Denise Luna)
Fonte: Yahoo! Finanças
http://br.news.finance.yahoo.com/13072009/5/economia-termica-carvao-no-ceara-tera.html
domingo, 12 de julho de 2009
Expocrato 2009 deve reunir 100 mil visitantes por dia
Dentro do Parque de Exposições, o clima é de otimismo. O presidente do Grupo Gestor da Expocrato — que organiza o evento —, Francisco Leitão, garante que o volume de negócios, nos oito dias de festa, deve girar em torno de R$ 60 milhões, R$ 10 milhões a mais do que em 2008. Ele estima que cerca de 100 mil pessoas visitarão diariamente o parque.
Casa própria
De acordo com a Câmara de Dirigentes Lojistas do Crato (CDL), no ano passado, o incremento de venda antes e depois da Expocrato, foi de 42,9%. Este ano, em razão da crise econômica, o movimento será um pouco menor, presume Geraldo Pinheiro, presidente da CDL, destacando que, pela primeira vez, será realizado um “Feirão de Imóveis” que reúne, em um único espaço, construtoras, imobiliárias, cartórios e técnicos da Caixa Econômica Federal, responsáveis por analisar e liberar os financiamentos.
Durante o evento, é possível conhecer o imóvel, fechar o negócio e dar entrada nos papéis do financiamento, que podem chegar a até 100% do valor do imóvel, em um prazo de 30 anos, com taxas de juros que variam entre 4,5% e 11%.
Outra novidade é a presença do “Caminhão da Sorte” que circula por todo o Brasil realizando os sorteios das Loterias da Caixa ao vivo, com o objetivo de demonstrar aos apostadores e à população em geral a seriedade e a transparência com que são realizados os sorteios. No local, as apostas podem ser feitas na unidade móvel instalada no Caminhão da Sorte. Na oportunidade, em parceria com a CDL do Crato, serão distribuídos prêmios com os presentes.
Êxito antecipado
A comissão organizadora tem motivos para comemorar com antecedência. Todas as baias, pavilhões e espaços para instalação de estandes e barracas foram vendidos, num total de 500 pontos de vendas. Está confirmada a presença de 500 expositores da maioria dos estados do Nordeste. Estão inscritos cerca de 10 mil animais. “A Expocrato é o maior evento do Ceará e um dos maiores do segmento da região Norte e Nordeste. Revela-se como grande potencial gerador de emprego, renda e qualidade de vida do pequeno ao grande produtor rural e agricultor familiar, por meio das tecnologias e inovações que são difundidas em eventos paralelos que acontecem durante os oito dias de realização da Expocrato 2009”, comenta Leitão.
Ao fazer este comentário, Francisco Leitão destaca que as parcerias, que são firmadas e que vem se concretizando ao longo dos anos, possibilitam o crescimento com êxito, contribuindo para o desenvolvimento do Cariri e do Estado.
Leitão elogia também uma gama de profissionais, altamente qualificados, formados por veterinários, árbitros, técnicos, coordenadores e assistentes, capazes de proporcionar e garantir, desde um rigoroso processo de seleção e triagem de animais, avaliação genética e caracterização racial, até a estruturação e coordenação das várias etapas de execução do evento. “Assim é a Expocrato, a soma de expectativas e o resultado de muito trabalho”, afirma Leitão.
Antônio Vicelmo
Repórter
DESTAQUE
"Hoje, a festa ultrapassou o Nordeste e contribui para melhoria da qualidade genética do rebanho"
Raimundo de Oliveira Borges
Advogado
"A exposição está para o Crato assim como as romarias estão para Juazeiro. O incremento é de 40%"
José Gilson Ribeiro Parente
Diretor do Sindilojas
"A Expocrato é o maior evento agropecuário do NE. Queremos receber bem os visitantes"
Antenor Muniz Gomes de Matos
Agrônomo
Mais informações:
Instituto Agropolos
Avenida Maildes Siqueira, S/N, em frente ao Parque de Exposições -Centro
(88) 3523.2120/ 3521-3561
Fonte: Diário do Nordeste
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=653758
sábado, 18 de abril de 2009
Ceará gera 1.372 vagas em março
A indústria de transformação, junto com os serviços, puxou a geração de empregos (Foto: José Leomar)
No ranking nacional, o Estado ocupa a 10ª colocação no número de empregos gerados. Tal desempenho foi puxado pela expansão principalmente na indústria de transformação (1.782 vagas) e no setor de serviços (1.110 postos). Apresentaram saldos negativos a construção civil (-587); o comércio (-112); administração pública (-3); e agropecuária(-793).
No primeiro trimestre do ano, houve decréscimo de 0,71%, quando foram perdidos 5.962 postos de trabalho. Nos últimos 12 meses, foi verificado crescimento de 4,94% no nível de emprego com carteira assinada( 38.954 vagas). Este resultado foi o melhor entre os Estados da região Nordeste.
De acordo com Mardônio Costa analista de mercado de trabalho do IDT (Instituto de Desenvolvimento do Trabalho), ´o resultado confirma estudo do Banco Central que aponta a região Nordeste como a menos penalizada com os efeitos da crise´. ´O Ceará que tem sua indústria focada em bens intermediários e itens de consumo interno, não depende muito do mercado externo — o que tem propiciado esses dados positivos, influenciados, principalmente pelo setor industrial´.
Costa disse ainda que essa performance do mercado de trabalho formal ´é muito importante porque inicia um processo de reversão de tendência, que reflete um pouco a evolução conjuntural do início do ano´, destaca.
´O crescimento da economia cearense no ano passado, ainda reflete positivamente. Afora os investimentos do governo em grandes projetos estruturantes e infra-estrutura turística— o que deve gerar emprego e renda´, acrescentou.
O Caged registrou também que a Região Metropolitana de Fortaleza gerou 430 empregos formais (0,07%). Nos municípios com mais de 30 mil habitantes, o destaque ficou com Sobral, que mostrou um saldo de 996 vagas, com uma variação de 3,17%. Entre as localidades também com resultados positivos estão Cascavel (366 novos postos); Juazeiro do Norte (244); Eusébio(243); Maracanaú (195); Maranguape (190) e Crato (156 vagas geradas). A maior perda ocorreu em Russas com saldo negativo de 294 vagas.
Isildene Muniz
Repórter
Fonte:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=631080
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Estudos regionais voltam à corrente principal da ciência econômica

Ensaios de Economia Regional e Urbana
Alexandre Xavier Ywata Carvalho, Carlos Wagner Albuquerque, José Aroudo Mota e Marcelo Piancastelli (organizadores)
Editora Ipea, 2008, 468 páginas, R$ 19,00
Estudos regionais voltam à corrente principal da ciência econômica
Estanislau Maria
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