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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Emprego no Brasil: A taxa de desocupação é de 6,2%


22 de outubro de 2010 - 14:09 - Por TM

IBGE: Taxa de desocupação em setembro é a menor desde 2002

Desemprego no Brasil registrou apenas 6,2% no último mês; Variação de mais destaque foi em Salvador, com -1,4 p.p.
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Foto: Estado de Ohio
A taxa de desocupação de 6,2% no Brasil, segundo o IBGE, atingiu seu menor nível na série iniciada em março de 2002 e recuou 0,5 ponto percentual em relação a agosto último (6,7%) e 1,5 pp em relação a setembro de 2009 (7,7%).
A população ocupada (22,3 milhões de pessoas) cresceu 0,7% em relação a agosto e 3,5% em relação a setembro de 2009. A população desocupada (1,5 milhão) caiu 7,5% em relação a agosto e 17,7% no ano.
O número de trabalhadores com carteira assinada (10,3 milhões) ficou estável no mês e cresceu 8,6% no ano. Já a taxa de desocupação de setembro (6,2%) foi a menor desde o início da série da pesquisa iniciada em março de 2002 para o conjunto das seis regiões metropolitanas.
A taxa caiu 0,5 ponto percentual frente a agosto e 1,5 ponto percentual em relação a setembro de 2009 (7,7%). A média de janeiro a setembro da taxa de desocupação, foi estimada em 7,1%, com redução de 1,3 ponto percentual em relação a igual período do ano passado (8,4%).
Regionalmente, a taxa de desocupação teve variação estatisticamente significativa apenas na Região Metropolitana deSalvador, onde sofreu redução de 1,4 ponto percentual frente ao mês anterior.
Na análise anual foram registrados declínios em Recife (1,7 p.p.), em Belo Horizonte (1,5 p.p.) em São Paulo (2,4 p.p.) e em Porto Alegre (1,3 p.p.). Em Salvador e no Rio de Janeiro não houve variação.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Geração de Empregos no Brasil

16/09/2010 - 11h18

Brasil bate recorde de emprego formal no ano e se aproxima de 2 mi de novas vagas

THAIS BILENKY
DE BRASÍLIA

Depois de dois meses menos aquecidos, o Brasil voltou a ter geração recorde de empregos com carteira assinada em agosto, com 299 mil novas vagas, informou, nesta quinta-feira, o Ministério do Trabalho, com base no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

No acumulado do ano, já são 1,95 milhão de novos postos, superando o mesmo período de 2008, antigo recorde da série histórica, iniciada em 1991.

O resultado de agosto representa crescimento de 23,7% ante o mesmo mês do ano passado, que havia tido o melhor resultado da série para o mês até então (242.126 postos). Esse é a quarta maior geração mensal de empregos com carteira assinada na história do Caged.

O ministro Carlos Lupi manteve a meta de 2,5 milhões de vagas formais para 2010 e previu mais um recorde para setembro.

O melhor desempenho foi, novamente, o do setor de serviços, com criação de 128 mil postos, segundo o Caged. Nos subsetores, as instituições financeiras foram as únicas que não bateram recorde.

RIO

Os preparativos para a Copa 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 ajudaram o Estado do Rio de Janeiro a registrar o melhor saldo de geração de empregos desde 1992. Quase 25 mil pessoas conseguiram vagas com carteira assinada, e de acordo com Lupi, o resultado está relacionado aos dois eventos.

O ministro disse que há forte investimento nas áreas de construção civil, comércio e serviço. A expansão fluminense de 0,77%, porém, é menor que a média nacional, de 0,86%.


http://www1.folha.uol.com.br/mercado/799737-brasil-bate-recorde-de-emprego-formal-no-ano-e-se-aproxima-de-2-mi-de-novas-vagas.shtml

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Abrir empresa no Brasil custa o triplo da média dos demais Brics, diz Firjan

O custo de abertura de uma empresa no Brasil chega a R$ 2.038, de acordo com estudo divulgado hoje pela Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro). O montante representa o triplo do valor cobrado na média de Rússia, China e Índia, de R$ 672.

