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domingo, 5 de junho de 2011

5 de Junho - Dia Mundial do Meio Ambiente 2011 - Mitos sobre sustentabilidade nas empresas

Confira como algumas ideias equivocadas sobre sustentabilidade podem atrapalhar o negócio da empresa



Você sem dúvida já deve ter ouvido frases como: “Isto é um custo e não podemos bancar agora” ou “Precisamos de muito pessoal”, ou ainda “Não há dinheiro na Sustentabilidade”. Estes tipos de mitos, acabam minando muitas iniciativas empresarias por conta de equívocos em relação a sustentabilidade.

Uma pesquisa com dezenas de empresas da Fortune 1000 mostra a relutância em levar a cabo iniciativas de sustentabilidade ambiental, por causa de mitos como estes relacionados a custos ou benefícios. 

Para quebrar de vez ideias em descompasso com o desenvolvimento das empresas, veja oito mitos mais comuns e procure fugir deles.


1. É um custo e não podemos bancar agora


A sustentabilidade deve ser considerada não apenas porque é a coisa certa a fazer, mas também porque faz sentido para os negócios. Se uma iniciativa não pode ser justificada a partir de um marketing estratégico, financeiro, operacional, ou recrutamento de empregados / perspectiva de retenção, não faça isso. Mas descobriu-se que em quase todos os cantos de uma organização há uma razão fundamental de negócios para ser mais sustentável. 

Como Richard Goode, diretor de sustentabilidade da Alcatel-Lucent, disse recentemente: "Nos bons tempos, a sustentabilidade pode ser um diferencial competitivo, em tempos de vacas magras, é uma estratégia defensiva e em tempos realmente difíceis, ele pode determinar sua sobrevivência". A CEO da Xerox, Ann Mulcahey, compartilha dessa opinião dizendo que ser "um bom cidadão corporativo" salvou a empresa da falência. Consulte o Mito 3 para ver como as companhias têm feito investimentos em sua sustentabilidade. 

2. Precisamos de muito pessoal

Um dos mitos é que os esforços relacionados com a sustentabilidade exigem uma grande equipe centralizada de condução e apoio. Na verdade, o oposto é verdadeiro. Na maioria das empresas líderes pesquisadas, a equipe de sustentabilidade oscila entre um e quatro funcionários, mesmo em grandes companhias como a AT&T. 
O papel desses grupos é trabalhar com as diversas funções em toda a organização e com os altos executivos, para desenvolver uma estratégia, formulação de objetivos, coordenação de atividades e relatório sobre o progresso. Muitos dos líderes de sustentabilidade entrevistados afirmam que, no mundo ideal, essa equipe não seria nem necessária, pois a sustentabilidade seria integrada a todos os aspectos das operações da empresa e produtos. Mas, enquanto os negócios buscam esse estado ideal, uma equipe pequena e centralizada continuará a ser necessária.

3. Não há dinheiro na sustentabilidade
A sustentabilidade oferece oportunidades inovadoras para empresas de linha superior e inferior. Novas empresas e marcas criadas são inteiramente focalizadas no verde, como a Seventh Generation, GreenWorks, da Clorox, e a Renew mobile phones, da Motorola. 
Estas marcas não apenas apresentam milhões em receitas, como também reforçam a imagem de marca de suas empresas-mãe. A P&G até mesmo afirmou que deve gerar US$ 50 bilhões (sim, com um B), no acumulado de vendas de "produtos de inovação sustentável" em um período de cinco anos, que termina em 2012. 
Além disso, muitas empresas descobriram que podem revender os produtos usados e os materiais que antes eram considerados resíduos. Quando a Verizon focou na criação de operações mais sustentáveis, gerou US$ 27 milhões, classificando e vendendo materiais recicláveis a partir do seu fluxo de resíduos, ao mesmo tempo, poupando mais de um milhão de dólares em custos de remoção dos resíduos.

Abaixo estão outros exemplos: 
• Johnson & Johnson realizou 80 projetos de sustentabilidade desde 2005 e atingiu US$ 187 milhões em poupança, com um ROI de cerca de 19%, e subindo. 
• CocaCola afirma que gerou 20% de lucro sobre seus investimentos em iniciativas de economia de energia. 
• Diversey, líder global de B2B, fornecedora de limpeza comercial e soluções de higiene, afirma que, para cada US$ 1 investido em 2008, eles esperam recuperar US$ 2 dólares em 5 anos.

