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sábado, 9 de março de 2013

Dilma anuncia redução de 9,25% nos itens da cesta básica e carnes

O anúncio foi feito no mesmo dia em que o IBGE divulgou a inflação de fevereiro 0,2% acima da meta. Com a medida o governo federal abre mão de de R$ 7,3 bilhões em impostos por ano.



“A partir de agora, todos os produtos da cesta básica estarão livres do pagamento de impostos federais”. A declaração foi dada pela presidente Dilma Rousseff na noite de ontem, durante pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão, por ocasião do Dia da Mulher. A redução foi de 9,25% para carnes e itens da cesta básica, além de 12,25% para sabonetes e pastas de dente. Com a medida, o governo zera a incidência de PIS/Pasep-Cofins e de IPI de 16 itens. E abrirá mão de R$ 7,3 bilhões em impostos ao ano. Sendo R$ 5,5 bilhões já em 2013.

O anúncio foi feito no mesmo dia em que o IBGE divulgou a inflação de fevereiro 0,2 ponto percentual acima da meta do Governo, além de um dia após o Dieese informar que o preço da cesta básica subiu em 15 das 18 capitais pesquisadas.

“No momento em que a inflação afeta a cesta básica, ela afeta muito a população de baixa renda. E o Governo tem tido uma preocupação muito grande para que a inflação não atinja as camadas mais baixas”, diz Sérgio Melo, presidente nacional do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef). Apesar de elogiar a medida, ele a considera bastante modesta, já que o governo arrecada cerca de R$ 1,5 trilhão por ano. Para ele, seria mais significativo se houvesse desoneração para os bens de produção (máquinas e equipamentos). “Aí nós teríamos produtos mais baratos”, ele diz.

Supermercados
Severino Neto, presidente da Associação Cearense de Supermercados (Acesu), diz que em breve a diminuição do preço desses produtos chegará às prateleiras, mas que não dá para prever quando, em virtude da seca que atinge o Estado. “A seca acabou diminuindo a produção e aumentando os preços. Mas em breve teremos boas notícias”.

Durante seu pronunciamento, Dilma Rousseff prometeu ainda instalar em cada Estado um “moderno” centro de atendimento integral à mulher, sem definir data.

Fonte: http://www.opovo.com.br/app/opovo/radar/2013/03/09/noticiasjornalradar,3019515/ilma-anuncia-reducao-de-9-25-nos-itens-da-cesta-basica-e-carnes.shtml

terça-feira, 6 de julho de 2010

Redução dos preços da Cesta Básica

05/07/2010 - 12h12

Preço da cesta básica cai em 16 de 17 capitais pesquisadas, aponta Dieese

Alex Rodrigues, da Agência Brasil
Puxada principalmente pela redução do preço da batata, a tendência de queda dos preços da cesta básica medidos pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) se confirmou em junho, quando o custo médio ficou abaixo do valor registrado em maio.
Segundo o Dieese, os preços do conjunto de itens essenciais caíram em 16 das 17 capitais pesquisadas. As maiores reduções ocorreram em Manaus (-5,1%), Rio de Janeiro (-5%) e Vitória (-4,8%). Somente em Goiânia foi registrado aumento de preços da cesta básica (+ 5,2%) em comparação ao mês anterior, resultado atribuído, sobretudo, à alta do feijão.
Em todas as cidades pesquisadas, os moradores pagaram mais em junho do que em janeiro pelos mesmos produtos. As maiores variações foram registradas em Recife (21,8%), Goiânia (16,8%), Natal (13,8%), João Pessoa (13,6%) e Salvador (13,4%).
As capitais onde a cesta básica custa mais caro são São Paulo (R$ 249,06), Porto Alegre (R$ 248,15) e Manaus (R$ 236,57). Já as cidades mais baratas são Fortaleza (R$ 181,92), Aracaju (R$ 184,17) e João Pessoa (R$ 193,94).
Considerando o maior custo registrado (R$ 249,06) e o preceito constitucional de que o salário mínimo deve ser suficiente para que um trabalhador supra as necessidades familiares com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima que o salário mínimo, em junho, deveria ser de R$ 2.092,36 (quatro vezes maior do que o valor atual, de R$ 510). Em maio, o departamento havia apontado a necessidade de o trabalhador receber R$ 2.157,88 ao mês.
Tomando mais uma vez São Paulo por base, os pesquisadores calcularam que o brasileiro teve que trabalhar, em média, 94 horas e 56 minutos para ganhar os R$ 249,06 necessários à aquisição dos itens considerados essenciais: carne, leite, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, pão, café, banana, açúcar, óleo e manteiga. Menos tempo, portanto, do que as 97 horas e 39 minutos registradas em maio deste ano. Mas ainda acima das 90 horas e 14 minutos que o trabalhador cumpria em junho de 2009 para adquirir os mesmos itens da cesta básica.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Economia do Cariri - Cesta Básica

22/06/2010 (10:54)
CURSO DE ECONOMIA DA URCA REGISTRA QUEDA NA CESTA BÁSICA DO CARIRI

Por: Luciano Augusto


O preço da cesta básica na Região Metropolitana do Cariri registrou queda de 4,7% no mes durante os meses de abrio e maio.  O valor de R$ 172,34, foi menor do que o custo da cesta básica registrado em Fortaleza (R$ 185,73). Dos municípios pesquisados no Cariri, o maior gasto para aquisição da Cesta Básica foi registrado em Crato (R$ 181,24), e o menor custo em Jardim (R$ 135,44). Embora, nesta última cidade, 3 dos 12 produtos pesquisados não estivessem disponíveis no período de realização da pesquisa.
A pesquisa é coordenada pelo professor José Micaelson Lacerda Morais, da Universidade Regional do Cariri - URCA, e vem sendo realizada de forma voluntária por estudantes do Curso de Economia: Ednaldo Jose; Janaina; Genys; Ismael; Otácio; Illydio; Francisco Isidio; José Alex; Anderson Ferreira; Jaqueline; Jose Cristofer; Francilene; Josefa Eliene; Elder Menezes; Maria das Dores; Renan Diniz; Isabel Cristina, Gabriel e Fernanda.