Junto com o Brasil, estes países compõem a sigla Brics, criada pelo economista Jim O'Neill em referência a economias em desenvolvimento que se destacaram pelo rápido crescimento.

Na América do Sul, o custo mais baixo foi verificado na Colômbia, onde a abertura de um negócio sai por R$ 1.213.

Na prática, para abrir uma empresa no Brasil é necessário pagar de 12 a 16 taxas e obter 43 documentos.

Em todo o país, Sergipe é o local mais caro para abrir um negócio, com custo estimado de R$ 3.597. O mais barato é a Paraíba, com custo de R$ 963. São Paulo é o sétimo local mais em conta para abrir uma empresa.

De acordo com a pesquisa, os gastos com advogados representam em média 35% dos custos, seguido pelo alvará do Corpo de Bombeiros (25%) e do alvará de funcionamento (11%).

A diferença de custos não se restringe a pequenas e microempresas. A variação dos gastos para a abertura de empresas de médio e grande porte chega a 431% no país por conta das diferenças em itens como registro na junta comercial, alvará de funcionamento e gastos com cartório, entre outros. Na média do país, o custo de abertura para uma empresa de médio porte fica em R$ 2.468.

A Firjan destaca, entre os aspectos negativos no setor, a ausência de uma agenda de reformas para desburocratização do processo de abertura de empresas. Além disso, afirma que é necessário adotar um único número de registro da empresa e incentivar a participação em associações internacionais de registro comercial.

De outro lado, entre os aspectos positivos, a federação cita a não exigência de capital mínimo, a disponibilidade de informações e serviços na internet e a criação de uma central de atendimento ao cidadão, como o Plantão Fiscal, da Secretaria de Fazenda.

A metodologia usada na pesquisa incluiu o levantamento dos procedimentos para abertura de empresas com os órgãos envolvidos, checagem dos valores das taxas cobradas e comparação do custo no Brasil com o de outros países.

Fonte: Folha.com - Mercado

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Brasil - Emprego industrial em alta

08/07/2010 - 10h07

Emprego na indústria tem maior alta anualizada desde 2004, diz IBGE

Da Redação, em São Paulo

O emprego na indústria brasileira apresentou crescimento de 4,2% em maio na comparação com o mesmo mês de 2009, já descontados os efeitos sazonais. Esta é, junto com a elevação registrada em outubro de 2004, a maior alta observada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na série histórica iniciada em 2001.
Na comparação com abril deste ano, a alta foi de 0,3%, o que representa o quinto mês seguido de avanço. No ano, o emprego no setor acumulou alta de 1,9%.
Na comparação anual, 15 dos 18 setores industriais contrataram mais, com destaque para Produtos de metal (8,9%), Calçados e couro (8,2%), Máquinas e equipamentos (6,4%) e Alimentos e bebidas (2,5%).
Todas as 14 regiões do país pesquisadas tiveram aumento do emprego, sendo São Paulo a principal influência positiva, com avanço de 3,3%.
O IBGE acrescentou que o número de horas pagas aumentou 0,3% em maio sobre abril, com ajuste sazonal, e 5,5% ano a ano, a maior variação da série histórica.
A folha de pagamento real dos trabalhadores caiu 0,8% mês a mês e subiu 3,7% ano a ano.