4. É só para as grandes empresas
A partir da experiência no trabalho com sustentabilidade, em grandes e pequenas empresas, é possível dizer sem hesitação que o tamanho da empresa faz pouca diferença. Empresas líderes de sustentabilidade estudadas são tão pequenas quanto a Numi Organic Tea (com receitas próximas de US$ 15 milhões), e tão grandes como a Hewlett-Packard (com receita de US$ 110 bilhões). Entre outras coisas, as pequenas empresas têm a vantagem de sua competitividade depender muitas vezes de serem enxutas, talentosas, e ágeis, o que a sustentabilidade potencializa.
Ahmed Rahim, CEO da Numi Organic Tea diz que todas as facetas das operações da empresa, as opções em seus produtos, e todos os seus funcionários têm em mente a sustentabilidade em suas decisões de trabalho e vida pessoal. A Numi se orgulha de usar materiais 100% biodegradáveis ou recicláveis em suas embalagens, e ganhou o prêmio WRAP (Waste Reduction Award Program) em quatro dos últimos cinco anos, no estado da Califórnia. Na verdade, ela foi reconhecida como uma das cinco maiores empresas do estado para as iniciativas em redução de resíduos. A sustentabilidade é integrada em cada decisão tomada na Numi.
Bonnie Nixon, Diretor de Sustentabilidade Ambiental da HP, diz que o tamanho de sua empresa tem pouco a ver com ela ser líder na sustentabilidade. Já nos seus primeiros dias, os fundadores da Hewlett Packard estavam na vanguarda, fazendo e pensando de forma sustentável, e a idéia ficou com a organização durante várias décadas.
As empresas maiores têm uma vantagem quando se trata de influenciar sua cadeia de abastecimento (Walmart e P&G são exemplos), e ao influenciar a política em nível governamental, mas as empresas menores podem ser tão eficazes, se não mais, em quase todo o resto.
5. É principalmente para empresas B2C
Surpreende ouvir de equipes de gestão que, por serem de uma empresa B2B, ser sustentável não importa muito, uma vez que seus clientes não são "consumidores". Primeiro, há oportunidades para impactar diretamente sobre os custos, conforme discutido acima. Danny Wong, diretor de sustentabilidade na Avery Dennison (predominantemente uma empresa B2B), afirma que a poupança de energia por si só justifica os investimentos em sustentabilidade, que foram "uma agradável surpresa".
Mas, além disso, quem toma decisões de compra em companhias? Ouve-se de um número crescente de grandes empresas B2B que seus clientes e potenciais clientes estão perguntando sobre seus esforços de sustentabilidade de RFPs. Uma empresa de software B2B vai tão longe a ponto de explicitamente colocar em seus critérios de aquisição que será dada preferência a organizações sustentáveis.
Uma grande fabricante de telecomunicações afirma que, em 2007, havia 50 RFPs (de cerca de 400), solicitando informações sobre as iniciativas de sustentabilidade da empresa. Em 2008 esse número era de 125 e, em 2009, está em vias de ser de mais de 200! Muitos clientes preocupam-se de quem compram, sejam eles consumidores ou corporações multi-bilhonárias.
6. Se fizermos afirmações sobre a sustentabilidade, seremos acusados de greenwashing
Enquanto existem algumas empresas que podem ser acusadas justamente de greenwashing, para muitas outras o medo de ser manchada desta maneira é muito exagerado. 
Estas empresas estão se empenhando para melhorar o seu impacto de carbono, sem muito alarde. As empresas que estabelecem metas significativas, e as alcançam, têm todo o direito de contar seus sucessos.

Mas a transparência torna-se um elemento importante neste processo, não só por suas realizações, mas também para as falhas. Não há nada melhor para a construção da credibilidade de seu sucesso como admitir suas falhas. E como o item seguinte ilustra, em parceria com as ONGs podem ajudar a construir a credibilidade sobre algumas das reivindicações.
7. ONGs são nossos adversários
Muitas empresas pensam em ONGs como adversárias, e ficam muito felizes se não forem abordadas por elas. Contudo, esta é uma oportunidade perdida para beneficiar da sua experiência em abastecimento, tratamento de água e uma série de outras questões. Organizações como a WWF e a Conservation International servem como parceiros para promover os esforços de muitas empresas líderes de sustentabilidade.
Bonnie Nixon disse que a HP percebeu há muitos anos que tratá-las como adversários foi contraproducente e, agora, faz parcerias com diversas ONGs. 
Suzanne Apple, Vice Presidente e diretora de gestão da WWF, diz que acolhe com satisfação a oportunidade de trabalhar com as empresas de forma "ganha-ganha", citando a Coca-Cola como um exemplo no qual a WWF ajuda a empresa a satisfazer as suas necessidades hídricas enquanto conserva a água doce mundialmente.