Entenda a pesquisa

Segundo o IBGE, a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário produz mensalmente indicadores sobre vagas e remuneração nas atividades industriais, sobre pessoal ocupado assalariado, admissões, desligamentos, número de horas pagas e valor da folha de pagamento em termos nominais (valores correntes) e reais (deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA).
São consideradas as empresas que possuem unidades locais registradas no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e reconhecidas como industriais pelo Cadastro Central de Empresas do IBGE.
A pesquisa é dividida nas seguintes áreas: regiões Norte, Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste e Sul, Pernambuco, Ceará, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
O levantamento foi iniciado em 1968 com o nome de Pesquisa Industrial Mensal – Dados Gerais. Em 1997, passou a ser denominado Pesquisa Industrial Mensal - Emprego, Salários e Valor da Produção.
A partir de 2001 a pesquisa foi reformulada, deixando de levantar informações relativas ao valor da produção industrial e passando a ser denominada Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário.
(Com informações da Reuters)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

CE: emprego na construção vai bater recorde

17/6/2010

Há 35 mil postos formais de trabalho na construção civil do CE, a perspectiva é superar 37 mil vagas até fim do ano

O setor da construção civil do Estado está indo muito bem, obrigado! Segundo o Sindicato da Construção Civil do Ceará (Sinduscon/ CE), atualmente, o segmento emprega 35 mil pessoas na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), e as projeções, até o fim do ano, é de aumentar ainda mais a quantidade de vagas. Todavia, esse crescimento poderia ser bem maior, se não fosse o péssimo desempenho do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV) no Estado, especialmente, na faixa das famílias com rendimentos até três salários mínimos.

Para o presidente da entidade, Roberto Sérgio, o problema continua atrelado aos valores dos terrenos nas áreas com saneamento básico, que tem empacado o desenrolar do MCMV no Ceará. Mesmo assim, apesar desse empecilho, a construção civil local tem retomado o rumo do crescimento.

A comprovação disso é a quantidade de empregos formais gerados neste ano, bem próximo do recorde de 1998, quando foram disponibilizados 37 mil postos de trabalho na RMF, conforme Sinduscon/CE.

"Acredito que até o fim do ano, possamos ultrapassar essa marca. É possível, sim. Há muitos licenciamentos ambientais de obras que ainda não saíram, e que devem estar próximos de serem liberados", revelou Roberto, exemplificando que investimentos no Porto das Dunas, previstos para o segundo semestre estão entre as obras que irão colaborar com incremento no número de vagas. "Só nesses apartamentos, próximos ao Beach Park, serão adicionados cerca de 5 mil empregos", disse.

De acordo com o presidente do Sinduscon/CE, os empreendimentos do Governo do Estado também tem colaborado para o desenvolvimento do setor.

Nordeste em alta

Na região nordestina, a taxa de crescimento dos novos empregos do País evoluiu de 15% para 30%, entre 2006 e 2009, segundo informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Em igual período, no Sudeste, houve retração de caiu de 69% para 44%.

Em contrapartida, a região continua carente de mão-de-obra qualificada, que não tem acompanhado o boom do setor proporcionado pelo tripé: investimentos em infraestrutura, maior facilidade de crédito e déficit habitacional elevado.

No Brasil, de janeiro a abril deste ano, foram contratadas 193,3 mil pessoas para trabalhar no setor em todo território nacional. Os dados são de uma pesquisa realizada pelo Sinduscon/SP em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Segundo o estudo, o setor registra alta de 15,29% nos últimos 12 meses, o mesmo que 351.480 trabalhadores.

Além disso, a indústria nacional de construção civil atingiu, conforme o levantamento, um novo recorde na série histórica de 2,650 milhões de pessoas com carteira assinada. "Os números estão confirmando a expectativa do SindusCon-SP, de um crescimento recorde, de 9% do produto da construção brasileira em 2010", complementou o presidente da entidade, Sergio Watanabe.

ILO SANTIAGO JR.
ESPECIAL PARA ECONOMIA

FONTE: Diário do Nordeste

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=801056

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Premium II deverá gerar 16.500 empregos


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Lubnor, braço da Petrobras no CE, amplia o apoio às micros e pequenas empresas, em parceria com o Sebrae 
DIVULGAÇÃO

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Carlos Pacheco, da Lubnor, quer fornecedores preparados para a estatal 
DIVULGAÇÃO
Petrobras ainda anuncia investimento de R$ 1,2 milhão para apoiar as micros e pequenas empresas do setor

O novo gerente da Lubnor - unidade da Petrobras no Ceará - Carlos Pacheco afirmou, ontem, no auditório do Sebrae, que a Refinaria Premium II, no Pecém, irá gerar forte aumento de demandas de mão-de-obra no Estado. "Serão necessários 16.500 pessoas qualificadas só na primeira etapa da Refinaria, envolvendo a construção civil e a montagem das unidades.

Atrelado a isso, precisaremos de um grande volume de fornecimento de materiais, que podem ser comprados aqui mesmo no Ceará, se houver oferta".

Outras oportunidades, segundo ele, serão advindas de investimentos que ainda estão por vir para o Estado.

"Como assumi em fevereiro, ainda estamos nos inteirando dos investimentos previstos para a área de Exploração e Produção no Ceará. Por enquanto o que sabemos é que o grande negócio da Petrobras aqui é a Premium II", diz. Para 2010 os recursos previstos da estatal a serem aplicados no Ceará somam o montante anunciado de R$ 29 milhões.

Apoio a microempresas

A Petrobras também pretende ampliar a participação das micros e pequenas empresas cearenses, que integram a cadeia produtiva do petróleo e gás, em seu cadastro de fornecedores de produtos e serviços. Foram anunciados R$ 1,2 milhão em recursos, provenientes de parceria firmada com o Sebrae, para capacitar os pequenos empreendedores do Estado a se tornarem fornecedores da estatal. O total de recursos previstos para o País é de R$ 32 milhões.

Parceria

Conforme o gestor dos projetos de Petróleo e Gás do Sebrae-CE, Wellington Ribeiro, do montante de R$ 1,2 milhão destinado à capacitação das micro e pequenas empresas no Estado, metade cabe a cada um dos parceiros. O valor integral corresponde ao triplo do que foi destinado ao Estado na primeira versão do projeto, entre os anos de 2006 a 2007. À época, o investimento somou R$ 12 milhões para o Brasil, sendo R$ 400 mil para o estado do Ceará. Segundo Ribeiro, a meta referente ao número de participantes também cresceu. "Na primeira versão, capacitamos 110 empresas. Agora nossa meta é envolver 300 participantes", projeta. Quem aderir ao projeto pagará cursos e consultorias do Sebrae-CE a preços subsidiados em até 80% do valor. "Temos que preparar as pequenas empresas para as grandes demandas que estão por vir para o nosso estado. Mas para isso é preciso que elas se cadastrem na Petrobras, obedecendo a critérios técnicos e legais que serão conhecidos nos cursos que iremos ministrar", antecipa Wellington Ribeiro.


ÂNGELA CAVALCANTE
REPÓRTER

Fonte: Diário do Nordeste - Caderno Negócios

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Emprego na indústria sobe 0,7% em fevereiro, 1ª alta desde novembro de 2008

09/04/2010 - 09h10

Da Redação
em São Paulo

O nível de emprego na indústria brasileira subiu 0,7% em fevereiro comparado com igual mês de 2009, a primeira taxa positiva desde novembro de 2008. Em relação a janeiro de 2010, o emprego cresceu 0,6%, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número de horas pagas cresceu 1,6% em relação ao ano passado, o primeiro resultado positivo desde outubro de 2008. Comparado com janeiro de 2010, o indicador avançou 1,5% e reverteu o resultado negativo do mês anterior.

A folha de pagamento real cresceu 2,8% em relação a fevereiro de 2009 e 2,7% comparado com janeiro de 2010.

Na comparação anual, o emprego industrial cresceu em nove dos 14 locais pesquisados, com destaque para São Paulo (1,4%), região Nordeste (2,9%) e Ceará (8,5%). O IBGE nota que, na indústria paulista, sobressaíram as contratações nos segmentos de papel e gráfica (20,1%), têxtil (9,2%) e vestuário (4,8%). Já nas indústrias nordestina e cearense, os destaques ficaram com calçados e couros (20,1% e 24,9%, respectivamente) e alimentos e bebidas (2% e 7,5%).