8. Não precisamos nos preocupar com a cadeia de abastecimento, porque não produzimos bens
Algumas empresas afirmam que, porque eles não produzem bens, não compram muito, e, portanto, não têm uma pegada de carbono significativa. Ou que seus produtos não consomem muita energia, assim o seu impacto ambiental é mínimo.
O Walmart é um excelente exemplo de uma empresa que não faz as coisas, ainda está desenvolvendo um índice para suas dezenas de milhares de fornecedores que medirá o impacto de carbono a partir de coisas que vendem para a empresa.
De acordo com Matt Kistler, Vice Presidente Sênior de Sustentabilidade no Walmart, 88% da área ambiental da empresa é voltada para sua cadeia de fornecimento, e apenas 12% está sob seu controle direto. Portanto, se a empresa vai atingir o seu objetivo de neutralidade de carbono, necessitará enfrentar a maioria das suas reduções em sua cadeia de abastecimento.
Observando uma grande empresa de softwares, descobriu-se que ele gasta bilhões de dólares em seus fornecedores, em tudo, desde computadores ao material de escritório para utilitários. Esta companhia pretende ser um líder em sustentabilidade, no entanto, tem ignorado a cadeia de abastecimento, porque acha que não é significativo para os seus objetivos de sustentabilidade. Com seu poder de compra, eles têm uma tremenda oportunidade para influenciar a cadeia de abastecimento e reduzir o seu impacto (indireto) do ambiente.

Estes são apenas alguns dos muitos mitos vistos no trabalho com grandes e pequenas empresas. Tal como acontece com estes oito, há uma abundância de evidências para dissipar os mitos para fora lá, mas a lição final é simples: as empresas que optam por fechar os olhos para os benefícios de se tornar mais sustentáveis estão se colocando numa posição de desvantagem competitiva imediata e possivelmente definir como objetivos para a regulação no longo prazo. 

Portal HSM
Fonte: Com informação do site Agenda Sustentável (www.agendasustentavel.com.br)
23/03/2011


terça-feira, 1 de junho de 2010

XII ENGEMA – Encontro Internacional sobre Gestão Empresarial e Meio Ambiente

Imagem do XIII ENGEMA BANNER
 
Evento pioneiro, na América do Sul, em sua temática voltada para a gestão socioambiental nas empresas, o ENGEMA, se consolidou como arena de intercâmbio de conhecimento sobre temas relacionados à sustentabilidade e onde os diálogos multidisciplinares e a integração com profissionais de áreas e atuações diversas acontecem.

Em sua décima segunda edição, atesta a sua consolidação como evento científico de amplitude nacional e internacional com crescente submissão de trabalhos, o evento propiciará reforços nos laços de interações entre os participantes de eventos anteriores, bem como a divulgação de cases de boas práticas de gestão socioambiental que vêm sendo adotadas por empresas.

Os trabalhos submetidos por pesquisadores, estudantes e responsáveis pela área de gestão socioambiental empresarial apresentarão os resultados de pesquisas, relatos de experiências, estudos de caso e reflexões sobre o grau de envolvimento da empresa com o meio ambiente, suas partes interessadas e a sociedade em geral.
O XII ENGEMA – Encontro Internacional sobre Gestão Empresarial e Meio Ambiente será realizado em São Paulo, na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP) - Cidade Universitária, nos dias 29 e 30 de Novembro e 01 de dezembro de 2.010.
O evento acadêmico é uma realização do Departamento de Administração da FEA/USP e da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Áreas temáticas
Estratégia Socioambiental
Estratégia empresarial e meio ambiente - Gestão socioambiental e desempenho empresarial - Gestão sustentável da cadeia de suprimentos - Gestão tecnológica, meio ambiente e responsabilidade social - Investimentos sustentáveis e Fundos Éticos - Localização industrial, zoneamento ambiental e licenciamento - Marketing verde e social - Modelos de gestão ambiental estratégica - Parcerias interorganizacinais e empreendedorismo socioambiental - Responsabilidade socioambiental empresarial - Riscos ambientais e valor da empresa - Saúde e segurança do trabalho - Tecnologias ambientalmente saudáveis - Tecnologias socioambientais - Inovações para a sustentabilidade.
  