Entre as regiões que mostraram queda nas contratações, o IBGE ressalta Minas Gerais (-1,2%), que sofreu a pressão do segmento de vestuário (-25,8%), e Paraná (-1,4%), que foi influenciado por alimentos e bebidas (-4,3%).

FONTE: Economia UOL

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2010/04/09/emprego-na-industria-sobe-07-1-alta-desde-novembro-de-2008.jhtm

quinta-feira, 25 de março de 2010

IBGE: desemprego é o menor para fevereiro desde 2003


A taxa de desemprego de 7,4%, apurada peloInstituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em fevereiro deste ano, é a menor para o mês desde o início da série histórica do instituto, que para meses de fevereiro ocorreu em 2003. A informação foi dada nesta quinta-feira pelo gerente da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, Cimar Azeredo.
Segundo ele, a taxa é a mais baixa para o mês em todas as seis regiões pesquisadas. "Houve uma evolução favorável no mercado de trabalho de janeiro para fevereiro. Não houve ampliação no número de desocupados", disse. Para Azeredo, os dados do mês passado mostram que "pelo menos por enquanto, o mercado de trabalho está absorvendo, não está dispensando os temporários contratados no fim do ano passado".
Além disso, a alta de 2,1% no total de desocupados em fevereiro ante janeiro é considerada por Azeredo como "estabilidade". De acordo com o técnico, é natural a elevação da taxa de janeiro (7 2%) para fevereiro (7,4%), um movimento também considerado pelo instituto como de "estabilidade". Ele argumenta que esse é um comportamento histórico do mercado de trabalho, que sempre eleva as taxas no início do ano.
Fonte: Diário do Nordeste - Caderno Negócios

segunda-feira, 15 de março de 2010

Brasil criou recorde de mais de 205 mil empregos formais em fevereiro, antecipa ministro

Em janeiro, último relatório divulgado, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados mostrou a geração de 181.419 postos de trabalho com carteira assinada no país --recorde para o mês. 
"Estamos fechando os números de fevereiro hoje e já podemos considerar o melhor fevereiro da história de 22 anos do Caged", disse Lupi a jornalistas após evento no Rio de Janeiro. 
"Este ano de 2010 tende a ser o melhor ano na geração de empregos na história do Brasil."
A indústria, segundo Lupi, é um dos setores que está se destacando.
"Houve demissões precipitadas. A indústria está contratando muito porque os estoques estavam altos e a indústria, que acreditava que a crise ia ser avassaladora... e não foi, agora está contratando em meses atípicos, como janeiro e fevereiro."
O ministro disse ainda que a taxa média de desemprego neste ano, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), deve ficar entre 7,4% e 7,5%, ante 8,1% em 2009.
 
(Por Rodrigo Viga Gaier; Texto de Daniela Machado; Edição de Silvio Cascione) 
 
 
Fonte: UOL Notícias - Economia

quarta-feira, 10 de março de 2010

Geração de Empregos no Brasil

10/03/2010 - 15h00

Ipea: Brasil vai gerar 2 milhões de empregos em 2010; 700 mil serão em SP

Da Redação, em São Paulo
O Brasil deve criar 2 milhões de novos postos de trabalho em 2010, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), ligado à Secretaria de Assuntos Estratégicos do governo.
De acordo com a entidade, a economia brasileira deverá apresentar uma demanda de 18,6 milhões de ocupações a serem preenchidas por mão de obra qualificada e com experiência profissional. A perspectiva leva em conta um ritmo de expansão econômica estimado em 5,5% no ano de 2010.
O ritmo, porém, não será suficiente para empregar os 24,8 milhões de trabalhadores disponíveis no mercado de trabalho. "Mesmo com o crescimento econômico, ainda continuará havendo um estoque de trabalhadores desempregados", afirma a instituição na pesquisa "Emprego e oferta qualificada de mão de obra no Brasil: impactos do crescimento econômico pós-crise".
Dos 2 milhões de novos postos em todo o país, São Paulo deve responder por 700 mil empregos criados. O setor de comércio deve gerar a maior parte das novas oportunidades, com 314 mil postos(veja gráfico abaixo). Com isso, São Paulo deverá ser, em 2010, o Estado com maior abertura de novos postos, mas também será a unidade da federação com maior rompimento de contratos de trabalho (5,4 milhões de demitidos).
Na ponta oposta, o Acre deve gerar apenas 1.146 novas oportunidades, seguido por Roraima, com 1.553 postos criados neste ano.