Abordagens e técnicas de gestão ambiental
Análise de riscos - Auditoria ambiental - Avaliação de impactos ambientais - Avaliação de ciclo de vida - Compras sustentáveis - Contabilidade ambiental - Ecodesign - Ecoeficiência e tratamento de resíduos - Ecologia Industrial - Gerenciamento integrado de resíduos - Gestão de projetos socioambientais - Gestão de recursos humanos para a gestão ambiental - Indicadores socioambientais - Logística reversa - Produção mais limpa - Rotulagem e certificação ambiental - Sistemas de gestçao ambiental e de responsabilidade social - Técnicas de negociação e mediação em questões socioambientais - Técnicas de avaliação e valoração econômica.
  
Gestão socioambiental em diferentes setores
Ecoturismo e turismo sustentável - Gestão socioambiental em agribusiness - Gestão socioambiental em entidades do sistema de saúde - Gestão socioambiental empresariam em setores específicos: transporte, construção civil, serviços de saúde, etc. - Gestão socioambiental na pequena e média empresa.
  
Tópicos especiais em gestão socioambiental empresarial
Comércio internacional e meio ambiente - Educação ambiental empresarial - Conflitos no âmbito socioambiental empresarial - Consumo Sustentável - Marcos regulatórios e normativos socioambientais - Mecanismo de desenvolvimento limpo - Redução de pobreza e projetos socioambientais empresariais.
  

Aspectos gerais
O trabalho deve ser inédito. Serão aceitos trabalhos submetidos em português, inglês ou espanhol.

Os trabalhos a serem submetidos, individuais ou em colaboração, poderão ser resultantes de teses, dissertações, pesquisas acadêmicas, trabalhos de conclusão de curso, divulgação de práticas no campo da gestão socioambiental empresarial, estudos de caso, relatos de experiências e reflexões sobre a relação da empresa com o meio ambiente, suas partes interessadas e a sociedade em geral.

Os trabalhos podem ser individuais ou em co-autoria

Cada trabalho poderá ter quatro (4) autores.

Serão permitidas somente três (3) apresentações de trabalho por autor. Caso o autor tenha mais de três trabalhos aceitos, deverá indicar para a Secretaria da Coordenação do ENGEMA quais dos trabalhos serão apresentados.

Uma vez aceito o artigo ou o case, pelo menos um dos autores, deverá efetuar a inscrição para garantir a apresentação e a publicação do trabalho.

A inscrição do autor garante a publicação do trabalho, a participação no evento, e os certificados de participação e autoria do trabalho.
Somente serão aceitos trabalhos com redação e ortografia adequadas, pois a versão enviada será definitiva.
Regras para Submissão dos Trabalhos
Os trabalhos devem ser submetidos no seguinte formato:
- Editor de texto: Formato Word do Office 2003 ou posterior;
- Vacinado contra vírus por meio de um antivírus devidamente atualizado;
- Sem qualquer identificação ou indicação de autoria no campo “propriedade” e no corpo do trabalho.
- Para cadastrar o autor, ter o número do CPF de todos os autores brasileiros Para os autores estrangeiros ter o número do passaporte.
- Em hipótese alguma será aceito a inclusão de autor após a submissão.
- Submeter apenas um trabalho por vez.
Formatação do trabalho:
Formato do papel: A4;
Fonte: Times New Roman/tamanho 12;
Espaçamento: simples, sendo o texto disposto em uma coluna;
Alinhamento: justificado;
Margens: Superior: 3 cm; inferior: 2 cm; esquerda: 3 cm; direita: 2 cm.
O trabalho pode ter no máximo 15 páginas, incluindo o texto propriamente dito, ilustrações e referências bibliográficas.