Qualificação

Para 2010, a estimativa, segundo o Ipea, é que existam 19,3 milhões de pessoas disponíveis, com qualificação e experiência profissional adequada para responder à demanda potencial de 18,6 milhões de trabalhadores. Ou seja, entre aqueles com qualificação, haverá um excedente de 653 mil trabalhadores qualificados e com experiência, mas que não encontrarão emprego.
Desses trabalhadores, a maior parte está no Estado de São Paulo: serão  6,1 milhões de trabalhadores disponíveis com qualificação e experiência. A maior parte deles será de um contingente de empregados demitidos. Esses trabalhadores estão concentrados no setor de comércio e reparação.
Serviços sociais, coletivos e pessoais será o segmento econômico com maior excesso de mão de obra qualificada, com 612,2 mil trabalhadores.
Em contrapartida, a massa de trabalhadores sem qualificação (22,2% do total de trabalhadores disponíveis) requer políticas públicas de combate a essa exclusão, segundo o Ipea, visto que constitui-se um exército que não se encontra nas mesmas condições de competitividade no mercado de trabalho.

sábado, 6 de março de 2010

Mulheres avançam 40,9%


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Mais de 16 milhões de mulheres estão no mercado de trabalho formal 
IGOR GRAZIANO
O crescimento da participação da mulher no mercado de trabalho vem se dando de forma contínua, não sazonal

Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, que nesta segunda-feira, 8 de março, comemora 100 anos, uma boa notícia para o público feminino. O número de mulheres no mercado de trabalho brasileiro cresceu 40,9% em sete anos. Dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) mostram o aumento da participação feminina acima da média masculina e revelam que mais de 16 milhões delas estão mercado de trabalho formal.

Entre 2002 e 2008, 4,78 milhões de mulheres assumiram postos no mercado de trabalho formal em todo o Brasil.

O volume, que equivale à soma das populações de Fortaleza (CE) e Belo Horizonte (MG) mostra que as empresas estão abrindo suas portas à mão-de-obra feminina. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em 2002, havia 11,41 milhões de mulheres trabalhando formalmente no País; em 2008 o número chegou a 16,2 milhões, crescimento de 40,9% no período. Em 2003 havia 11,8 milhões delas formalmente empregadas, em 2004 12,5 milhões, em 2005 13,4 milhões, em 2006, havia 14,2 milhões e em 2007, 15,3 milhões, revelando crescimento contínuo, não sazonal, no mercado de trabalho. Entre os homens, o crescimento foi de 34,5%, saltando de 17,26 milhões, em 2002, para 23,23 milhões, em 2008.

Rendimentos

Em relação aos rendimentos, a faixa etária que atualmente apresenta a melhor remuneração, segundo a Rais, é entre 50 a 64 anos, com média de R$ 1.757,51, seguida de 65 anos ou mais, com R$ 1.713,77, e 40 a 49 anos, R$ 1.594,43.

Na comparação entre estados e setores de ocupação, o Estado do Amazonas obteve a maior remuneração para a mulher, no setor de Extração Mineral, com R$ 8.755,23; seguido pelo Rio de Janeiro, com R$ 7.849,80; e Sergipe, com R$ 6.113,08. O setor de Serviços e Indústria de Utilidade Pública também tem se mostrado auspicioso para as mulheres: o Distrito Federal rendeu a melhor remuneração do País.

Fonte: Diário do Nordeste - Caderno Negócios