Na primeira página do trabalho deverá constar: (esta página não inclui no total de 15 páginas):
- Área temática;
- Título do trabalho;
- Resumo (200 palavras no mesmo idioma do trabalho).
- Abstract (200 palavras).
- Três Palavras-chave que identifiquem de maneira precisa o conteúdo do artigo.
Estrutura sugerida para artigo científico :
- Introdução
- Problema de Pesquisa e Objetivo
- Revisão Bibliográfica
- Metodologia
- Análise dos Resultados
- Conclusão
- Bibliografia.
No relato de caso busca-se boas descrições e as lições conceituais e instrumentais, admitindo-se menor rigor na metodologia e revisão da bibliografia científica.

As referências bibliográficas deverão ser citadas ao longo do texto de acordo com o sistema (autor-data), e apresentadas em ordem alfabética no final do trabalho, de acordo com a norma ABNT/NBR-6023.
Ao submeter o seu trabalho pela Internet :
1) Cadastrar o autor: atualizar o cadastro do autor, ou caso não tenha registro anterior deverá cadastrá-lo. É importante realizar a atualização dos dados, pois a última informação registrada é a que constará na identificação da autoria do trabalho.
2) Cadastrar os dados do trabalho na seguinte ordem:

-
 Área temática;
- Título do trabalho;

- Informações relativas ao(s) autor(es): (título acadêmico mais alto, instituição a que pertence(m), endereço postal completo, e-mail e telefone para contato).
- Resumo (200 palavras no mesmo idioma do trabalho).
- Três Palavras-chave que identifiquem de maneira precisa o conteúdo do artigo.

-
 Área temática;
Inscrições
As inscrições deverão ser feitas até 31 de Outubro de 2010.
A taxa de inscrição inclui: participação nas palestras sessões de trabalho; kit ENGEMA (pasta, crachá, cd com os anais do encontro), certificado de participação e de apresentação de trabalho, coffee-breaks e coquetel.

A taxa de inscrição para estudantes, autores e pessoas vinculadas às organizações patrocinadoras é de R$ 80,00.

A taxa de inscrição para demais participantes é de R$ 200,00.
O pagamento deverá ser feito da seguinte maneira:
  1. Imprimir boleto bancário, que será disponibilizado pelo sistema logo após a solicitação de inscrição.
  2. Efetuar o pagamento do boleto em qualquer agência bancária até a data do vencimento. A inscrição será efetivada após a confirmação do pagamento do boleto.
Para efetuar a inscrição clique aqui cadastre-se no site e em seguida clique no item inscrição do menu.
DATAS IMPORTANTES
Envio de resumos::
até 15 de junho de 2010
Aprovação dos resumos:
até 28 de junho de 2010
Recebimento dos trabalhos completos:30 de agosto de 2010
Aprovação dos trabalhos:
30 de setembro de 2010
Inscrições:
até 31 de outubro de 2010

INFORMAÇÕES E LOCAL DO EVENTO:
FEA-USP
Av. Prof. Luciano Gualberto, 908 - Cid. Universitária - SP
Horário de atendimento: das 9h às 12h e das 14h às 17h.
 

TEL: 3818-4034 FAX: 3818-4034
e-mail: engema2010@fia.com.br-
site: 
www.engema.org.br

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Mesa Redonda Estratégias para Preservação e Educação Ambiental




Os Grupos PET de Administração e Agronomia da UFC/Campus Cariri realizarão no dia 12 de maio às 9h no Teatro Salviano Arraes (Crato/CE) a Mesa Redonda ESTRATÉGIAS PARA PRESERVAÇÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL.
A Mesa Redonda contará com as participações de:
  • Profa. Dra. Suely Chacon (UFC/Campus Cariri), falando sobre o tema Sustentabilidade e Preservação Ambiental;
  • Sr. Maurício Freire (Fundação SOS Chapada do Araripe), tratando do tema Educação Ambiental;
  • Representante da Fundação Mussambê, discorrendo sobre Organizações da Sociedade Civil e a Preservação Ambiental;
  • Representante do IBAMA – Escritório de Crato/CE, falando sobre Políticas Públicas Ambientais no Cariri.
As inscrições poderão ser realizadas na UFC/Campus Cariri (Juazeiro do Norte) e nos campi Crajubar (Juazeiro do Norte) e Pimenta (Crato) da URCA. Para fazer a inscrição é necessário o pagamento de taxa de R$ 2,00 e a entrega de uma caixa de leite.
Os participantes receberão certificado de 4h/a.

Mais informações:
Tel.: (88) 9243.2688